quarta-feira, 29 de abril de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
Semana de Treino
Na segundo semana de treinos especificos para o Iron, dois dias perdidos. Terça, feriado, choveu - mas confesso que não fiquei chateado porque levantar as 4:30 da manhã para pedalar no Riacho não é bolinho, não!
Na sexta-feira, não fiz o treino de natação, porque minha pele estava muito ruim para ir na academia. Agora, depois da consulta com a Ana Lúcia, está bem melhor.
Na segunda-feira, um treino puxado de natação, com tiros na primeira parte e progressivo, na segunda. Depois, uma treino de esteira com elevação de 8 graus em intervalor regulares. Apesar de moderado, depois de 160 km de bike no domingo, esse treino é duro.
Na quarta-feira, fiz o longo e testei a alimentação preparada pela Andréa. Corri com o cinto de hicratação. Estranhei no começo, mas depois me acostumei e foi ótimo. Deu tudo certo e o treino foi bom.
Na quinta, bike indoor. Big Gear. Sinceramente, depois de tanto volume, fazer força na bike até me descansa.
Sábado, treino na usp. Nas três horas de bike, o Vinícius introduziu um pouco de intensidade na última hora (big gear) e depois corri mais 1:20, sendo 30 minutos moderado. O clima estava bom e cheguei bem cedo, mas confesso que estou com problemas gastro-intestinais no final da corrida.
Domingo, de novo no Riacho Grande. Faço um pouco mais das 6 horas que o Vinicius pede, para alcançar 160 km. Gostaria de fazer 180 Km, mas é impossível. Puxei um pouco no começo, mas é impossível sustentar o ritmo - aliás, como bem fala o coach, o começo tem que ser fraco e a última parte, mais forte.
Ele tem toda razão! Fiz 4 voltas em duas horas e imaginei que seria fácil alcançar as 11 em seis. Mas, não dá. Tenho que reconhecer que treinar sábado me desgasta bastante e isso influi no desempenho de domingo. Mas termino o treino bem.
Domingo é uma dia contraditório - estou começando a ter dificuldades para levantar as 4:15 e ir treinar. Dá raiva. Mas, depois que termino, é uma sensação mais que gratificante. Chego em casa e parece que fiz um Ironman no final de semana.
Só gostaria de dormir mais....
Na sexta-feira, não fiz o treino de natação, porque minha pele estava muito ruim para ir na academia. Agora, depois da consulta com a Ana Lúcia, está bem melhor.
Na segunda-feira, um treino puxado de natação, com tiros na primeira parte e progressivo, na segunda. Depois, uma treino de esteira com elevação de 8 graus em intervalor regulares. Apesar de moderado, depois de 160 km de bike no domingo, esse treino é duro.
Na quarta-feira, fiz o longo e testei a alimentação preparada pela Andréa. Corri com o cinto de hicratação. Estranhei no começo, mas depois me acostumei e foi ótimo. Deu tudo certo e o treino foi bom.
Na quinta, bike indoor. Big Gear. Sinceramente, depois de tanto volume, fazer força na bike até me descansa.
Sábado, treino na usp. Nas três horas de bike, o Vinícius introduziu um pouco de intensidade na última hora (big gear) e depois corri mais 1:20, sendo 30 minutos moderado. O clima estava bom e cheguei bem cedo, mas confesso que estou com problemas gastro-intestinais no final da corrida.
Domingo, de novo no Riacho Grande. Faço um pouco mais das 6 horas que o Vinicius pede, para alcançar 160 km. Gostaria de fazer 180 Km, mas é impossível. Puxei um pouco no começo, mas é impossível sustentar o ritmo - aliás, como bem fala o coach, o começo tem que ser fraco e a última parte, mais forte.
Ele tem toda razão! Fiz 4 voltas em duas horas e imaginei que seria fácil alcançar as 11 em seis. Mas, não dá. Tenho que reconhecer que treinar sábado me desgasta bastante e isso influi no desempenho de domingo. Mas termino o treino bem.
Domingo é uma dia contraditório - estou começando a ter dificuldades para levantar as 4:15 e ir treinar. Dá raiva. Mas, depois que termino, é uma sensação mais que gratificante. Chego em casa e parece que fiz um Ironman no final de semana.
Só gostaria de dormir mais....
terça-feira, 21 de abril de 2009
Semana de Treino
Na primeira semana com o volume máximo para o Iron, consegui treinar todos os dias.
Por incrível que pareça, o treino mais complicado foi o de segunda-feira. Um treino "curt15inho" de 63 minutos na esteira, alternando entre 5 minutos de elevação a 0% com intervalos progressivos de 1, 2 e 3 minutos com 8% e em velocidade moderada (10 km/hora). Tenho uma boa recuperação durante o treino, mas saio da esteira lavado....
Na terça-feira, uma natação com intensidade nos primeiros 1.500 metros e volume e força, nos outros 1.500. Os tiros de 100 metros são realmente duros e, com os braços podres, nadar depois com palmar e pulbóia não é mole, mas confesso que isso não é um grande problema. Depois, uma aula de spinning, mas não consigo fazer a aula com a intensidade desejada em função do cansaço acumulado de sábado-domingo-segunda, onde uso muito as pernas.
Na quarta-feira, fiz o longo. Desta vez, levei água e deixei escondida no mato (dica do coach), porque 2:40 de corrida com comida, só, não basta. Encontrei o Sandro no Campo de Marte e fiz o treino dele, um intervalado de mais ou menos 40 minutos, que achei fácil. Depois, continuei o meu treino sozinho. Sem problemas.
Quinta-feira, um ótimo treino de Big gear em bike estática na Runner. Além de ser curto (mais ou menos 1 hora), treinos de força acabam servindo para descansar um pouco (isso parece um contra-senso, mas não é o que sinto).
Sexta-feira, 4 mil de natação. Também sem problemas, dado que os treinos de intensidade na piscina ficam no começo da semana.
No sábado, um treino mais puxado na USP. Seria um treino fácil de 3 horas na bike e 1:20 de corrida. Como fico meio irritado em pedalar solto, acabei por fazer um Big gear, com cadência de 50-55 rpm´s bem pesado. Mas confesso que no final, acabei cansando um pouco. Sai para correr leve, mas tive o estômago me incomodou e corri 1:10 em ritmo fraco.
No domingo, as primeiras 6 horas de bike. Mentalmente, não foi tão desgastante, sobretudo porque apenas olho no relógio nos momentos em que tenho que me alimentar e prefiro ter como objetivo completar 10 voltas para esse tempo, o que corresponderia a 160 km. Desta vez, só senti falta da água bem no final, pois a alimentação voltou a funcionar muito bem novamente.
Engraçado é que quando penso no final de maio, penso que ainda falta muito para o Iron. Mas, quando vejo que são menos de 40 dias, o quadro muda um pouco. Não era para estar ansioso, mas existe uma "coisa" em todos os fóruns (orkut, blogs, sites, etc) sobre essa prova que, vou falar a verdade, gera uma certa ansiedade.
sábado, 18 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
"É a alimentação, idiota!"
Desta vez, a semana começou na terça, pois segunda-feira tive que trabalhar até mais tarde e um treino de esteira intervalado com intensidade a cada 1 minuto não é lá dos meus preferidos - como as esteiras da Runner não são programáveis, não sei se você em que você se desgasta mais: no treino em sí ou em mudar constantemente o painel.
Na terça-feira, um treino de natação, 2.200 metros com tiros de 50. Na verdade, o treino não fica difícil com já foi em outras épocas, pois não estou conseguindo nadar rápido. Estou com uma ótima puxada em baixo, mas a velocidade da minha braçada está baixa. Em seguida, uma boa aula de spinning. Foi intensa, mas sem exagero. Depois da piscina puxada, foi uma aula ideal.
Na quarta-feira, o longo de 2:30. Tentei fazer por fora do Campo de Marte, mas impossível - trânsito, poluição e calçadas escuras. Entrei no aeroporto e completei o treino. Como o ritmo não era intenso, foi tranquilo. A nota interessante, foi que me senti melhor conforme o treino se encaminhava para o final. Se fosse assim no Iron, hein! ;-))))
Quinta-feira, fiz os treinos da própria quinta e de sexta-feira, pois não teria onde nadar no feriado. Foram 3.500 metros de natação e um treino de Big Gear na bike estática. A natação, foi tranquila, pois o treino não é de intensidade, já a bike não foi como eu queria, já que eu estava um pouco cansado.
No sábado, fui para o Riacho Grande, fazer 2:30 de bike e 1:15 de corrida, pois a USP não estava aberta. Um dia de sol lindíssimo, sem muito calor e, para dizer a verdade, por Deus um treino curto - deu até para ficar batendo papo no final com o Edú e a Deise, que estavam por lá. Um dado muito interessante é que fiquei com o estômago ruim e uma sensação de diarréia na corrida - de novo, estou ingerindo drinks muito concentrados e o açucar passa direto do estômago para o intestino. Quase parei. Mas descobri o desconforto passa e terminei a corrida muito bem.
No domingo, um aumento considerável no longo de bike, passando para de 4:15 para 5:15. Fui o segundo a chegar no Riacho e um dos últimos a sair. Fiz 5:25 para completar 142 km. A novidade do treino foi o teste com a alimentação preparada pela Andrea, minha nutricionista e utilizei o aerodrink pela primeira vez de forma correta. Segui a risca o planejado, me alimentando a cada hora com pouco mais de 68 gramas de carbo. Me dei muito bem com os alimentos sólidos - pão, bisnagas, biscoito de água e sal, banana passa. O glicodry, que sempre me traz dificuldade, foi diluído corretamente e creio que me ajudou bastante o fato de ter tomado água que estava no aerodrink. Entretanto, ainda teve uma sobro do drink que não consegui ingerir, sobretudo por conta das porcarias de caramanholas que levei. Mas tive energia o tempo todo e quando sai para correr, estava com o estômago cheio, mas a sensação passou rapidamente e corri tranquilamente 5 km a 10 km/hora.
A recuperação foi excelente. Não me senti cansado e ainda sai para ir almoçar na casa dos meus pais como se não tivesse treinado. Nenhuma dor muscular.
Parafraseando aquela famosa frase da época do Clinton, "É a economia, idiota", para o Iron vale "É a alimentação, idiota"
domingo, 5 de abril de 2009
Semana de Treino
Considerando a primeira semana com planilha específica para o Iron, acho que a semana foi realmente boa!
Na segunda-feira, fiz um bom treino de ritmo e técnica de passadas na esteira. O Vinicius pediu 96 passadas, mas consigo fazer uma média de 98. Depois de um final desemana com dois longos, fazer uma hora de treino com foco na técnica é realmente ideal - você não deixa de se exercitar, mas o esforço não é avassalador.
Na terça, já um treino de com ritmos fracos, moderado e forte - cerca de 2.400 metros. Dá para fazer sem muitos problemas, mas o meu forte está ligado mais a força que desempenho - apesar da minha envergadura, não nada rápido! No spinning, um ótimo treino de resistência de força durantes 45 minutos.
Na quarta-feira, fiz um longo fácil de 2:15 no Campo de Marte. Gosto desse treino, mesmo que o Vinicius suba um pouco essa quilometragem. Tento caprichar nas passadas o corro com ritmo.
Quinta-feira, um treino mais curto de bike indoor. Novamente, vai se alternando fraco, moderado e forte durante cerca de 50 minutos. Fiz sem problemas.
Sexta-feira, 3 km de natação. Apesar de volume, o coach pede regularidade. Apenas ao final do treino sinto a repetição das braçadas - mas até aqui, sem problemas.
No sábado, fui para a USP para fazer o treino de transição. Pedalei 2:15, mas estava com as pernas sem ritmo no pedal, - preferi, então, colocar mais peso e fazer um trabalho mais muscular, mas sem forçar. Não foi um treino de muita quilometragem, mas senti a musculatura da perna trabalhando. Já na corrida, me senti muito bem, forte, fiz tudo com ótimo ritmo durante 75 minutos.
Já domingo, 4:30 de bike e meia-hora de corrida. Soltei um pouco a cadência, mas mesmo assim senti as pernas no final do treino. Mas quando paro, nem me sinto cansado. Corri sem problemas, novamente.
Escrevi para o Vinicius que estou me sentido mais resistente, mas fisicamente mais fraco. Estou com peso abaixo de 85 kg e minhas pernas deram uma afinada grande. Sinto que posso correr uma maratona, mas não aguentaria suspender minha bicicleta sem as rodas acima da cabeça.
Amanhã nutricionista. Vou conversar com a Andréa sobre os artigos que li no último triathlete magazine, que diz que problemas estomacais no triathlon podem estar relacionadas ao nível de diluição das bebidas energéticas, que passariam direto do estômago para o intestino quando tomados em doses maiores.
O problema não é o Glicodry, mas a forma como faço a diluição. Isso é uma coisa que preciso resolver urgentemente!
terça-feira, 31 de março de 2009
A profecia

Depois de Caiobá meu peso caiu abaixo da linha 85 dos quilos. Todas as roupas estão parecendo que foram feitas para outra pessoa, estou um pouco encurvado e as com algumas veias na perna que saltam na altura do joelho.
Minha resitência também caiu um pouco, apesar da vitamina C e E de todo dia.
Algumas pessoas me perguntam se não estou doente...
Ai me lembrei de um e-mail do coach, de dezembro de 2007.
Bem, melhor eu não sei, agora mais feio..ahhhhhhh!!!!!.
O culpado foi o Gatorade
Semana pós Cuiabá foi basicamente de descanso, com poucos treinos.
Segui a planilha do Vinícius, mas apenas pedalei e fui para a piscina. Correr ficou difícil por conta de uma bolha no pé.
O engraçado é que fiquei louco para correr, mesmo depois do trauma de correr 21 km quebrado em Cuiabá.
Fiz um bom treino na USP, de bike e corrida, ambos leves. Como tive insônia entre sexta e sábado, estava com muito sono e cansado e não fui treinar no domingo. Acordei as 11:00, evitei um almoço pesado. Descansado, consegui ler a tarde os jornais e revistas que comprei e assistir aquele jogo horrível do Brasil. Mas valeu pelo descanso mental.
Entretanto, devo confessar que não o cenário da Prova continuou me incomodando. Por quê quebrei? Não admito de forma nenhuma que não tinha condições de fazer o ciclismo da forma que fiz e, depois, correr.
Em uma conversa com o Chico, entendi o que aconteceu: a alimentação na bike!
Substitui a o Glicodry pela Gatorade nos treinos no Riacho mas, atenção: lá eu me alimentava também de gel e bananinhas.
Em Caiobá, foi apenas o Gatorade. Ingeri 750 da minha caramanhola e goles nas caramanholas dadas pela organização. Entretanto, esqueci de um detalhe: enquanto 500 ml de gatorade tem 144 calorias, o Glicodry tem 224 em 300 ml (uma porção).
Ou seja, na prova, durante três horas, eu consumi menos de 300 Kcal!
O Vinícius me alertou que 300 kcal seria, no mínimo, POR HORA!
NO MÍNIMO!
Ainda segundo ele:
Se você conseguir tolerar 400-500, melhor ainda. Eu lembro quando competia, mandava era 600, e atribuo isso a ter andado bem nas provas de IM. Ironman não é sobre fitness, e sim estratégia de ritmo e nutrição, a fitness só importa até a largada.
Então, Gatorade por ser bom para treinos ou provas curtas, mas muito pobre como fonte energética para provas de endurance.
Isso não explicaria, de alguma forma, a quebra na Maratona de São Paulo nos últimos quilômetros em 2008? Lembro que ingeri apenas alguns goles de gatorade em pontos específicos da prova e meu gel tinha apenas 80 Kcal. Mesmo tomando vários, pequenas concentrações de calorias representam quase nada em provas de longa duração!
Bom, o ponto positivo foi isso ter acontecido antes do Iron. Vou ter rediscutir um energético com concentração calórica mais alta, pois esse erro não posso repetir em Florianópolis.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Long Distance Caiobá 2009
Veja mais fotos e vídeos de esportes >>
Veja mais fotos e vídeos de esportes >>
Veja mais fotos e vídeos de esportes >>
Veja mais fotos e vídeos de esportes >>
segunda-feira, 23 de março de 2009
Long Distance Caiobá 2009 - Quebrei
No domingo, dia 22, a última competição antes do Ironman 2009: o Long Distance de Caiobá.
Fiz a inscrição em decorrência do cancelamento do Maadman, já que o Vinicius achava essencial uma competição antes de maio.
Caiobá é uma cidade agradabilissima e não foi difícil chegar lá ou procurar um lugar para ficar. A prova é muito bem organizada e realizada em um lugar bem mais agradável que Pirassununga. A natação é realizada na Praia Mansa, cujo nome dispensa comentários sobre possíveis complicações na natação. O ciclismo tem 86 km e é realizado na estrada, percurso relativamente plano, enquanto a corrida é realizada na orla marítima - também sem aclives.
Chegamos no sábado, fui dormir bem cedo e me alimentei corretamente.
Somados a esses fatores o fato de que venho treinando forte, tudo para uma prova mais fácil que o meu primeiro Long Distance. Certo?
Errado! Na verdade, foi a prova mais difícil que já fiz.
Completei a natação em 38 minutos - um tempo nem bom, nem ruim. Sai da água e fiz uma transição um pouco mais lenta, pois tive que me enxugar para usar a camisa de elastano branca.
Sai para o ciclismo e, realmente, nunca acredite quando falam que um terreno é plano se ele não ficar em uma várzea de um rio ou na orla de uma praia! Na verdade, mesmo em terrenos sem aclives fortes, em cima da bike, contra o vento, pequenas variações na elevação de terreno são percebidas com outros olhos pelos ciclistas.
De qualquer forma, sai para fazer duas pernas de 43 km. No começo, senti um pouco a musculatura da perna direita, mas ainda assim não mudei a forma como estou pedalando, ou seja, entre 55 e 60 rpm´s com a relação mais pesada possível. Consegui um bom desempenho na primeira parte da prova, mas logo fui percebendo que os ciclistas pedalavam em grupo e se distanciavam fácil, mesmo com a tentativa da fiscalização de evitar que os atletas pedalassem no vácuo. Na segunda perna, mais cansado, pedalei sozinho e, como via pouca gente, bateu um certo desânimo. Eu sentia o esforço do pedal, sobretudo em função do vento, mas não conseguia mudar a cadência e me sentir a vontade. Estou acostumado a fazer força, não a girar rápido. Mantive o que fiz em Pirassununga, ou seja, cadência baixa. Tempo final, somada as transições: 2:37
Quando cheguei na transição, notei que muitos já haviam saído para a corrida. Mesmo tendo feito muita força na bike e com uma média de quase 35 km/hora, fiquei para trás.
Sai para correr com a musculatura solta, como sempre. O objetivo: 3 voltas de 7 km na orla da praia. Mas antes do 3 km eu quebrei! Sem dar sinais de fraqueza, falta de energia ou coisa do gênero, uma idéia fixa se apoderou de mim: PARAR, PARAR, PARAR!
Era absolutamente inconcebível correr mais 18 quilômetros naquelas condições. Era como que, ao final da Maratona de São Paulo, em que eu também quebrei nos últimos quilômetros, alguém me pedisse para correr mais toda essa distância!!!!!
E para aqueles que falam em mantra ou algo do gênero: vão plantar batata, vão!
Eu ficava lembrando os textos que li sobre o assunto, aquelas frases positivas de auto-ajuda instantânea.
De fato, é muito bonito ficar repetindo as frases do Lance Armstrong, que "a dor é passageira e se você desistir a derrota é para sempre" e blá-blá-blá...
Mas vai lá você!!!!
O que ajudou mesmo foi o medo de decepcionar o coach depois de tanto treino e os amigos que estavam na espectativa, como o Edú e o Chico; ajuda da Raquel, esposa do Lauro, que saiu correndo e comprou uma latinha de Red Bull quando eu perguntei se ela tinha uma gel; o Daniel ali do lado de bike me dando água e o que mais eu pedisse depois que me achou lá na corrida....
Não sei como, mas consegui terminar os 21 km em 2:08. Foi uma prova de superação em todos os sentidos, pois pensar em tempo é inútil. Apenas me concentrava nas passadas curtas, corria com a cabeça levantada para respirar melhor e lutava contra a vontade de parar.
Nada na vida que eu já tenha feito foi tão devastador psicológicamente quanto essa corrida (claro, pelo menos até o exame de próstata....).
Foi a pior prova que já fiz e me deixou bastante desanimado - mesmo com muito treino, não fui capaz de mostrar um evolução em relação a Pirassununga. Ainda faço a prova simplesmente para terminá-la e há uma distância brutal em relação aos primeiros da minha categoria, que terminam a prova em cerca de 4 horas, enquanto em fiz 5:23.
Estou totalmente desorientado, pois não consigo identificar o que aconteceu...
Positivamente, entretanto, me soou um alerta para o Iron. Entendo que o pace dessa prova vai exigir um ritmo muito mais fraco na bike, bem como uma cadência um pouco mais alta em termos de rpm´s - ainda que não exageradamente alta, pois gosto de sentir a força no pedal e me ajuda muito a musculatura solta na corrida.
Mas se eu entrar para correr e quebrar no início da maratona, simplesmente não terei chance. É impossível repetir no Iron o esforço de Caiobá durante tanto tempo!
segunda-feira, 16 de março de 2009
Semana de Treino
O dado novo da semana é que consegui treinar todos os dias, cumprindo todas as metas da planilha. O cansaço dos treinos de domingo ou algum imprevisto no trabalho dificultavam os treinos na segunda-feria. Mas essa semana foi implacável.
Na segunda, um treino moderado com alguns sprints aleatórios. O Vinícius calibra bem a dosagem, dado o desgaste da rodagem de domingo.
A terça, entretanto, é de longe o dia mais díficil. Na natação, um trabalho intenso com tiros de 50 metros e 2.400 metros bem feitos, embora o cansaço no final do treino seja evidente. Logo após, consegui fazer a aula de spinning com o Danilo, que fez um trabalho muito intenso de resistência e força, sem recuperação. Sai com as pernas completamente acabadas.
Isso não atrapalhou o treino longo de quarta-feira. Fiz uma hora fraco, quarenta minutos moderado (acho que moderado-forte) e 10 minutos forte. Esse treino é sempre intenso, mas tenho a sensação de que consigo com ele resultados mais gratificantes semana a semana. Estou desenvolvendo novamente minha velocidade mesmo com as passadas curtas, correndo de uma forma diferente. Além disso, o incremento da resistência é incrível - mesmo depois de correr 40 minutos dentro de uma boa velocidade, ainda sou capaz de esprintar forte por 10 minutos (isso sem considerar que já corri uma hora anteriormente). Se conseguisse esse desempenho nas corridas do Meio-Iron, teria uma melhora substantiva nos resultados - mas isso é "se"...
Na quinta, um treino de giro forte de bike. Infelizmente, creio que não estou me entendendo com a bike indoor. Eu faço muita força, com se estivesse subindo uma parede no montain bike. Acho que preciso deixar esse treino mais parecido com a dificuldade que encontro com um treino real, ou seja, giro mais intenso com mais peso. Ou não? Enfim, preciso discutir isso com o Vinícius.
Na sexta-feira, um longo de natação. Adoro esse treino e faço com o maior prazer.
Sábado, treino de transição na USP com o Catae. Consegui observar que a minha cadência não atinge 60 rpms com a relação mais pesada, como achava que conseguia - na verdade, ela fica entre 55-60. Discuti com o assunto e vou aliviar um pouco para ficar na faixa dos 60-65 rpms. Mas foi um ótimo treino novamente e na corrida consegui fazer em uma hora uma distância maior que na semana passada - sem dúvida, em função do treino de velocidade de quarta-feira.
Domingo, o longo de 4 horas no Riacho. Não consegui me acertar com o aerodrink novamente. Apesar de ter colocado um suporte, não deu certo. Mas a alimentação foi boa - testei bananas sem açucar e gatorade. Somente na corrida, quando abusei do gatorade, tive um certo desconforto gástrico - aliás, isso me atrapalha mais do que o exercício em si. Ainda me restam outras semanas para testar a alimentação e achar a dose certa das coisas.
Outro dado é que fui na Andréa, minha nutricionista e deu o esperado: perdi cerca de 4 quilos, ou seja, o acumulado de dezembro e parte de janeiro. Estou com 85,9 quilos. A notícias ruim é que grande parte dessa perda de peso foram músculos (pouco mais de dois quilos). No que diz respeito a gordura, perdi muito no abdomêm.
A recomendação agora é me alimentar melhor antes dos treinos para estancar esse perda de massa muscular. Em abril, depois da última prova antes do Iron, vou fazer outra consulta para readequar o cardápio.
Finalmente, para compensar o cancelamento, vou fazer Caiobá. A prova é nesse final de semana. Meio-Iron não é um prova que você "ganha", afinal não é um Ironmaaaaannnnn, como alguns dizem.
Mas é uma prova que você "perde" , porque se acontece se alguma coisa não vai bem, vão dizer: "não conseguiu nem fazer o Meio-Iron!!!!! Pô, como vai se o Iron então?????"
Difícil, hein? ;-)))))
quarta-feira, 11 de março de 2009
Mudanças

Essa semana, comecei a treinar sem o monitor cardiaco. Para marcar o tempo, comprei um simples relógio esportivo na Declathon por R$ 65,00.
E, impressionante: de fato, o monitor não faz a mínima falta.
É até engraçado: antes de sair de casa, aquela coisa de procurar a cinta do monitor, colocar o pedômetro, regular para corrida...
Agora, simplesmente, você pega o tênis e sai para correr na rua. Na piscina, para monitorar o ritmo, basta acertar o cronômetro.
Além de todas as indicações do Vinícius e da filosofia do Ironguides, coincidentemente, saiu uma reportagem na Contra Relógio sobre a utilidade dos monitores. Foram entrevistadas várias assessorias e, a exceção de uma, todas indicavam a necessidade desse equipamento.
Entretanto, segundo os médicos do Hcor, a percepção do esforço é mais útil que os monitores, que devem ser usados apenas por pessoas que apresentam histórico de problemas cardíacos.
Em alguns casos, os monitores podem mesmo prejudicar os treinos em função da dependência psicológica do atleta. Segundo Rodolfo Latufo, médico e fisiologista.
"O atleta vê o monitor dando alto e para. Isso prejudica o rendimento. Ele vai parar um momento que poderia render mais e vai acostumar o corpo naquele ritmo. Esse intervalo afeta o resultado, tornando a evolução mais demorada"
Fico pensando nas vezes que o Daniel me falou que diminuiu o ritmo nas provas de MTB em função do monitor "estar estourando" ou o Miguel deixando os treinos de corrida quando o Polar soava o alarme indicando a FC máxima.
Outra coisa: os batimentos podem subir em função da desidratação, não do esforço físico! Isso explica porque alcanço a FC máxima na sala abafada de spinning da Runner, mas não me sinto cansado! Ao balizar o esforço dessas aulas pelo monitor, estava, na verdade, aquém do esforço que poderia de fato alcançar.
domingo, 8 de março de 2009
Semana de Treinos
Se pudesse definir essa semana, sem dúvida a palavra "calor" seria a mais adequada. Todos os dias a temperatura passou, fácil, dos 34 graus (celsius).
Dois treinos tiveram impacto na semana. Domingo e quarta.
No domingo, conforme foi postado, ter treinado no calor extremo do Riacho equivaleu a uma prova puxada.
Como resultado, só consegui treinar na terça-feira, porque o cansaço decorrente do treino de mais de quatro horas do Riacho Grande e a alta temperatura me deixaram um pouco apreensivo em treinar nas esteiras da Runner, já que o ambiente é muito abafado.
Na terça, o treino de natação foi muito desgastante, com 4 períodos de 5x 100 metros forte. Ao final, nadava com os braços em estado de "dormência", tal o esforço. No spinning, a aula visou força e resistência e não exigiu grande esforço cardiovascular.
Na quarta-feira, o longo de duas horas. Comecei o treino me sentindo mal, como na semana anterior. Mas consegui um bom ritmo nos 40 minutos moderado (na verdade, moderado-forte) e corri forte durante mais 10. No dia seguinte, senti dores na musculatura da perna, decorrente do esforço na última parte do treino.
Isso não impediu um outro bom treino de quinta-feira, de bike-indoor. Foram quarenta minutos de esforço moderado-forte, com cadência baixa.
Na sexta-feira, o longo de 3.600 metros de natação, com palmar e pulbóia foi em ritmo moderado, mas tranquilo. Sem problemas.
Sábado, treino na USP. Tal como semana passada, um bom treino. Depois de duas horas de bike, sai para correr com tranquilidade e, mesmo na parte de maior esforço, consegui desenvolver uma boa corrida.
No domingo, o treino longo de 4 horas de bike com mais 30 minutos de corrida. Um clima um pouco mais ameno que semana passada. A boa novidade desse treino, além de confirmar que a camisa da 2XU é sensacional, foi a alimentação - voltei ao bom e velho gatorade com carbogel e não tive nem problemas com a falta de energia, nem problemas gástricos. Certamente, isso vai ser importante sobre na definição de como vou me alimentar no Iron.
A parte ruim é que voltei a sentir dores do lado esquerdo, no pescoço. Controlei a dor pedalando um pouco fora do clip, mas 90% do treino foi em cima dele.
Outra coisa é que estou sentindo o pé na bike e na corrida, uma espécie de ardência no peito do pé e nos dedos. Esse processo é recorrente nos longos.
Essa semana, volto a nutricionista e a bike vai para uma manutenção.
domingo, 1 de março de 2009
Semana de Treino Pós-Carnaval
Depois de um semana praticamente parado, voltei aos treinos na sexta-feira, fazendo um longo de 3.200 metros. Foi uma volta praticamente perfeita, pois a gripe me deixou com dores musculares pelo corpo todo, mas principalmente nas pernas.
Fiz o treino com um bom ritmo e sai da piscina bastante revigorado pelo treino na água e mais confiante para o treino na USP.
Na USP, fiz o treino de transição, com duas horas de bike e uma hora de corrida. Na bike, o treinei sozinho, o que é bom e é ruim: você fica mais focado, mas não tem ninguém para sustentar o ritmo. Na corrida, consegui fazer os últimos vinte minutos mais moderado. Apesar da falta de ritmo, estava mais descansado em função da parada do Carnaval. Tirando isso, os treinos da USP são os mais prazerosos, principalmente porque posso começar muito cedo e as 9:00 o treino está feito.
Hoje, treino no Riacho Grande. Aproveitei para testar o Aerodrink e a camisa da 2XU - como o final de semana foi de muito sol, as condições estavam perfeitas. Em relação ao treino, as 4 horas de bike foram realmente cansativos, principalmente no final - a boa notícia é que foi tive um desgaste mental muito menor que da última vez que pedalei lá. Na corrida, senti o ritmo e, provavelmente, a alimentação durante o treino foi inadequada. Espero, sinceramente, não me sentir assim no Maadman e, principalmente, no Iron.
Sobre os textos, o Aerodrink encaixou firme no clip, mas não consegui usar porque ficou longe do rosto. Para beber água, precisava parar a bike. Sobre a camisa, foi excelente: mesmo com as mangas longas, não tive a sensação de aumento da temperatura e a troca de calor com o ambiente foi perfeita. Fiquei apenas com as mãos muito queimadas - ou uso protetor da próxima vez ou coloco luvas. Mas o tronco ficou bem protegido pelo tecido e, sinceramente, se queimasse as costas como queimei as mãos, sairia de lá direto para o hospital.
Essa semana preciso ajustar as sapatilhas - fico com uma dor muito forte no peito do pé em cima da bike. E isso é preocupante.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Semana de Treino
Antes do Carnaval, uma semana de treino que começou bem, mas terminou mal....
Na segunda, o Vinícius pediu um treino de esteira moderado, com com um bom ritmo. Nas palavras dele, a respiração tinha que ficar controlada, mas sentindo a musculatura da perna. Como não treinei no domingo (chuva) e meus batimentos estão muito baixos, o resultado foi um início com velocidade moderada de 11 km/hora e um termino a 12 km/hora. As pernas realmente sentiram!
Na terça, a natação foi um treino de 2.400 metros, intervalado. Tranquilo. No spinning, a aula não foi lá essas coisas, mas consegui trabalhar a frequência cardiáca máxima.
Na quarta, um longo progressivo de 2 horas - uma hora fácil, 40 moderado, 10 forte e 10 fácil. Comecei o treino ainda sentido as pernas cansadas em função dos treinos de segunda e terça - entretanto, o treino foi ficando mais fácil conforme aumentava a velocidade! Fiz o treino todo no Campo de Marte, totalmente plano, e consegui ter um desempenho conforme aumentava a dificuldade do treino. Enfim, as coisas ficavam mais fáceis conforme o treino ficava mais díficil (rs)
Na quinta, não consegui ir na Runner a noite e, consequentemente, fazer o treino.
Na sexta-feira, 3.2 km de natação, com 8 blocos de 400 metros. O Vinícius pediu cinco blocos no mesmo ritmo "se possível". Ainda bem que ele falou "se", porque o ritmo que desenvolvi foi mais forte do que deveria - o resultado é que nem sentia mais os braços nos últimos 400 metros, apesar de nadar com velocidade de cruzeiro - mais baixa que a inicial, sem dúvida, mas estava longe de estar me arrastando na piscina. Mas foi nítido a falta de uma percepção adequada de esforço.
No sábado, já com uma gripe incubada, fui treinar na USP. Mas não dormi. Comecei o pedal 5:40, fiz em o treino em ritmo moderado, cadência baixa e fui correr uma hora. Sem problemas, mas já sentia um pouco a garganta.
Mas no sábado a noite, já sabia que não iria treinar no domingo. A gripe veio forte e acordei com o corpo dolorido, depois de ter transpirado muito a noite em função da febre. Fiquei frustado, porque iria testar o aerodrink e a camisa da 2XU. E ainda fez um dia cheio de sol!
Recebi a planinha do Vinícius para o Carnaval, com três longões entre segunda e quarta. Simplesmente perfeito! Aqueles treinos ideais para se fazer na cidade quando ela fica vazia e, com é feriado, um tempo extra para descansar.
O fato é que hoje, segunda, ainda dói até para piscar. Tenho receio que desenvolver qualquer atividade física sob o sol que está fazendo pode me deixar ainda mais debilitado e atrasar minha recuperação.
Espero voltar a fazer alguma coisa leve na quarta ou, mais tardar, na quinta.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Semana Pós-Internacional de Santos
A semana pós-internacional começou, de fato, na quarta-feira. Descansei segunda e terça, porque sei que
o coach dá um segundo dia como janela para descanso depois das provas - e tive que trabalhar até mais tarde na terça), que foi meio para tirar a nhaca, essa semana me senti muito forte.
Mas que nada! Saio para correr e como se não estivesse feito nada antes!
E a minha corrida é feita no mesmo tempo das provas (50, 51 minutos). Em função da técnica de passadas bem curtinhas, eu não consigo ir muito mais rápido. Mas, eu nem canso! Pior: faço na corrida no mesmo tempo que faço nos olimpicos!
o coach dá um segundo dia como janela para descanso depois das provas - e tive que trabalhar até mais tarde na terça), que foi meio para tirar a nhaca, essa semana me senti muito forte.
Ao invés do longo, quarta-feira foi dia de um treino moderado de quarenta minutos na esteira. No começo, não me senti bem, um pouco enjoado, mas logo o corpo se adaptou bem e fiz o treino sem problemas.
Na quinta-feira, bike indoor, com big gear moderado de moderado de meia-hora precedido por 30 minutos de giro fácil.
Na verdade, me senti bem e acabei fazendo o treino um tom acima do recomendado, usando um pouco mais de força.
Na sexta-feira, nadei 3 km na Runner. Apesar do Vinícius ter pedido fraco, nadei com consistência e fiz o treino em pouco mais de 1:10! A água estava fria (23 graus), mas excelente para se treinar! Sai da piscina revigorado!
O final de semana, seria uma aposta, pois choveu muito em São Paulo. Arrisquei e 5:30 da manhã já estava em cima da bicicleta para pedalar de forma moderada e correr uma hora em seguida. Fiz até os últimos quinze minutos um pouco mais puxado, para arder a coxa e sair para correr um pouquinho mais cansado.
Mas que nada! Saio para correr e como se não estivesse feito nada antes!
E a minha corrida é feita no mesmo tempo das provas (50, 51 minutos). Em função da técnica de passadas bem curtinhas, eu não consigo ir muito mais rápido. Mas, eu nem canso! Pior: faço na corrida no mesmo tempo que faço nos olimpicos!
No final, não sei se faço nos treinos o que estou fazendo nas provas ou se estou fazendo nas provas o que faço nos treinos...Assunto para o coach!
No sábado a noite, chuva. Nem arrisquei levantar da cama no domingo de madrugada e, quando olhei pela janela, as noves horas da manhã, vi que agi certo: chovia.
Fiquei descansando e fazendo coisas triviais dos domingos - sem culpa (se é que isso é possível....)
Essa semana, volta aos treinos mais puxados. De qualquer forma, estou me sentido ótimo.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Internacional de Santos 2009

A minha prova começou com a aquela desgrama da natação: a correnteza estava levando muito e tive que corrigir a natação a todo momento para não ficar muito fora das bóias. Outra questão que me deixou apreensivo e que está sendo discutida em alguns fóruns de discussão é que as distância das bóias era superior a 1.500 metros. Fiz a prova para 33, quando ano passado foi 29.
Fui para a bike na boa e realmente acho que é a melhor parte do olímpico. Uma das maiores surpresas foi o desempenho do Chico, que me passou voando, a cerca de 40 km/hora. Impressionante e evolução do cara, que já em Pirassununga já tinha mostrado que um pedal muito forte!
Pedalei na relação mais pesada que tenho e com a cara no vento. Só me irritei quando um pelotão me engoliu, mas não passou. De repente, e uma menina gritou “esqueeeerrdáááá”...Pqp! Esquerda onde se não tinha espaço?
Bom, fiquei fulo, furei o pelotão e acelerei. Ai você desmonta o pessoal, porque alguns tentam te seguir, enquanto outros ficam esperando para ver o que acontece. Como a fuga deu certo, quando olhei para trás só os cabeças me acompanhavam. Provavelmente, meu tempo foi 1:10 (contra 1:12 de 2009).
Na transição para a corrida, parecia que eu não tinha pedalado. Minhas pernas estavam soltas. Mas como estou fazendo muitos treinos longos, fiz uma coisa mais cadenciada . Só “acordei” quando o Chico, que teve um desempenho sensacional, mesmo doente a semana toda, me chamou a atenção. Pensei: pôxa, isso aqui não é um Meio-Iron. Ai fui....
Na corrida, só me incomodou, verdadeiramente, o calor, pois tinha tanto fôlego como pernas para correr mais tempo se fosse necessário.
O tempo não foi bom, mesmo ficando todos muito nivelados. Obviamente, embora a prova esse ano tenha sido mais difícil e eu não tenha treinado para ela, gostaria de ter pelo menos obtido um resultado melhor, pois me senti forte na bike e na corrida. O problema foi que minha velocidade não foi tão alta quanto eu esperava que fosse.
Bom, fiquei fulo, furei o pelotão e acelerei. Ai você desmonta o pessoal, porque alguns tentam te seguir, enquanto outros ficam esperando para ver o que acontece. Como a fuga deu certo, quando olhei para trás só os cabeças me acompanhavam. Provavelmente, meu tempo foi 1:10 (contra 1:12 de 2009).
Na transição para a corrida, parecia que eu não tinha pedalado. Minhas pernas estavam soltas. Mas como estou fazendo muitos treinos longos, fiz uma coisa mais cadenciada . Só “acordei” quando o Chico, que teve um desempenho sensacional, mesmo doente a semana toda, me chamou a atenção. Pensei: pôxa, isso aqui não é um Meio-Iron. Ai fui....
Na corrida, só me incomodou, verdadeiramente, o calor, pois tinha tanto fôlego como pernas para correr mais tempo se fosse necessário.
O tempo não foi bom, mesmo ficando todos muito nivelados. Obviamente, embora a prova esse ano tenha sido mais difícil e eu não tenha treinado para ela, gostaria de ter pelo menos obtido um resultado melhor, pois me senti forte na bike e na corrida. O problema foi que minha velocidade não foi tão alta quanto eu esperava que fosse.
Mas o que mais apreciei foi o fato de terminar a prova inteiro, mesmo tendo fazendo força o tempo todo, sendo mais agressivo na bike e na natação.
A sensação é que se tivesse sido um Meio-Iron, eu teria me dado melhor...
Colocação geral:291
Colocação na categoria: 29
Natação: 32:57
Bike: 1:10:22
Corrida:51:55
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Semana de Treino

Começando pelo fim, neste domingo um treino de quatro horas no Riacho Grande e uma corrida de meia hora em seguida. Comecei a pedalar bem cedo, ao amanhecer. Hoje, o cansaço mental foi menor que o da semana passada e menos intenso também, já que tentei seguir o recomendava a planilha: treino fácil. O fato de ter gente conhecida treinando, ajuda ( o Edú, que fez essa foto, estava lá - animadissimo com a recepção do Blog Tr3Meios!)
Entretanto, apesar de ter rodado cerca de 100 km em um terreno difícil, achei o volume muito tranquilo e não fiquei com as pernas cansadas - tanto que, ao invés correr para soltar, fiz uma corridinha mais moderada no final.
Outra coisa que me espanta é o baixissimo esforço cardiovascular. Me sinto bem condicionado nesse sentido....
O que pegou, novamente, foi o sol. Sem proteção, judiei da pele...
No sábado, treino de transição. Outra vez, comecei a pedalar ainda de madrugada. Como está quente, é um belo programa, pois a USP está vazia e quando o movimento dos carros começa a apertar e atrapalhar o treino de bike, saio para correr. Cumpri o combinado, fazendo uma corrida de 11 Km em uma hora.
Na sexta-feira, o longo de natação, 3 km. Minha natação está como o pedal, ou seja, cadência lenta e pesada - no bom sentido. Estou dando menos braçadas, deslizand mais e nadando fácil. Parece que estou de palmar.
Na quinta, o treino de bike indoor. O centro do treino era 30 minutos de força, concentrado. Ao comparar com o treino de sábado, também de bike, me convenci que pedalar forte em bike estática é mais fácil. Você faz mais força, mas o giro não é tão constante - minhas pernas não "queimam" como acontece quando forço na USP.
Na quarta-feira, fiz o longo. Gostei mais desse treino do que da semana passada. Encontrei o pessoal da Runner na rua e o Marcos me acompanhou quase uma hora, puxando um pouco o ritmo. No período final de treino, corri um pouco mais forte dentro do Campo de Marte. Me senti ótimo.
Terça-feira, natação e spinning. A natação foi um treino de velocidade, 75 forte e 25 fraco. Difícil, mas tudo bem. No spinning, fiz a aula visando o reforço cardio.
Segunda, treino de uma hora progressio na esteira, sendo os 20 últimos minutos forte. Fiz, mas correr 20 minutos forte é perigoso em função da facilidade com que se pode quebrar. Como estou entrando em um campo que não conheço tão bem, fiz mas não me matei - embora tenha saido da esteira cansado.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Conta a história que uma vez perguntaram para Napoleão Bonaparte por que ele dormia apenas 4 horas por noite e ele respondeu: "Enquanto estou dormindo não posso desfrutar das glórias de ser o Imperador da França."


Enquanto não somos imperadores de alguma coisa, desfrutemos das glórias do esporte, bem cedo pela manhã.
Assinar:
Postagens (Atom)