<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110</id><updated>2012-02-11T12:44:17.039-08:00</updated><category term='long distance'/><title type='text'>Blog do Bessa</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>320</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-1193636240934827700</id><published>2012-02-09T15:44:00.000-08:00</published><updated>2012-02-10T03:59:51.930-08:00</updated><title type='text'>Texto em linha reta....</title><content type='html'>Quando ocorre uma acidente com um ciclista ou triatleta provocado por motoristas, os nervos ficam a flor da pele. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se esses acidentes se repetem no espaço de poucas semanas, a situação parece insustentável.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não vou fazer uma discussão sobre a relação predatória entre que motoristas e ciclistas.  Os posts nos Blogs do Ciro e do Max e a excelente discussão que segue no espaço dos leitores realmente resumem tudo o que se pode dizer sobre o assunto.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ou melhor: quase tudo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma coisa que me incomoda nessa discussão é que a "ficha cai" apenas quando há a morte de uma triatleta ou um ciclista.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entretanto, indo direto ao ponto: por quê não ficamos igualmente chocados quando esse tipo de barbárie atinge os ciclistas mais pobres que não são atletas?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bem, as últimas estatísticas dizem o seguinte: em 2001, os acidentes de trânsito com ciclistas vitimaram 1.000 pessoas. Em 2009, foram 1.600 mortes. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cadê a indignação com essas estatísticas estarrecedoras? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ahhh, sei...não são triatletas, é isso?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nós repetimos o problema da classe média mais elitizada nesse pais: as questões só se tornam visíveis pra nós quando batem a nossa porta ou a do nosso vizinho. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Grande parte das mortes não são de pessoas com o perfil sócio-econômico como o nosso ou dos camaradas que brigam por mais ciclovias em Moema. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esses são educados, tem recursos e são formadores de opinião capazes de brigar por seus projetos no gabinete do Prefeito ou do secretario de transportes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já a grande maioria dos ciclistas que "estão por ai" são pessoas totalmente expostas e desprotegidas que, não tendo renda para se deslocarem entre a casa e o trabalho com algum tipo de automóvel ou pelo sistema público de transporte, utilizam a bicicleta como veículo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O nível de vulnerabilidade dessa população &lt;/span&gt;no trânsito é&lt;span class="Apple-style-span"&gt; assustador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma pesquisa feita em Pelotas, no Rio Grande do Sul, nos diz o seguinte: 2/3 das pessoas que utilizavam bicicleta (cerca de 18 mil pessoas) o faziam para ir ao trabalho, sendo que 80% delas a usavam a noite e 70,0% em dias de chuva - o que reforça a probabilidade de acidentes, pois em relação aos equipamentos de segurança exigidos pelo Código de Trânsito Brasileiro, somente 0,3 das bikes tinham todos os equipamentos e 55% tinham apenas um equipamento. Em 90% dessas bicicletas não havia espelho retrovisor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E freios? 15% circulavam sem nenhum.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bem, e estamos falando de Pelotas, que não é uma cidade mal situada no ranking das cidades com melhor Índice de Desenvolvimento Humano. É possível imaginar a situação nas grandes áreas metropolitanas e nos chamados "municípios dormitórios".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hoje no Ironbrothers nosso amigo Curado estava preocupado com o número de ciclistas que utilizam suas bicicletas alcoolizados. Ele propõe um campanha que tenha uma visão global do problema, pois retirar os abomináveis motoristas bêbados do trânsito é parte do solução - parte fundamental, mas apenas parte.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com esse texto, não estou querendo aqui dizer que a morte de um ciclista ou triatleta não é chocante e muito menos que não devemos protestar até perder a voz cada vez que uma vida humana se perde.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A morte de qualquer um ou de mil é uma perda inestimável. Não se trata de números, que fique bem claro. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que estou querendo chamar a atenção é que essa coisa intolerável acontece todo dia!!!! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;TODO DIA!!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Utopia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-1193636240934827700?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/1193636240934827700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=1193636240934827700&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/1193636240934827700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/1193636240934827700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2012/02/texto-em-linha-reta.html' title='Texto em linha reta....'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-9159404758839623817</id><published>2012-02-06T14:36:00.000-08:00</published><updated>2012-02-09T04:05:50.262-08:00</updated><title type='text'>Internacional de Santos 2012</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DuXUoBnP3wU/TzMF9RxEfuI/AAAAAAAAAyc/tiqGzgTLRZY/s1600/int_santos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 182px; height: 182px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-DuXUoBnP3wU/TzMF9RxEfuI/AAAAAAAAAyc/tiqGzgTLRZY/s400/int_santos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5706911703107927778" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ano passado, mais precisamente no dia 20 de fevereiro, eu anotava aqui no Blog depois de ter alcançado um PB no Internacional de Santos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"(Fiz ) a prova para 2:27:53, cerca de quatro minutos abaixo do meu melhor tempo em triathlons Olímpicos até o momento. PB. (...) Mas esse meu lado mais crítico diz assim: alguns minutos não indicam que você mudou de patamar. Para isso, o ideal teria sido na casa dos 2:20. ;-)))"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Mudar de patamar" no contexto que escrevi era uma forma de registrar que melhorar alguns minutos é inegavelmente bom, mas pode resultar de questões circunstanciais: um dia sem correnteza no mar, pouco vento ou uma manhã sem sol podem nos fazer alcançar nossos "PBs", digo, nossos recordes pessoais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em 2009, minha natação no Iron foi para 1:26. Em 2010, caiu para 1:05. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nunca nadei tanto em tão pouco tempo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Virei uma baita nadador? Nada disso. Em 2009 deu tudo errado e, no ano seguinte, a correnteza Floripa nos empurrou para a praia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só em 2011 eu realmente alcancei um tempo compatível com a minha real capacidade de nadar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas é o meu tempo de 2009 que está registrado na minha história pessoal. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E não significa nada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em outros momentos, sinto que realmente eu consegui alcançar "algo". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Esse "algo" é muito subjetivo. Nem vou tentar explicar, pois se eu já me enrolo para explicar as coisas mais triviais, imagina como iria trupicar nas pernas para falar sobre uma coisa metafísica tal como "algo".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porque os que podem e tem condições de disputar um pódium, uma vaga para Kona ou Los Angeles, bem, esses tem uma medida muito objetiva do que é o desempenho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas a grande maioria de nós temos apenas objetivos pessoais e alguma esperança - conquistar a distância de um Iron, fazer um sprint abaixo de 1:10 ou ganhar uma vaga para o mundial na rolagem das vagas.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Algo" pra mim é assim: eu pego o ranking de uma prova com a distância de um triathlon olimpico e vejo que fiquei em 20, por exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A diferença entre o 20 e o 15 é de apenas um minuto, que julgo muito pouco: cinco posições pra baixo, cinco para cima pode ser apenas o resultado de uma questão de momento, de alguns detalhes, enfim.... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesse quadro, tem ano que eu fico um pouco na frente, tem ano que fico um pouco atrás.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As vezes parece que estou regredindo. As vezes parece que estou avançando.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas no fundo, no fundo estou no mesmo lugar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim entendo "mudar de patamar" como uma coisa mais consistente, em que eu pulo de uma faixa pra outra. Pode ser sua faixa de tempo, colocação ou mesmo nadar, pedalar ou correr como aqueles amigos que fazem coisas que eu invejo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Simples e muito intuitivo, sabe?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Era assim que eu pensava ano passado. Melhorar, mesmo, seria alcançar no Internacional de Santos 2:20. Chegar junto com "os caras" que ficam no bloco intermediário entre os que ganham e os que ficam um pouco atrás. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mal falando, não é a "elite"; é uma "classe média alta". (rs)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para fazer valer a pena o Internacional de 2012, eu teria que subir um degrau na escada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Mas seria difícil.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como estamos no começo do ano, os resultados dos treinos de cada dia foram sofríveis, em que pese ir melhorando aos poucos...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando eu olhava o que acontecia no dia a dia, não projetava nada em termos de desempenho. Nas duas primeiras semanas tive dores musculares e alguns dias fiquei sem poder treinar por conta disso. Fora que me sentia com 120 quilos....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Só que o resultado da prova foi diferente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A sensação foi que "o todo" (a prova) não foi igual a soma das partes (cada dia de treino).&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Acho que nesses momentos mais complicados, não conseguimos ter uma perspectiva do nosso estágio de preparação: como vou fazer o melhor em um prova disputada, difícil, se não consigo ao menos dar conta das pequenas batalhas na rotina dos treinos do dia a dia?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Eu vou lá fazer o quê? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ai entra o coach...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas vamos aos poucos...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: bold;"&gt;Treinos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esse ano o Internacional foi mais cedo que o ano passado. Quando o Rodrigo Tosta me enviou a planilha, pediu para dar uma segurada na intensidade nas duas primeiras semanas de janeiro. Além disso,  seria um período de retomada e, portando, de treinos curtos que mal extrapolavam uma hora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas não "treinei menos". Treinei mais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como acordar cedo tornou-se um hábito, incorporei às manhãs de terças e quintas um pouco de musculação, alongamento e um pouco funcional na academia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não fiz isso pensando em performance. Foram basicamente por dois motivos: primeiro, porque gostaria de não me machucar tanto como aconteceu no segundo semestre do ano passado. Pode dar certo, pode não dar. Mas eu estou me esforçando....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O segundo motivo é que os treinos são curtos, como disse - só que alguns deles são intensos. E intensidade é algo me que dói mais mental do que fisicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ir na academia pela manhã sabendo que não estou lá para sofrer me ajuda a suportar esse período. Não que seja "facinho" - são exercícios com esforço moderado, sendo que alguns bastante desafiantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, passei a treinar todos os dias em dois períodos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As segundas-feiras, eu fazia nadava pela manhã. Basicamente volume com esforço progressivo. A noite, fazia alongamento em casa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na terça-feira, uma hora de academia pela manhã mirando as pernas e, a noite, um treino no rolo - aquecimento, depois 5 x 1 minuto forte a 90 rpms e mais 10 forte com 70 rpms. Duas vezes. &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Treino curto, mas tinha que ser forte!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na quarta-feira pela manhã natação, cuja parte principal era um TT de 1k ou 20 chegadas. Ao final, saia da água imprestável, mas a noite eu corria 40 minutos aqui perto de casa e fazia mais alongamento para descontrair.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quinta-feira, mais musculação pela manhã, mas com foco no tronco. A noite, mais rolo: treino muuuuito pesado: 5, 10 e 15 minutos no Big Gear - coisa de 45 rpms FORTE. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas esse eu até gostava, viu? Saia ensopado, mas sem aquela sensação de "afogamento".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sexta-feira pela manhã outra vez na piscina. Coisa de 45 minutos. A noite, corrida puxada na esteira - 20 de aquecimento, 3 x 1 minuto no talo e 1 médio para não deixar a frequência cair muito e, em seguida, 10 minutos moderado/forte. Isso três vezes. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Treino difícil. Quando na planilha está escrito "moderado", eu por hábito sempre faço "moderado/forte" porque não gosto de sair de um exercício com a sensação de que o treino foi "tranquilo" - a exceção de quando está explicitamente colocado que deve ser "fácil".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nem dava tempo de descansar e no outro dia lá estava eu no Campo de Marte para fazer 800 forte e 200 relax, 800 forte e 200 relax...até alcançar 1ok. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mesmo com as pernas travadas e me sentindo pesado, fui melhorando semana a semana.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, finalmente, um pedal Time Trial de 40 Km no Riacho Grande - que eu só fiz uma vez lá, pois choveu muito em janeiro. Substitui pelo rolo, fazendo a mesma distância aqui na sala de casa....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Resultado? Excelente!!!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quebrei no primeiro domingo. Quebrei no segundo. Quebrei no terceiro. ;-))))&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu errava a intensidade todas as vezes e nem dava 20k, mas empurrava o pedal até o final por pura teimosia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu tinha que me testar antes do Internacional, pois tinha feito o Bike Fit com o Pipo em dezembro e não tinha pedalado uma vez sequer na rua depois do 70.3 de Miami.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fui para o Riacho uma semana antes da prova. Fiz os 40k lá com média de 36.5 km/hora, gemendo como um burro velho naquelas subidas da p%$%#%...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas sabe quando você está tanto tempo sem fazer um treino que chega a perder a noção se está bom ou tá ruim?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ainda lá perguntei para o Clodoaldo Oliveira o que ele achava, se era razoável e ele respondeu "Ôôôôôô...". :-)))))&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas escrevi para o Rodrigo que a prova era cedo demais e que não tinha dado tempo de me preparar como eu queria. Tinho feito apenas um treino de transição...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ai ele me tranquilizou (como sempre) e a gente combinou que, bem, o que importava era fazer o melhor. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pensar apenas nisso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não teve polimento, apenas um dia de descanso no sábado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;A Prova&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esse ano cheguei em cima da hora e fui logo arrumando as coisas. Como estava tenso, também fiquei mais focado e fui logo para a praia. Mas só consegui molhar o corpo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E começar sem aquecer não é bonito....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da largada, parei ali na areia e olhei as bóias. Pensei "a bóia que eles colocam para a elite está ali no meio. Portanto, tenho que ignorar essa que está mais perto e mirar aquela lááááá atrás".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beleza!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mar estava uma piscina, mas a gente tinha que andar muito dentro da água antes de começar a nadar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecei a nadar, nadar, nadar...e rapidamente notei que a primeira bóia estava pertinho. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pensei "Nossa, tô bem...."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Beleza (2)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;"Espera! Mas está pertinho demais essa bóai, hein?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ganha um doce quem conseguir advinhar para qual bóia o esperto aqui nadou...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bidú. :-((((((&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virei o corpo para a direita e vi a bóia correta no fundo do mar....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vou eu lá atrás dela. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que não estava me sentindo muito bem. Meus braços doiam. Nadei como deu, mas sentia que vinha um povo atrás e que eu estava entre os últimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado foi longe do esperado: 00:28:21, sendo o 32º colocado na categoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sai da água e fiz uma transição até decente, pois nadei com um speedsuit e tirei rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O começo do pedal em Santos é complicado, porque as condições do asfalto são muito irregulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem trecho bom, tem trecho que arranca dentadura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como tenho um DNF em razão de um tombo por aquelas bandas minha estratégia era conservadora até a Anchieta. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando saimos do trecho urbano, abri uma boa distância de quem estava pedalando comigo naquele inicio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uns tempos para prá, meu pedal em provas de triathlon é Time Trial. Eu simplesmente pedalo como se não fosse correr depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque eu sei que dá. Não consigo explicar se é acumulo de tempo no triathlon (embora esse seja bem curto) ou o fato de pedalar "travado" e com passadas curtas depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei apenas o seguinte: quando sair para correr as pernas vão estar "soltas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, tem outra coisa - tenho uma coisa com a minha bike que vou te contar!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha, minha Fuji  Aloha 1.0 é de alumínio e baratinha, baratinha. Só que, não sei explicar, comigo ela simplesmente funciona!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como ela, gosto de ver minha sombra projetada no asfalto e gosto mais ainda do ouvir aquele som da roda girando quando despejo  potência no pedal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Bem, pedalei contra o vendo na ida e fiz a primeira parte com média de 37 km/hora. Entretanto, no retorno, vinha um pelotão gigante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Gi-GAN-TE.....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrei de um toque do Kleber Correa - encosta no muro da Anchieta e pedala forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o que fiz. Fui ultrapassando fácil, mesmo sentindo que as vezes estava um pouco afogado e com as pernas ardendo nos momentos em que eu tinha que ultrapassar os caras mais fortes. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que depois mue fôlego voltava ao ritmo normal e minhas pernas paravam de arder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava indo para 38,5 km/hora e subindo, subindo, subindo....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que perto da área mais urbanizada o pelotão, que ficou menor, me alcançou. Parece uma chuva de meteoros...um, dois, três, quatro, cinco...oito...dez...vão te ultrapassando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirei o pé para deixar os caras passarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, pelotão de triatleta em que o vácuo é proibido é coisa de gente fraca (e covarde) que precisa dos outros para fazer algo que deveria fazer por sua própria conta. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;São ciclistas fracos porque juntos eles te alcançam, mas não tem força para ir embora!!!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No Riacho Grande os pelotões dos ciclistas não te dão chance.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Mas lá me Santos, não. Eu rapidamente chegava nos caras novamente, ia para a esquerda e pedia passagem. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ia para frente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que o rapaz que puxava os caras (ele sim, muito bom) me seguia e trazia novamente um, dois, três, quatro, cinco...dez caras me ultrapassavam em sequência!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu pedia ao fiscal que acompanhava o pelotão (sim, ele "acompanhava") que acabasse com aquilo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu estava querendo ir embora e ao mesmo tempo morria de medo de ser fotografado naquela situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que o fiscais (aliás, Moto 11) apenas pediam para o pessoal ir para a direita para dar passagem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas isso!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;E ninguém atendia o fiscal. O cara da minha frente, para quem eu gritava "esquerda, esquerda..." virou pra mim e disse " não, dá! A gente não pode perder o lider".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juro por Deus! :-((((((&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virei para o fiscal e gritava com ele que aquilo era um absurdo! Ai o sujeito me disse "vácuo era proibido apenas para a elite".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu tive vontade descer da bike para tirar o capacete e jogar naquela moto!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando chegamos na cidade já não era possível fazer mais nada, pois se pedalava entre os cones onde apenas duas bikes podiam passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirei o pé para aquele povo ir embora e quando olhei a média tinha despencado. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acho que sou o único otário capaz de utilizar um pelotão para prejudicar a sí mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que prefiro que seja assim do que ficar no meio de um agrupamento e depois dizer "Eu não queria, mas não teve jeito, né? Fazer o quê..."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sei....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei retomar naquele retão antes da transição. Pedalei forte, mas sempre pedindo para ultrapassar os que estavam na frente e pedalando em grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado não foi ruim e consegui 1:04:39 (contra 1:11 de 2011). Considerando que na bike se conta as duas transições, só o pedal mesmo deu pouco menos de 60 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No contexto da prova, a coisa já tinha melhorado bastante, pois fui o 8º da categoria com esse pedal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, costumo ser "folgado" nas transições, mas fiz uma T2 relativamente rápida e fui embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas pernas estavam bem e não senti o esforço da bike. Como tinha feitos de 10k com com "tiros" de 800 metros, estava bastante confiante que não iria quebrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, pôxa, para quem fez só prova de 70.3, correr 10k não seria aquele drama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que não importa, sempre é um drama!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque quando você está buscando "algo" (lembram do "algo"?) nunca para de fazer força. Se diminui a distância,  você faz mais força ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como fiz força!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vinham uns cara bons no meu encalço, como o Luis Tinello, pensava que deveria em acelerar em algum momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vou acelerar nos últimos 5k."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não, não...vou acelerar nos últimos 4k."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Espera... deixa para quando faltarem 3k."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Pôxa, vou esperar mais e ir com tudo nos últimos 2k."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Huuuummm...acho que vou deixar para o último quilômetro...."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Caramba, um um quilômetro é muita coisa! Deixa chegar nos 500 metros finais..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na real mesmo, só quando entrei na areia dei aceleradinha....:-))))))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz a corrida para 0:45:28 contra 0:49 no Internacional do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando minha faixa etária, foi a 10º melhor corrida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo: não fosse a natação horrível, daria para ter ficado entre os dez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado global de 2:18:20 - 15 na faixa e 219 no geral.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Feliz? Bom, o Vagner do ano passado e que escreveu aquele post no Blog está bem satisfeito.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que está aqui na frente do computador, por outro lado, está pensando "foi bom, mas eu poderia ter feito melhor. Tenho que nadar de forma descente, menos estúpida e fazer mais força no pedal para ficar longe dos pelotes. Dava para ser 2:15!!!!!"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esse lado critico pode ser bom para a gente não se acomodar, sentar em cima das metas alcançadas e achar que agora pode comer pururuca com torresminho...;-))))&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas as vezes parece uma maldição - nada, nunca está bom!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-9159404758839623817?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/9159404758839623817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=9159404758839623817&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/9159404758839623817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/9159404758839623817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2012/02/internacional-de-santos-2012.html' title='Internacional de Santos 2012'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-DuXUoBnP3wU/TzMF9RxEfuI/AAAAAAAAAyc/tiqGzgTLRZY/s72-c/int_santos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-1566892428276205467</id><published>2012-01-29T13:19:00.000-08:00</published><updated>2012-01-29T13:20:08.404-08:00</updated><title type='text'>Vem comigo...</title><content type='html'>&lt;iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/DHuH7KaPbLc" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-1566892428276205467?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/1566892428276205467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=1566892428276205467&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/1566892428276205467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/1566892428276205467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2012/01/vem-comigo.html' title='Vem comigo...'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/DHuH7KaPbLc/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-3894393917663365062</id><published>2012-01-15T15:31:00.000-08:00</published><updated>2012-01-16T05:32:01.498-08:00</updated><title type='text'>A Árvore e a Floresta</title><content type='html'>Uma coisa que me passou pela cabeça nesses tempos de muita discussão (e poucas conclusões) é a forma como nós nos livramos de certos problemas usando expressões que são tiro e queda para debates muito polêmicos.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No recente embate de idéias sobre os efeitos da musculação no triatlon que teve origem a partir do texto da Ana Lidia e dos Ciro no MundoTri, foi muito interessante ver a forma como as pessoas colocam seus argumentos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No Ironbrothers, uma comunidade de amigos no Facebook, a discussão foi pendular. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Primeiro, um movimento forte de apoio as idéias do Ciro. Depois, chegou a cavalaria da musculação....:-))))&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo com muita tranqüilidade e sem o estresse que se viu no fórum do MundoTri. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas em qualquer um desses fóruns, no meio de um tiroteio argumentos de parte a parte, era inevitável os mais conciliadores proporem algo como "cada um é um" (sic) ou "tudo depende da pessoa", "pode não dar certo para uns, pode dar certo para outros".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No fundo, as pessoas estão fazendo uso, mesmo que de forma implícita, do tal principio da "individualidade biológica".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em resumo, tal principio diz que cada organismo reage de forma diferente ao mesmo estimulo, gerando adaptações especificas. Cada indivíduo é único.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Musculação é bom para alguns. Musculação não faz diferença para outros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Tudo depende da pessoa"...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois é, tudo bem...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se cada individuo é irredutível a uma unidade maior, como podemos dizer se algo faz bem ou se faz mal?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E como todo mundo se acha uma árvore única, uma obra divina diferente da outra ao lado, se questiona muito o uso de estatísticas, já que essa se presta a fazer generalizações.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porque estatística não é a visão da Árvore. Estatística é a visão da Floresta. É a visão da população como um todo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tem gente que não acredita em Floresta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que você só faz vacinas pensando na Floresta. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E pelo que tenho noticia, as vacinas funcionam muito bem...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas em contextos diferentes, as pessoas podem utilizar a lógica oposta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Exemplo?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um dia um amigo meu, fumante convicto, me veio com essa "Meu tio fumou desde dos 14 anos e viveu 90 anos". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ué, o que ele está dizendo? Fumar faz mal? Resposta: depende da pessoa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu, você e o mundo sabemos que o cancer de pulmão está relacionado ao tabagismo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas estatística é baseada em correlações e probabilidades. Não é destino.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que duvido muito que você vá usar da tal "individualidade biológica" para argüir o meu amigo, não é? :-))))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela mesma razão que se advoga que "cada um é um", poderíamos dizer "sim, você está certo - tem gente que fuma e se dá mal, tem gente que fuma e não acontece nada".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas tenho certeza que você vai usar a visão da floresta. Vai dizer que "X% dos que fumam tem X% a mais de chance de terem essa doença".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Nesse sentido, acho o seguinte: nós talvez não tenhamos ainda uma resposta definitiva ou convincente para afirmar categoricamente se musculação é ou não benéfica para a performance de triatletas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que argumentar que "cada um é um" não é uma resposta. É apenas uma afirmação genérica.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não tenho dúvidas que utilizada em um contexto correto a idéia de "individualidade biológica" pode trazer enormes avanços sobre o conhecimento da fisiologia humana.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não estou sugerindo jogar essa idéia no lixo. Não é isso...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas no esporte, pelo amor de Deus, é para poucos a tal "individualidade biológica". Em hipótese, é para atletas que rompem paradigmas e fazem técnicos e cientistas voltarem aos laboratórios: Lance Armstrong, Pelé, Michael Phelps, Serguei Bubka, Usain Bolt, Ricardo Prado e tantos outros...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esses sim, são arvores monumentais. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nós, por outro lado, somos muito parecidos no que toca a nossa "mediocridade" biológica. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aliás, ainda bem que é assim...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-3894393917663365062?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/3894393917663365062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=3894393917663365062&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/3894393917663365062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/3894393917663365062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2012/01/arvore-e-floresta.html' title='A Árvore e a Floresta'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-4362998902808933068</id><published>2011-12-31T11:26:00.000-08:00</published><updated>2012-01-01T02:21:38.471-08:00</updated><title type='text'>2012 - Into the Night</title><content type='html'>&lt;div&gt;"Into de Night" é quase um &lt;i&gt;cult movie&lt;/i&gt; da sessão da tarde, mas um filme um tanto esquecido da boa safra dos 80. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Conta a história de um cara, interpretado pelo Jeff Goldblum, que leva uma vida modorrenta, sofre de insônia e tem um emprego insuportável.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma vida tão deprimente que ele sequer encontra ânimo para reagir a traição que a mulher (medonha) lhe impõe com o próprio chefe.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E quando as coisas estão monótonas e deprimentes, parecem que duram uma eternidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até que....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até que dirigindo para o aeroporto ele dá de cara com uma contrabandista que está sendo perseguida por iranianos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A tal contrabandista, nada mais, nada menos, é interpretada Michelle Pfeiffer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A noite que ele vão passar juntos é a antítese da vida medíocre e acomodada que ele aceitou com naturalidade durante anos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As vezes a vida da gente parece ser um tempo muito longo de desamparo e desesperança...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas casualmente pode aparecer uma Michelle Pfeiffer fugindo de uns caras maus, precisando desesperadamente de alguém...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E ai as coisas podem mudar...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Você só precisa estar disposto a encarar certos perigos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se arriscar.... :-)))))&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ótimo 2012!!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/yuFNMj6eU0A" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-4362998902808933068?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/4362998902808933068/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=4362998902808933068&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/4362998902808933068'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/4362998902808933068'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/12/2012-into-night.html' title='2012 - Into the Night'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/yuFNMj6eU0A/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-6213369683670870879</id><published>2011-12-11T12:52:00.000-08:00</published><updated>2011-12-11T13:25:32.163-08:00</updated><title type='text'>Poema em Linha Reta</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 7px; -webkit-border-vertical-spacing: 7px; "&gt;&lt;p&gt;Ouvi esse poema pela primeira vez quando foi declamado pelo meu professor de língua e literatura portuguêsa no cursinho do Universitário.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 7px; -webkit-border-vertical-spacing: 7px;"&gt;Serve para diferentes leituras, diferentes perspectivas...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 7px; -webkit-border-vertical-spacing: 7px;font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 7px; -webkit-border-vertical-spacing: 7px; font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;No meu caso, ajuda a me perdoar quando isso parece impossível, ou a dar o primeiro passo, quando o medo de arriscar e parecer ridículo me paralisa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 7px; -webkit-border-vertical-spacing: 7px; "&gt;&lt;p   style="  ;font-family:Times;font-size:medium;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Fernando Pessoa (Álvaro de Campos)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p   style="  ;font-family:Times;font-size:medium;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Nunca conheci quem tivesse levado porrada.&lt;br /&gt;Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;p&gt;E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,&lt;br /&gt;Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,&lt;br /&gt;Indesculpavelmente sujo,&lt;br /&gt;Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,&lt;br /&gt;Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,&lt;br /&gt;Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,&lt;br /&gt;Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,&lt;br /&gt;Que tenho sofrido enxovalhos e calado,&lt;br /&gt;Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;&lt;br /&gt;Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,&lt;br /&gt;Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,&lt;br /&gt;Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,&lt;br /&gt;Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado&lt;br /&gt;Para fora da possibilidade do soco;&lt;br /&gt;Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,&lt;br /&gt;Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Toda a gente que eu conheço e que fala comigo&lt;br /&gt;Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,&lt;br /&gt;Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quem me dera ouvir de alguém a voz humana&lt;br /&gt;Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;&lt;br /&gt;Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!&lt;br /&gt;Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.&lt;br /&gt;Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?&lt;br /&gt;Ó príncipes, meus irmãos,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Arre, estou farto de semideuses!&lt;br /&gt;Onde é que há gente no mundo?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?&lt;/p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;p   style="  ;font-family:Times;font-size:medium;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Poderão as mulheres não os terem amado,&lt;br /&gt;Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!&lt;br /&gt;E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,&lt;br /&gt;Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?&lt;br /&gt;Eu, que venho sido vil, literalmente vil,&lt;br /&gt;Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div   style="  ;font-family:Times;font-size:medium;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-6213369683670870879?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/6213369683670870879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=6213369683670870879&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/6213369683670870879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/6213369683670870879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/12/poema-em-linha-reta.html' title='Poema em Linha Reta'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-4769517849449731814</id><published>2011-12-03T13:18:00.000-08:00</published><updated>2011-12-06T04:56:42.339-08:00</updated><title type='text'>O Pulo do Gato</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Neste Blog, tenho o hábito de não responder aos comentários apenas por convenção. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Ela vem da época que eu perdia meu tempo escrevendo para jornais. Sempre ficava puto quando no painel do leitor a tal “resposta da redação” tinha mais espaço que as cartas dos assinantes do jornal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Da mesma forma que um jornal, entendo que o autor do Blog tem um grande espaço e todas as ferramentas para opinar, enquanto a área de comentários é relativamente reduzida, além de ser de leitura opcional e de pouca visibilidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;A exposição dos argumentos acaba ficando desigual, sempre a favor do Blogueiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Esse não é um modelo mais bacana – na verdade, até gosto mais do Blogs do Xampa, Wlad, Max ou Ana Oliva e tantos outros, na qual há uma interação simpatica entre o autor dos textos e os leitores, com troca de experiências dos dois lados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Já eu, por outro lado, fico preso as minhas manias.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Quando tenho algo pendente, se tiver o email, escrevo para a pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;E foi o que ocorreu no caso do Max. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Acho que não interessaria para as pessoas explicitar o conteúdo dessa conversa nos termos em que ela foi feita – porque uma parte desses emails são assim: “eu não falei isso, não falei aquilo”, “mas eu não disse que você falou”, “só que ficou parecendo que você falou”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;O que interessa é a parte que eu falei mesmo e ele também….:-))))&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;A principio, a fim das pessoas terem mais informação sobre o assunto, combinamos que eu publicaria o texto do Max, que está na área de comentário, nesse espaço e uma tréplica minha e quantas "réplicas" fossem necessárias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Nesse meio tempo, o Max fez um texto, que achei mais estruturado e mais claro que o depoimento que ele deixou aqui no Blog.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Além das próprias idéias do autor, recomendo a leitura do texto em função do debate que seguiu no espaço dos leitores. Lá estão depoimentos e informações valiosas que complementam a linha de pensamento dele.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Clique &lt;a href="http://maxkonabikes.blogspot.com/2011/12/mais-um-round.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ver o texto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;No caso da nossa discussão, achei bastante oportuna a discordância. Ele me tratou com deferência e gostaria de retribuir no mesmo sentido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Embora as pessoas possam ler as próximas linhas como um texto onde as diferenças se acirram ainda mais, na prática meu movimento tem se dado no sentido inverso.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Então por quê prosseguir com a discussão?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Porque aprofundar a troca de idéias, expor dúvidas e problematizar argumentos é minha forma de expressar respeito a uma pessoa que me deu a oportunidade de um debate que, seguramente, me tirou da minha zona de conforto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Bons combatentes querem adversários a altura.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Não sei se estou nesse nível, mas vou tentar pelo menos sair das cordas....&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Então vamos a mais um round....;-))))&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Acho que nenhum de nós dois discordou sobre o seguinte: informação sem contexto, sem interpretação torna qualquer equipamento que gera estatísticas um brinquedo caro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;A discussão não se resume, portanto, não é o "uso", mas o "uso eficiente" de qualquer equipamento que chamo de "máquinas de calculo", que vão de monitores cardíacos a potenciômetros. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Embora tenham funções e propriedades distintas, para a minha linha de raciocínio, isso é irrelevante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Mas deixa eu azedar a conversa um tantinho.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Em primeiro lugar, a comparação entre potenciômetro ou monitores cardíacos, com rodas Zipp ou aerobar, tênis ou óculos, é uma discussão que não cabe.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;São coisas que não estão no mesmo nível.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;O "custo" (monetário ou não) de umáquina de calculo do quilate de um potenciômetro não se reduz ao que você paga "na boca do caixa", mas também &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;o que você precisa fazer (e conhecer) para usar de forma eficiente as informações que esses aparelho produz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;A questão dos medidores de potência é infinitamente mais complexa, pois exige que você agregue ao seu uso competência para a interpretação dos dados - se você (ou o seu técnico) não faz isso, esse equipamento vale menos que o discutível guidão de carbono - esse você põe na bike e o benefício (na hipótese de existir um) é imediato.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Embora exista, sim, uma diferença importante entre esses equipamentos, no sentido de que com alguns deles você "compra" performance e, com outros, você se torna mais consistente, isso é verdadeiro apenas se você saber usá-los corretamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Se não for assim,  ao adquirir um MP você pode ter comprado caixa de pandora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Nesse sentido, e discordando do Max, considero o medidor de potência complexo demais como a primeira compra depois da bike.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Não que ele não tenha razão sobre a pobreza de perspectiva de um sujeito gasta uma fortuna comprando recursos ergonômicos, como capacete aero, pedais mais leves ou rodas de carbono quando poderia estar preocupado com a consistência da sua condição física e atlética.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;A minha preocupação é que o pleno aproveitamento desses recursos envolve conhecimentos específicos, sobretudo sobre campos relativamente complexos para leigos, como fisiologia, nutrição, mecânica, fisica e metodologias de treinamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Bem mais útil, na minha opinião, seria um rolo ou, antes disso, uma boa assessoria ou, antes disso uma academia onde se pudesse praticar exercícios funcionais ou, antes disso, acesso a uma fisioterapeuta ou, antes disso, um nutricionista ou, antes disso.....&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Enfim, se o foco é o indivíduo, há várias coisas que podem ser feitas depois que se compra uma bike e antes que se adquira um potenciômetro.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Mas, convenhamos, pode-se argumentar que isso não precisa ser assim. Não sendo o comprador da bicicleta ou atleta um autodidata, sempre há a possibilidade de se delegar essa tarefa de análise ao coach. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Então um ponto importante é o seguinte: quantos profissionais podem lidar com esses equipamentos no Brasil?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;No seu Blog, o Max indicou quatro. Ainda é pouco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Na minha opinião, a disseminação dos medidores de potência só será efetivamente útil se for acompanhado por um programa de capacitação de técnicos e atletas, tanto com o equipamento, quanto com os &lt;i&gt;softwares&lt;/i&gt; que permitem a organização das informações para o planejamento dos treinos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;E esse é um gargalo considerável, embora de jeito nenhum uma barreira impossível de ser vencida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Mas que tal esperarmos mais profissionais com conhecimento sobre o assunto para comprarmos esse equipamento?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;E, agora, vou me arriscar e colocar outro ponto: eu acho que a gente está com o foco errado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Como questionar a pertinência ou não desses equipamentos sem discussão prévia sobre &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;metodologia de treinamento?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:Helvetica;" class="Apple-style-span" &gt;Imagine uma cena insólita: voltamos ao tempo, no ano de 1948, oferecemos nosso mais poderoso Garmin do século XXI a um corredor romântico chamado Emil Zatopec, que estava ali naquelas paradas da Europa Oriental fazendo seus treinos intervalados pela manhã e a tarde.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:Helvetica;" class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Ele certamente ficaria curioso. Iria examinar o aparelho. Explicaríamos a ele os recursos do monitor e todas correlações estatísticas entre VO2, lacto, recrutamento de fibras e por ai vai.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Tudo isso, claro, pressupondo que ele fizesse treinos baseados em freqüência cardíaca.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;O "detalhe" é que essa metodologia ainda não tinha sido inventada e esquecemos de trazer um treinador do século XXI para poder utilizá-la.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Houston, we have a problem...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Certamente, aquele corredor ficaria com o relógio, até acabar a bateria - depois ele voltaria ao seu velho e eficiente relógio de ponteiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;O que quero dizer com isso é que a questão não são "monitores cardíacos".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Eles são ótimos!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia,serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;A questão central é o que temos a dizer&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt; sobre treinos baseados em zonas de freqüência cardíaca.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia,serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Trocar o debate sobre métodos de treinamento pela utilidade ou não de máquinas de calculo significa transformar esses aparelhos em "fetiches" - &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt; defensores e detratores projetam nesses objeto como quê poderes mágicos, negativos ou positivos, que podem nos salvar ou nos levar a pro buraco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;No meu entender, a chave que abre todas as portas não são gadgets, mas a filosofia de treinamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Quanto a gente não tem clareza sobre isso, fazemos um sururu por nada...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Isso fica explicito quando aqueles que defendem os medidores de potência (ou monitores cardíacos) não conseguem aceitar que os indivíduos tenham outro tipo de conhecimento ou feedback sobre seus treinos que não seja em Watts.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;É comum a frase "Ahhh, sujeito treina no escuro", que expressa uma tal falta de bom senso que dispensa discussões. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;E, muito sinceramente, para não dizer que sou (totalmente) parcial, tão ruim quanto esse raciocínio, é o seu oposto, que afirma que aqueles que usam instrumentos de medição abdicam totalmente do seu autoconhecimento&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Esse debate é estéril.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;O pano de fundo de tudo que se discute sobre gadgets  é outro.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Pelo menos até onde consigo enxergar as coisas, existe uma bifurcação de filosofias de pensamento que se colocam em lados opostos pessoas favoráveis e não favoráveis ao uso desse tipo de tecnologia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Há uma escola, captaneada pelo Brett Sutton e atletas como Chrissie Wellighton, Chris MacComack &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt; e toda uma linha de pensamento que daria oriem a metodologia do Ironguides por meio do trabalho do Marc Becker. Essa vertente tem por base a percepção de esforço.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Nessa perspectiva, a sensibilidade sensorial é uma capacidade que deve valorizada. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;É a nossa sensibilidade que mantém nosso contato com a realidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:Helvetica;" class="Apple-style-span" &gt;Tudo bem que alguns ironizam e dizem que nessa corrente o Brett é um pouco peculiar - os indivíduos tem seu próprio nível de percepção de esforço, mas se ele não concorda ela, a última palavra é dele. :-)&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Bom, nesse linha, atletas que tem sua sensibilidade aguçada são mais confiantes, improvisam e são capazes de assumir mais riscos que aqueles que correm em ritmo pré-definido. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Para o Macca, por exemplo, se ele "sente" que pode partir para uma fuga, ele não olha para o relógio - ele simplesmente "sabe" que pode. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Isso coloca em questão o raciocínio do Max, que cria uma disjuntiva questionável entre uma perspectiva competitiva baseada no uso de potenciômetros e outra, não competitiva, baseada no uso dos sentidos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;A segunda escola, mais quantitativa, é utilizada por técnicos com Hunter Allen e atletas do naipe de um Jordan Rapp e Andy Potts.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;E, muito interessante, enquanto o primeiro time é mais radical e homogêneo, o segundo tem uma abordagem mais variada e flexível (e mais rica, na minha opinião).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;De forma geral, advogam que o desenvolvimento das habilidades relativas a percepção de esforço levam tempo, quando não anos, e os gadgets podem dar um feedback mais rápido do que realmente aconteceu, permitindo avaliar como o treinamento está progredindo e quais os ajustes necessários para o atleta tentar ultrapassar suas metas ao longo de uma temporada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Mas há opiniões diferentes também de como usar os MP entre seus defensores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;John Cobb  afirma que os números produzidos pelos medidores de potência deveriam ser lidos apenas pelos coachs, enquanto os atletas deveriam se ater as provas ou, mais especificamente, aos aspectos táticos da competição sem esses equipamentos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;J&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;á Rapp vê no potenciômetro uma vantagem competitiva se usado tanto em treinos quanto em provas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;O balanço disso?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;No meu modo de ver, o "pulo do gato" seria a superação dessa dualidade entre Sensibilidade x Gadgets, entre o Mundo Vivido x  Mundo dos Sistemas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Como diz o Vance Store, um defensor dos gadgets,  "Ferramentas que fornecem dados sobre sessões de treinamento são o feedback mais puro que existe, e quando usadas em conjunto com o feedback do atleta, torna-se ainda mais poderoso".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Agora, gostaria de dar um depoimento honesto sobre essa discussão toda.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Porque eu não queria esse Blog fosse lugar para uma análise fria de correntes teóricas, tal como um artigo acadêmico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Eu assumo minha parcialidade como uma posição pessoal.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Ela existe, sim. É fato.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;E toda a parcialidade nos impõe "pontos cegos".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Os meus costumam ter a dimensão de um buraco negro... ;-)))&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:Helvetica;" class="Apple-style-span" &gt;Quando questionei o uso desse equipamento com o Felipe Amante, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:Helvetica;" class="Apple-style-span" &gt;começamos uma discussão muito didática (pra mim) sobre o assunto.&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Discussão que, na ponta do lapis, ele mostrou ter mais razão que eu, diga-se.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;No final, como já escrevi em algum lugar, joguei a toalha e aleguei a ele que a minha resistência no fundo tem razões pessoais, já que meu trabalho é com estatísticas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Eu sei exatamente o significado de "trabalhar com dados".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Ao envolver "dados" no esporte significa tratá-lo como objeto de análise.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Significa transformá-lo em um prolongamento do meu oficio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Eu não sei se quero "treinar melhor" e de "forma mais eficiente" se o custo de fazer isso for esse.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;Mas tenho certeza que quero nadarpedalarecorrer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Se o triathlon fosse apenas medido em watts, muito pouco restaria pra mim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;No meu caso, mesmo "competir" é também uma coisa lúdica.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Minha sanidade e meu prazer com o esporte depende de um lugar em que posso fazer algo que não seja medido por "taxas", "indices", "indicadores", "bits" ou "watts".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Isso faz parte do rol de questões para explicar o meu "romantismo".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Em um sociedade em que tudo somente é valorizado enquanto é medido e se chega ao cúmulo de almejar um   "PIB da Felicidade", tal atitude envolve uma certa negação de valores dominantes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;Assim como fazem aqueles que, em uma sociedade mercantil e utilitarista ao extremo, se dizem mais preocupados com o "Ser" do que com o "Ter".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt;No fundo,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Helvetica;"&gt; nós todos somos românticos ;-)))))&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Helvetica;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--EndFragment--&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-4769517849449731814?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/4769517849449731814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=4769517849449731814&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/4769517849449731814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/4769517849449731814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/12/o-pulo-do-gato.html' title='O Pulo do Gato'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-6217898084867635065</id><published>2011-11-28T12:12:00.000-08:00</published><updated>2011-11-29T06:16:46.636-08:00</updated><title type='text'>O Último Romântico?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-xJzWnoqDQek/TtPu9jxKehI/AAAAAAAAAyI/rvu97vJcvKo/s1600/tempo3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 269px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-xJzWnoqDQek/TtPu9jxKehI/AAAAAAAAAyI/rvu97vJcvKo/s400/tempo3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680146296385206802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cvagner%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cvagner%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cvagner%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt; 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 &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Mas não se tratava de uma discussão sobre o melhor equipamento ou o mais preciso. A questão de fundo foi colocada pelo Eduardo Carvalho a partir da provocação do Felipe Amante sobre feedback de performance.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;“Vejo que os equipamentos como Garmin com GPS e agora os medidores de potência podem dar uma real avaliação se a performance individual mudou ou não, coisa que até hoje não consegui de nenhum método de treinamento ou assessoria que freqüentei. (Pois) só na prova projetando o tempo final é f%$#@#, porque muita coisa pode acontecer quando você junta tudo, mais a condições climáticas. Por mais que seja a mesma prova no mesmo lugar, nunca uma prova é igual à outra”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Obviamente, essa discussão deu uma rachada no grupo. Minha “verve” Ironguides veio a tona e argumentei&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;que a assessoria não tinha método quantitativo para a aferição de desempenho, mas que eu “vinha melhorando” pelos resultados que experimentei entre 2010 e 2011 e que isso seria suficiente pra mim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Num átimo, tomei um petardo na testa!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;“O que te leva a dizer que “anda melhorando”? Feeling? Tempo de prova? Como o Edú lembrou, ainda que a prova seja feita no mesmo lugar, sempre há condições diferentes, como correntes marítimas, vendo, calor, etc. Você conseguiu seu melhor tempo de Caiobá e do IM Brasil nesse ano. E daqui pra frente? O que te dirá que você “melhorou”? Pegue, por exemplo, o pedal com vento do 70.3 de Miami. E se você andou abaixo da sua capacidade? O que pode te dizer isso?”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Esse “feeling?”, citado como foi, para uma mente cartesiana como a minha, dói como um direto no estômago. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;“Salvo engano, você mesmo disse no seu Blog, em uma época de treinos desgastantes de Iron, que a mente pode pregar peças. Ou seja, a percepção de esforço pode falhar. Há dias em que a mente quer, mas o corpo não vai. E vice-versa. A verdade é: como o medidor de potência isso continuará a acontecer. Só que você saberá se o corpo realmente não está respondendo ou se a sua percepção está falhando.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Eu me vi como um lutador de telequete no meio de um campeonato de UFC .&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-MFzdeDW6jV8/TtPsaPXS4AI/AAAAAAAAAxk/OvSGNKwyKOQ/s1600/ted-boy-marino.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 152px; height: 330px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-MFzdeDW6jV8/TtPsaPXS4AI/AAAAAAAAAxk/OvSGNKwyKOQ/s400/ted-boy-marino.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680143490589319170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Porque, bom, eu tinha dito isso mesmo. E agora não dava para dizer “não era bem assim..."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Tá vendo porque escrever Blog é uma merda? (rs)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Parecia que meu ego estatístico tinha desencarnado e virado um triatleta de carne e osso com vida própria e estava me esmurrando ;-)))&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;De fato eu mesmo não tenho respostas para questões muito simples apenas por meio da minha percepção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Exemplo? Quando passei a usar o capacete aero, tive a sensação de que esse recurso realmente me ajudou a pedalar mais rápido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Mas o quanto desse ganho pode ser atribuído ao capacete e o quanto ao fato de que fiz alguns treinos específicos no rolo? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Não sei.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Ou seria um acaso, pois que eu já vinha perdendo peso e meus treinos começaram a fazer efeito justamente quando comecei a usar esse novo "casco"?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Pode ser. Mas também não sei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Enfim, se alguém me perguntar se é recomendável um capacete, digo que sim. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Só que reconheço que é um "sim" muuuuuitoooooo meia-boca. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ah, eu falo logo!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Bem, não vou dar detalhes dessa discussão que se prolongou por dias e me deixou estirado na lona depois de um massacre de (ótimos) argumentos e uma aula sobre potenciômetros digitais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas é uma boa oportunidade para escrever sobre algo mais abrangente, isto é,  sobre o bullying ....ops...digo, sobre o potenciômetro e todos os equipamentos de medição que tem preenchido a vida da gente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Apesar de trabalhar com estatísticas, vou dizer algo da qual certamente posso me arrepender facinho facinho daqui a dois dias: o nosso problema começa quan&lt;/span&gt;do a gente acredita piamente que números representam o caminho mais fácil para o conhecimento de algo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Para dar um exemplo, todo mundo sabe que a mortalidade infantil é alta no país, mas também é verdadeiro que ela vem caindo nas últimas décadas.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;E você saberia explicar o por quê?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Nós temos todos os dados possíveis e imagináveis para para entender isso, mas não podemos afirmar com certeza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Você vai dizer que as condições de saúde melhoraram no Brasil? Ou serão os investimentos em saneamento básico e a melhoria das condições médico-sanitárias? Ou o determinante é a elevação da renda das famílias? Ou o aumento escolaridade da mãe? Ou seriam os programas assistenciais de atenção as mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;/span&gt;Como tudo isso acontece ao mesmo tempo, uma boa explicação se torna um pesadelo para os estatísticos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Números nos dão hipóteses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;E muitas vezes temos que dizer o seguinte: com tantas informações e dados, ainda assim, nós não sabemos muita coisa sobre questões que você ai julgaria "óbvias".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Voltando ao nosso assunto, o uso de potenciômetros faz parte de uma discussão mais ampla que incorpora ainda os monitores cardíacos, medidores de cadência, velocímetros e os equipamentos de GPS.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Mas a pergunta que se coloca pra mim é – esses equipamentos contribuem para o aumento do nosso conhecimento?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Não estamos confundindo dado, informação e conhecimento?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Espera, qual a diferença entre isso tudo, ou seja, o que estou chamando de dados, informação e conhecimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Vou dar uma simplificada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Por “dados” entenda-se os números, tal como a velocidade registrada no seu velocímetro, por exemplo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Quando esses dados são organizados ou manipulados em gráficos e tabelas, com outros dados ou não, adquirem um sentido e, com isso, transformam-se em “informação”. É o que você faz quando despeja os dados do seu relógio em um software que registra seu pace, cadência média, velocidade máxima e mínima, faixas de batimentos cardíaco, altimetria etc etc etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Já o conhecimento se distingue da informação quando adquire algum propósito ou utilidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Sabe aquele seu monitor cardíaco super bacana que a gente compra? Além do hardware e do software, você tem a disposição um conjunto de fórmulas que te dá informações que vão desde a queima de calorias até o VO2 máximo. O bichano diz até quando você não deve ir treinar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Essas fórmulas foram baseadas em anos de estudos de especialistas para as quais você não pagou e, acredite, ao contrário do que as revistas “especializadas” de corrida dizem, tem um alto grau de confiabilidade para a grande maioria da população -  mesmo a famosa&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;“220 – menos a idade”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O problema é interpretar esses dados.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;O Felipe teve uma análise bastante feliz da complexidade de se transformar dados e informações em conhecimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“De nada adianta ver os números pipocando na tela: 180W, 220W, 150W. Isso não é nada sem os conceitos de análise. Com um pouco de leitura e um tempinho de treino, todo mundo consegue pegar o beabá de média de potencia, potencia normalizada, FTP, andar na Z2 ou na Z3, etc. O difícil, ao meu ver, é, em primeiro lugar, saber estimar corretamente o FTP. Há uma série de testes e fórmulas, mas, não é tão simples assim. Depois q isso for feito, as outras informações virão automaticamente com um bom programa de análise. A segunda dificuldade na parte de análise dos dados é saber o q fazer depois. Ou seja, o atleta já consegue entender bastante coisa dos gráficos, números, etc. Mas, a questão chave é: P/ treinar p/ uma prova X, o q devo fazer? Faço série no limiar? Faço longões? Tiros mais curtos? Misturo tudo? E, principalmente nessa parte, é q acho q precisamos de um bom técnico! Alguém q tenha um planejamento macro, periodização, etc. (nesse campo, já não estamos falando só de potencia...)”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Ou seja, trabalhar com potenciômentros nesse nível que ele fala envolve um trabalho adicional de interpretação dos dados que não é desprezível. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;A não ser que você se dedique ao assunto, tal como ele faz, ou arrume um técnico craque  para fazer isso pra você, poderá ficar anos acumulando dados e informações dos seus treinos e provas sem chegar a lugar nenhum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;De um ponto de vista mais geral, o que vejo por ai é que nós estamos adquirindo uma parafernália eletrônica muito sofisticada, apenas para colecionarmos dados, satisfazendo nossa curiosidade com gráficos bacanas que permitem o cruzamento de muitas informações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Mas conhecimento que é bom, neca de pitibiriba.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;É como aquele dono de loja que tem todo um sistema super-ultra-mega informatizado na empresa para controle de estoques, entrada e saída de mercadorias, gestão de fluxos, controle de caixa etc etc etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Ele deveria ver esse sistema como uma ferramenta para ajudá-lo a tomar decisões importantes, mas de tudo isso só usa mesmo o leitor ótico para evitar erros de digitação e agilizar as filas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Eu mesmo já fiz isso. Todo santo dia, durante anos, colocava lá no software que veio junto com do S725X os dados dos meus treinos e das minhas provas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;A tela do computador ficava cheia de curvas e retas. Eu podia fragmentar todo percurso de bike ou de corrida para medir minha freqüência cardíaca, velocidade e cadência em um dado trecho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Era legal no começo, mas depois ficou no automático. Meu computador virou um depósito de “informações legais”, mas sem utilidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;E depois fiquei me perguntando que cáspita explicava porque tanta gente conseguia uma evolução significativa sem nada disso e eu, com aquele aparato todo, não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Talvez porque nós estejamos com fome demais de números e fome de menos de conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Me desfiz do monitor, apaguei o software e até hoje uso apenas um relógio de pulso com cronômetro.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;A partir dai, tudo resulta de um longo e sofrido processo de aprendizagem, baseado na regularidade (por isso a importância dos treinos repetitivos) e "tentativas-e-erro" - a cada repetição eu observo os resultados e removo os erros até atingir o melhor possível.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eu poderia ir por outro caminho, mais científico e sofisticado, trocando as noções "rudimentares" e "subjetivas" de "forte", "moderado"e "fraco" por medições de esforço e potência precisas? &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Poderia.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas ai, parafraseando o Ciro, “entre ficar estudando números e correr, eu prefiro correr”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Será que sou o último romântico?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-6217898084867635065?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/6217898084867635065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=6217898084867635065&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/6217898084867635065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/6217898084867635065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/11/o-ultimo-romantico.html' title='O Último Romântico?'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-xJzWnoqDQek/TtPu9jxKehI/AAAAAAAAAyI/rvu97vJcvKo/s72-c/tempo3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-8504920109097209314</id><published>2011-11-07T02:04:00.000-08:00</published><updated>2011-12-20T11:26:11.516-08:00</updated><title type='text'>70.3 de Miami</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-jbCsfl1u8Zk/TrhaBuIWd2I/AAAAAAAAAxA/Qj8nlz4xTYA/s1600/Miami1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-OMRt_V2fClY/TrgGv_iExfI/AAAAAAAAAwc/JSLint-e9Uc/s1600/301032_299377363424105_100000555315010_1192366_447901408_n.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-OMRt_V2fClY/TrgGv_iExfI/AAAAAAAAAwc/JSLint-e9Uc/s400/301032_299377363424105_100000555315010_1192366_447901408_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672291152251110898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Bom, antes de tudo: o texto ai embaixo ficou enorme e difícil de ler.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porque as vezes a gente escreve para as pessoas que gostaríamos que estivessem conosco na viagem, fazendo um relato mais detalhado pensando em sermos os olhos delas, enquanto em outras há o medo de se deixar passar algo importante que não se quer esquecer - mesmo sem ter a certeza de que esse "algo" é tão importante assim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E também confesso que estou cada vez mais prolixo mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Bem, como devo ter contado em algum lugar, quando terminei o IM Brasil, conversei com o Rodrigo Tosta sobre um outro IM ainda esse ano, pensando particularmente Cozumel.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Dentro do que ele pensava para minha evolução, dois IMs seguidos não seriam muito produtivos. A idéia seria continuar trabalhando minha velocidade e, para isso, poderíamos fazer duas provas com a distância 70.3, intercalando com alguns olímpicos em 2011.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Daí a proposta de fazer o 70.3 de Penha e outra prova, que ficaria entre o 70.3 de Miami e o Long Distance de Pirassununga.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como ele iria para Miami e outros amigos estavam aportando por lá esse ano, para mim seria uma boa trocar Pira por uma viagem aos EUA, o que me agrega uma experiência que não tenho - além do fato que não agüento mais apanhar do sol do Pirassununga para depois me plantar na frente do computador cheio de queimaduras e escrever que “foi à prova mais difícil que já fiz na minha vida...”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em que pese esse planejamento, as coisas não foram tão bem executadas em função de problemas que tive pelo caminho. Passei o segundo semestre todo fazendo fisioterapia; primeiro, em função da lesão da panturrilha, depois, uma lombalgia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas a vivência com esses problemas me ensinou que a trocar o pneu com o carro andando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;(e considerar a possibilidade de pisar no acelerador)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Depois do PB de Penha, o Rodrigo achou por bem que até o 70.3 de Miami os treinos seriam voltados para a manutenção do condicionamento, sem nenhum tipo de sobrecarga, intensidade (a exceção dos treinos na água) ou grande volume&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Basicamente, meus treinos foram mais ou menos da seguinte forma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Natação pelas manhas as segundas (intensidade), quartas (técnica, com natação com fita nos pés e respiração frontal) e sexta-feiras (volume).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A corrida foram as segundas, quartas, sextas e sábados. Em nenhum dia havia mais de uma hora de treino, o pace mais forte seria o ritmo do 70.3 e o foco eram as variações de ritmo. A única exceção foram os treinos de deep running aos sábados, que fiz na Area com o Fabiano, que me esfolou vivo para mostrar que deep não é só fisioterapia. ;-))))&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em relação as bike, realizei apenas um treino no Riacho entre os 70.3 de Penha e Miami. Todos os outros foram no rolo, se limitando à uma hora na terça (treino técnica e velocidade), outra quinta (Time Trial) e três no domingo (leve na primeira hora, ritmo do 70.3 na segunda e um pouco mais forte na terceira).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como se nota, nada de &lt;i style=""&gt;Junk Miles, &lt;/i&gt;como gosta de falar o Xampa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Obviamente, chorei um pouco porque queria correr mais, pois a corrida é a minha a base – mas o Rodrigo ponderou minha lesão recente e, mesmo dizendo que estava me sentido bem, achou melhor nos precavermos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em termos de expectativas, eu sou sempre um pessimista teórico e um otimista na prática - seria difícil melhorar em relação à Penha, pois eu não conhecia o trajeto, a prova seria em um clima mais quente do que aquele que estava acostumado e meus treinos não tiveram como finalidade um recorde pessoal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas isso tudo é a teoria, porque na prática eu fui mesmo para fazer abaixo de cinco horas...;-)))&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Miami&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A viagem de oito horas foi dolorida. Eu não consigo dormir direito naquelas poltronas apertadas de avião e passei o tempo todo entre acordado e pequenos cochilos (que mais pareciam desmaios).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Esperei a Deise Jancar e o Rodrigo Tosta no aeroporto e ali nos separamos já em Miami. A Deise tinha alugado um carro e conseguimos um Van de seis lugares da Chrysler. O carro tinha tudo...menos GPS.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ai o GPS da viagem ficou sendo a leitura que a Deise fazia da sinalização cidade, daquelas coisas estranhas tipo “você pega a 1 WS e vai até 67 North, depois volta pela 44 até cair na...”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Bom, a primeira coisa foi procurar a Bike Tech Miami para montar as bicicletas. A Deise tinha a loja como referencia e havia trocado e-mails com eles para compra de alguns acessórios para instalar na bike.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Chegando lá, minha primeira impressão foi péssima.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Primeiro, apesar da dificuldade para tirar as malas-bikes do carro e entrar na loja, nenhum funcionário veio, sequer, segurar a porta. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em segundo, a loja me lembrava em tudo a Fast Runner...&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Chiiiiiii.....&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Para piorar, o dono queria nos entregar as bikes na sexta-feira pela manhã (estávamos quarta), mesmo que insistíssemos que teríamos um treino para o dia seguinte e precisávamos delas.  E os acessórios que a Deise tinha encomendado não era os que ela queria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eu sei, você sabe e todo mundo sabe que montar uma bike para qualquer mecânico é coisa de 20 minutos. O dono, ainda assim, foi irredutível. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sem opção, deixamos a bike lá. E decidimos dar um rolê pela cidade.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ai fomos para a Swinbikerun, que era pertinho.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-kW0EJHzicFY/Trfq2uuLdVI/AAAAAAAAAvg/Q3uq-NaHQug/s1600/check-in-025.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-kW0EJHzicFY/Trfq2uuLdVI/AAAAAAAAAvg/Q3uq-NaHQug/s320/check-in-025.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672260481671984466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ao olhar a loja por fora, sei lá o porquê, já gostei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Entramos e fomos atendidos pelo proprietário, que contava com dois mecânicos e nos promoteu as bikes montadas ainda para aquela tarde.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Fosse eu, talvez não tivesse coragem de voltar na Bike Tech para resgatar as bicicletas – mas a Deise...bem, vocês sabem como mulher é safa para essas coisas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Voltamos, pegamos as bikes e, olhem que interessante – quando retornamos a SwinBikeRun, logo ao abrirmos a porta do carro, dois mecânicos da loja saíram, sem serem chamados por nós,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;para levar os mala-bikes para a oficina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-JZjRRro0cpw/TrfqQOLA9VI/AAAAAAAAAvI/L-E4kRAF3cE/s1600/check-in-018.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-JZjRRro0cpw/TrfqQOLA9VI/AAAAAAAAAvI/L-E4kRAF3cE/s400/check-in-018.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672259820099532114" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A loja voltada especificamente para o triathlon, tem uma organização que nunca vi no Brasil – ao invés daqueles ambiente das “lojas conceitos” com tudo bem distribuído, muito espaço e prateleiras que valorizam cada produto individualmente, como se o produto fosse uma “estrela”, a loja é relativamente compacta e lembra muito aqueles ambientes de “garagem”.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É o típico ambiente para quem gosta de fuçar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O atendimento é realizado pelo dono e alguns funcionários que tem perfil bem diferente daqueles vendedores na maioria das lojas aqui no Brasil, que fazem treinamento para ficar repetindo frases feitas sobre tênis, quadros, selins, óculos para te empurrar coisas que você não precisa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-r9sS6DlwYkQ/TrfqfLJdKgI/AAAAAAAAAvU/kVIAaQ3Qw8s/s1600/check-in-021.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-r9sS6DlwYkQ/TrfqfLJdKgI/AAAAAAAAAvU/kVIAaQ3Qw8s/s320/check-in-021.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672260076985723394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não tem ninguém para te explicar o que é pisada pronada, &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;supinada ou neutra, mas se você precisa de um produto que não vê na loja, o dono pode arrumar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Fomos a outra loja, a Mack Cycle, que é mais especializada em ciclismo com vários produtos para triathlon. Os mecânicos falam português e revendem produtos Specialized.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O que nos deixou meio embasbacados foi encontrar, logo na entrada da loja, várias cestos abarrotados de roupas, tal como se você estivesse no Brás.  A diferença  é que os cestos estavam com tops e macaquinhos d&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-M_2ObUfapSE/TrfJHBLRIwI/AAAAAAAAAu8/ZVH_96PJyPM/s1600/mac-cycles.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-M_2ObUfapSE/TrfJHBLRIwI/AAAAAAAAAu8/ZVH_96PJyPM/s400/mac-cycles.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672223378108392194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;a....ZOOT!!!&lt;/p&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/vagner/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot.jpg" alt="" /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E original, viu?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O atendimento foi bacana e recomendo uma passagem pela loja também. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Antes da prova, fizemos um treino na quinta-feira pela manhã para verificar se as bikes estavam ajustadas. E fomos para a Ciclovia que fica Key Biscayne.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A ciclovia é segregada na auto-estrada apenas por uma marcação a tinta no chão. Os carros não trafegam em alta velocidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O contraste com São Paulo é evidente. Em uma cidade onde até garis são mortos no meio do trabalho por motoristas bêbados e endinheirados, incentivar as pessoas para usar a bike na rua é uma coisa que não entra na minha cabeça.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-odfKsZSbJFo/TrgkfNKp6yI/AAAAAAAAAwo/ljz_KlWMlBE/s1600/298639_296704457024729_100000555315010_1181363_1035295850_n.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-odfKsZSbJFo/TrgkfNKp6yI/AAAAAAAAAwo/ljz_KlWMlBE/s400/298639_296704457024729_100000555315010_1181363_1035295850_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672323849202035490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mas, voltando ao pedal, você vai pela auto-estrada e desemboca em no meio de um condomínio e, nesse, em trilhas com asfalto em ótimo estado – onde se pode correr, pedalar ou ficar olhando para os pássaros com cara de abobado, como eu na foto ai do lado.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Recomendo um treino por lá para todo mundo que for fazer a prova no próximo ano. Achei seguro e o caminho tem uma bela paisagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Bom, a essa altura já estávamos craques em andar pela cidade (ou pelo menos a Deise estava).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-YvnEUmXuDIE/TrgGOtJvoGI/AAAAAAAAAwQ/R6eq-pwlShE/s1600/301970_299377916757383_100000555315010_1192368_444179866_n.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-YvnEUmXuDIE/TrgGOtJvoGI/AAAAAAAAAwQ/R6eq-pwlShE/s200/301970_299377916757383_100000555315010_1192368_444179866_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672290580381540450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A organização urbana da cidade é relativamente simples: há apenas um distrito comercial e financeiro (Downton Miami, onde, aliás, ficava meu hotel) e vários pólos comerciais com shoppings a céu aberto localizados ao longo das grandes avenidas. As auto-pistas são perfeitas, super bem sinalizadas e interligam os bairros nas áreas Norte, Sul, Leste e Oeste da cidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-_wz9NsOgG5o/TrgFZIgrYiI/AAAAAAAAAv4/xqxvHt2pL3I/s1600/300012_299379446757230_100000555315010_1192373_428521682_n.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-_wz9NsOgG5o/TrgFZIgrYiI/AAAAAAAAAv4/xqxvHt2pL3I/s200/300012_299379446757230_100000555315010_1192373_428521682_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672289660012552738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A cidade é multicultural dado o trânsito constante de latinos, mas bem segregada: pode-se passar uma semana lá e não ver a casa dos trabalhadores com as quais se interage nas nos pontos turísticos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-LYKMZQDLxBA/TrgEsGP-eCI/AAAAAAAAAvs/4qNGt9L2LY8/s1600/308279_299377146757460_100000555315010_1192365_1175012856_n.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-LYKMZQDLxBA/TrgEsGP-eCI/AAAAAAAAAvs/4qNGt9L2LY8/s320/308279_299377146757460_100000555315010_1192365_1175012856_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672288886311516194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um dos pontos mais interessantes que visitamos foi o &lt;i style=""&gt;Wynwood Art District&lt;/i&gt;, um local ao lado de Downton que abriga galerias de arte, empresas de criação e publicidade ao lado de pequenas fábricas de produção de artigos de couro (bolsas e sapatos).  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas o que chama mesmo a atenção em Wynwood é o grafismo em grandes murais, tal como se vê nas fotos que estão (muito mal) distrubuidos pelo texto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;b style=""&gt;A Prova&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Antes da competição, muito se comentava sobre a possibilidade do Furacão atingir a cidade justamente no dia da prova. Havia, sim, a possibilidade de cancelamento. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Depois vieram alertas sobre tornados...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E uma profunda questão me veio a mente: o que é que se faz quando se anuncia que um tornado vai passar na sua porta?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando eu era criança e tinha chuva forte, como muito relâmpago, minha mãe pegava a gente é óh, corria pro banheiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Coisa de gente que morou no interior...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas um tornado?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O que faria se da varanda você visse um tornado vindo na direção do seu prédio?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Juro que ficar no banheiro passou pela minha cabeça.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Só que eu não ia pagar esse mico. Muito menos perguntar para o pessoal da recepção sobre o assunto...&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas pelo sim, pelo não, só para garantir, dormi com a cortina fechada...:-))))&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;O que rolou mesmo foi uma chuva intermitente que começou no dia anterior da prova e se estendeu durante toda a madrugada e começo da manhã.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Cheguei na área de transição as 5:30, sendo minha largada as 7:44. Arrumei minha coisas, tentando deixar tudo na melhor posição possível e fui procurar a Deise para ver se estava tudo bem com ela, que tinha chegado mais cedo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A largada seria por faixa etária, com intervalo de cinco minutos entre elas. Acho que esse sistema apresentou bem mais vantagens que desvantagens.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quando a Deise foi para a largada dela, que seria por volta das 7:14, me abrigaguei em um puxadinho absolutamente ensopado (claro, como todo mundo) para esperar a minha. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;A sorte foi que não estava tããããão frio e, mesmo com as roupas molhadas, a temperatura era suportável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;Natação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Depois de tanto esperar, fui para a largada e me postei junto com o bloco de pessoas da minha faixa etária, que ia lentamente caminhando para o píer – ao melhor estilo a “Marcha dos Pinguins” (ou a passagem que a gente faz entre as linhas verde e amarela no metro no final da tarde aqui em São Paulo, tanto faz).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quando olhei para o mar, achei que ainda estava escuro e não conseguiria ver as bóias. Isso me deixou um pouco preocupado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O Rodrigo já tinha dado um toque para a necessidade de se prestar sobre o momento de entrar no mar, assim como a Deise e o Ronaldo Pacca, pois você deve pular de um píer...e tem uma fila de gente atrás de você.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Gente “nervosa”, se é que vocês me entendem....&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O Rodrigo contou que ano passado ele mal estava emergindo do mergulho e um cara veio de cima para baixo com um míssil que por pouco não acertou a cabeça dele.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Bom, na minha vezm, pulei.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Na hora que subi&lt;span style=""&gt; e cheguei a superfície, &lt;/span&gt;pensei “ufá”.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas ai um daqueles americanos típicos, bem crescidos e alimentados, com 1,90 e uns 120 quilos,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;pulou na água na minha na minha frente, tal como fazem aqueles meninos malas que se atiram na piscina do clube agarrando os joelhos para molhar todo mundo que está tomando sol.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ai olhei para o píer e gritei algo como “Wait ai, stop, stop ai hein”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;“Wait ai, stop, stop ai hein”????????&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;"Stop ai, hêêêin"??????&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Bem, a largada dentro da água lembra muito o do TB na USP. E eu, que sou covarde demais&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;e tenho dificuldade de realizar um dos principais fundamentos da natação no triathlon, que é nadar forte logo de saída, fui atropelado por quem larga lá trás – que normalmente é aquele sujeito que fica dizendo “vou na boa” durante meia hora antes da largada para Deus e o mundo,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;mas quando é dada a largada, sai como doido....&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A primeira coisa que me surpreendeu muito positivamente foi que tínhamos muitas bóias intermediárias demarcando o trajeto. Ao ultrapassar uma, você facilmente localiza a seguinte, o que facilita demais a orientação no mar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E comecei a nadar realmente forte, me sentido bem e sem hiperventilar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas ai a gente começa a encontrar os retardatários das outras faixas etárias.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;As vezes, bolsões de nadadores muito mais lentos. Como sou ruim de ultrapassagem, fico atravancado atrás de um bolo de gente e me atraso.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Comecei a perder tempo, mas meu pior erro foi mais a frente.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Lembro que o Wagner deu um toque para evitar a corrente do canal que despeja água no mar no sentido contrário a bóia que devíamos alcançar – ao contornar a penúltima delas, o truque era mirar no Hotel Continental e nadar em direção a ele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mirei e fui. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Fui em direção a uma bóia amarela, mesmo sabendo que as que deviam ser contornadas eram as vermelhas. Ao chegar nela fui contornar e, ao olhar para frente....“êita, cadê todo mundo?”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Putz, fui muito para a direita.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Olhei e viu centenas de nadadores indo para a outra bóia, essa sim vermelha, mais ao fundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Percebi que meu erro tinha me custado uma “barriga” daquelas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quando finalmente cheguei na bóia e contornei, era “só” nadar reto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Teóricamente "nadar reto".&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sei lá se sou eu, sei lá se são os outros, não consegui nadar sem sofrer o esbarrão de trocentas pessoas que nadavam em zigue-zague (ou eu nado assim e preciso de um GPS urgente!).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Tomando pancada dali e daqui, fechei a natação sem ter percebido o prejuízo, que foi grande: 41 minutos, 100 colocação na faixa etária e 977 no total.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Apesar dos tempos na água estarem todos altos, foi mal...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;Bike&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O Rodrigo fica sempre me chamando a atenção que preciso melhorar minhas transições. Acho que ele não liga que eu faça um 70.3 em nove horas, mas se demorar quatro minutos para me arrumar ele quer morrer...:-))))&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;No 70.3 de Miami não tem sacolinhas e dá para fazer uma transição tal como no Internacional de Santos ou o Long Distance Caiobá.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;A minha foi de 4:13, mas espera que eu tenho uma desculpa: a gente tem que correr muito entre a saída da água e as bikes. Demora mesmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sai para pedalar e o chão molhado. Só olhar a Deise saindo para o pedal... ai embaixo. Sai pouco depois dela...&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-GAaOwqb3Zj8/Trgvd9Vx_mI/AAAAAAAAAw0/ELF5rnNciUo/s1600/391736_298886990139809_100000555315010_1190161_1941771777_n.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 213px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-GAaOwqb3Zj8/Trgvd9Vx_mI/AAAAAAAAAw0/ELF5rnNciUo/s320/391736_298886990139809_100000555315010_1190161_1941771777_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672335922401771106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;No trecho urbano, várias poças de água e muitos ciclistas de outras faixas etárias em ritmo mais lento em um trajeto perigoso, demarcado por cones e em que só trafegam duas bikes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O primeiro objetivo era não cair. Fui bastante conservador e pensei naquele momento que a prova não era para PB, mas para tentar “competir”, isto é, avaliar o desempenho em relação a colocação na faixa etária.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E, antes de entrar na estrada, uma coisa que me deixou um pra lá de chateado, conforme comentei no fórum do Ironbrothers. Ao me aproximar dos trilhos, havia um ciclista caído e alguns outros em volta observando a gravidade do tombo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Diminui, mas não perdi o foco. Mas uma menina, na minha frente, foi olhar, se distraiu e, ao passar pelos trilhos molhados, perdeu o equilíbrio e caiu. Achei que caiu feio...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Qualquer ser humano do planeta faz o quê? Para. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;É intuitivo...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas não parei. Não importa que houvesse uma ambulância já a poucos metros do local...não dá para dar essa desculpa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Porque, sinceramente, se não houvesse a ambulância, eu também não teria parado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Depois isso me fez ficar pensando que a gente empresta capacete, dá dicas em Blog, fala sobre lojas, inscrições em provas...enfim, “a gente é legal”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas na hora que a coisa fica feia,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;é difícil ser solidário com as pessoas nas coisas realmente importantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E isso troca do quê? De alguns minutos que não vão fazer diferença nenhuma em nada. Nada mesmo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Bem, acabou o clima para continuar falando da prova, não é? Essa coisas são uma merda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas vamos lá...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Depois do trecho urbano, todos entramos em uma estrada. Ali o piso era mais abrasivo e nem parecia que tinha chovido. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Bem mais seguro para pedalar!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Só que quando fui olhar o cateye, ele estava apagado. Tentei ligar. Nada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Engraçado, mas em um almoço que o Rodrigo organizou para o pessoal que estava lá com a gente, comentávamos justamente como as pessoas se condicionam muito com medidores de potencia, monitores cardiacos, gps e toda uma parafernália de gadgtes a ponto de perderem suas referencias mais subjetivas em relação a sua percepção de esforço.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quando algo dá errado com esses brinquedinhos, é como se tivessem apagado luz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Well, isso não me estressa. Eu levo comigo um relógio com cronometro de 50 pilas para marcar o tempo em que tenho que me alimentar e fiquei na boa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Liguei o reloginho e ficou por isso mesmo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Entrei na estrada me sentido bem, mas muuuitoooo bem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Coloquei uma relação pesada, no Big Gear, e fui subindo como se estivesse em Time Trial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Vento, sim.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Frontal, um pouco. Mas principalmente lateral.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Como sou relativamente pesado, o vento lateral puxava a bike, mas em nenhum momento temi perder o controle.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Fui passando filas enormes de ciclistas e, detalhe, SEM PELOTÕES!!!!!!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ai, lá pelas tantas, percebo pela minha sombra no asfalto um...um...um o quê, hein?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Acho que era fita que prendia o meu número tinha se soltado e se transformou em uma rabiola....&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Fiquei com medo de levantar e a fita ir embora levando junto o meu número junto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas passei por um ciclista ele falou algo como “cadarço”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Cadarço? Entedi direito?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Bom, deixei para lá e fui tocando...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Só que quando fui pegar a caramanhola....espera aiiiiiii!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu estava com a bermuda da 2XU, não estava?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Preta?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Sim.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Toda preta?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Siiiiimmmmmm.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas então que raios eram aqueles frisos verdes?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Uééééééééé!!!!!!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Clipei de novo...&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Frisos verdes...frisos verdes...onde é que eu vi isso mesmo???&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;De repente, desclipei....&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Olhei para a bermuda, olhei para frente, olhei para bermuda, olhei para frente...êêêêê&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Ahhhhh nãããããão mêêêêêêuuuuu!!!!!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu tinha esquecido de tirar o speedsuit e estava pedalando os 90 km com ele vestido até a  cintura!!!!!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Tudo bem que acontece nas melhores famílias, mas no décimo 70.3 esquecer de tirar o speedsuit é %$$#@$#$#.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Tirando o ridiculo da coisa toda, procurei não pensar no assunto. Só que aquele "rabinho"do cadarço para lá e cá enchia o saco...&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Será que muita gente notou? &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Se forem menos de 500 pessoas, eu me conformo...;-)&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Ao chegar na transição para a corrida tive a percepção do melhor pedal que já fiz.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas foi “quase”. Depois da prova, fiquei um pouco decepcionado com o resultado: 90 k em 2:35:48, um tantinho mais lento que Penha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ponderando depois, vi que fiz um pedal muito defensivo no inicio e não fui capaz de ser rápido no trecho urbano no retorno volta.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Esse fator indicava que resultado do pedal foi muito bom – porque no 70.3 de Penha é só estrada, sem necessidade de desacelerar,  e fiz um tempo parecido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Em termos de colocação na prova, consegui avançar para a 62  colocação na faixa etária e para na 465 no geral.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Fiz uma transição de 2:57...&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Tá, tá, tá...eu não esqueci de tirar o raio speedsuit para correr. Ha-Ha-Ha...tô morrendo de rir...:-((((&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;A Corrida&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sai para correr tomando cuidado com o piso em certos trechos, porque o newton escorrega fácil em piso de cerâmica.&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238);"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/-jbCsfl1u8Zk/TrhaBuIWd2I/AAAAAAAAAxA/Qj8nlz4xTYA/s320/Miami1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672382716282566498" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 214px; height: 320px;" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;E senti algo que raramente percebo quando nessa situação: a musculatura das pernas meio travada, principalmente a da coxa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Depois as coisas foram entrando nos conformes e até que estavam indo bem – não fosse o vento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Acho que todo mundo já ouviu reclamação de triatleta e ciclista sobre vento no pedal.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas na corrida? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Pois é, na corrida.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;O percurso era relativamente plano, não fosse a passagem por um viaduto onde o vento era tão forte que eu mal conseguia correr com a cabeça erguida sem que ele arremessasse minha viseira longe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E, em algum momento daquele sistema de marcação em milhas, quebrei. Nem sei onde, mas quebrei....&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E tinha que subir e descer aquele viaduto do cão mais duas vez.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Cruzei com o Luquinhas, Mariana Borges (vaaaamúúúúú Vagnêêêêêrrrrrr rsrsrs), Wagner e o Caio – que me escreveu posteriormente dizendo não falava muito comigo porque eu “estava muito concentrado”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Depois comentei com ele que de concentrado aquilo não tinha nada - estava jogado no brejo das almas, isso sim...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sinceramente, se pintasse o sol que o pessoal comentou ano passado durante a prova, acho que eu não terminaria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Comecei a ter como metas andar apenas nos postos de hidratação. Não era uma questão de alimentação – não adiantava comer mais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Olhei para o relógio e vi 1:40 e chutei que ia terminar em 2:05. E, olha, isso sendo otimista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Só que, sem mais nem menos, lá estava eu na reta final para fechar a maratona em 1:48, bem antes do que tinha pensado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Isso é uma coisa que a gente treina muito no Ironguides – antes de ficar com bobagens mentais, repetindo mantras que servem para boi dormir,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;a gente deve trabalhar  para conseguir nadarpedalarecorrer muito degastado e, ainda assim, alcançar uma velocidade decente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Isso é treino, não é força de vontade.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Não quero ofender ninguém, mas eu me sinto um estúpido só de pensar em ficar repetindo coisas tipo "Be Strong", "Nunca desista" e "O dor é passageira, o orgulho da vitória é para sempre"....&lt;/p&gt;A não ser que se considere que palavras ou frases do tipo "&amp;amp;%#@%$#$@#" sejam mantras...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai vou mudar de opinião e dizer que uso bastante...:-)&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Fechei a prova em 5:12:29, chegando a 44a posição na categoria e 398 entre todos que fizeram o 70.3 de Miami. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ai acabou? Pra mim nunca acaba tão logo passo o pórtico...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;E vou dizer algo aqui que vocês podem achar o cúmulo do elitismo, mas eu tenho coragem de falar (já que falei do speedsuit, né? Pior não vai ficar....)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Deus do céu, quando termino uma prova, como queria ter um Staff só para mim!!!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Não, dois Staffs!!!!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Um para ir pegar as minhas coisas na transição e outro, para me levar para o Hospital!!!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Porque, pô,  depois de cinco horas de prova ainda tenho que juntar toda aquela roupa molhada, sapatilha e tênis com barro e carregar a bike para o hotel?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Mêêêêêuuuu, sou um ser humano! Eu preciso de um Staff como qualquer outro ser humano desse planeta!!!!! ;-)))))))&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;E dentro do Staff em provas nos EUA poderia haver alguém para cozinhar, porque apesar de bem organizada, não entendi como aquele povo consegue oferecer arroz com alecrim, carne e linguiça de porco na área de dispersão. Só faltou bacon, ovo e batata frita!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;E tem gente que come!!!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Depois da Deise comentou com aquela comida toda era também para os parentes e amigos que acompanhavam a prova.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas que tinha gente que fez a prova e estava traçando um pratinho com arros, feijão e linguiça, tinha!!! &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Tinha que eu vi! :-)&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Bom, para finalizar nem tenho o que falar das pessoas que estavam lá com comigo. A Deise planejou a viagem e todos os lugares legais que fomos visitar sem reclamar, por um segundo que fosse, do fato de que só ela estava dirigindo. As fotos aqui no Blog também saíram da máquina dela.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Encontrar o Rodrigo Tosta sempre é bacana porque e a gente pouco se vê durante o ano e nem sei como agradecer a ele, que me torna capaz de fazer coisas que nem eu mesmo acredito....até fazer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E dois caras sensacionais com quem convivemos lá por poucos dias, mas que com dois minutos de conversa parecem conhecidos com quem a gente tem anos e anos de amizade: o Wagner Araújo e o Cristiano Santos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Bááááááhhhhhh, como se faz Bike Fit no sul mesmo Cristiano? ;-)))))&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--EndFragment--&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-8504920109097209314?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/8504920109097209314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=8504920109097209314&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/8504920109097209314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/8504920109097209314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/11/703-de-miami.html' title='70.3 de Miami'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-OMRt_V2fClY/TrgGv_iExfI/AAAAAAAAAwc/JSLint-e9Uc/s72-c/301032_299377363424105_100000555315010_1192366_447901408_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-6313145563967935265</id><published>2011-09-26T16:46:00.001-07:00</published><updated>2011-09-26T16:52:56.593-07:00</updated><title type='text'>Se algum dia sua pele começar a descamar, você pode estar se transformando em um novo ser...</title><content type='html'>&lt;iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/3iGi-UfMeCk" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-6313145563967935265?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/6313145563967935265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=6313145563967935265&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/6313145563967935265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/6313145563967935265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/09/se-algum-dia-sua-pele-comecar-descamar.html' title='Se algum dia sua pele começar a descamar, você pode estar se transformando em um novo ser...'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/3iGi-UfMeCk/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-7854970996678899666</id><published>2011-09-08T20:32:00.000-07:00</published><updated>2011-10-21T16:05:29.794-07:00</updated><title type='text'>"Competindo comigo mesmo"</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando fiz o título desse post, fiquei pensando que algumas pessoas poderiam imaginar um texto sobre asvirtudes de se “competir contra si” mesmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Depois do 70.3 do Brasil canibalizado por pelotões e com resultados contestados por profissionais e amadores, “competir contra si mesmo” parece ser uma bom mote para se escrever sobre o assunto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Afinal, como posso saber se umpedal de 35 km/hora é uma média respeitável na minha faixa etária se pessoas com médias mais altas podem ter tirado vantagem de recursos as quais não tive acesso?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Frente a esse quadro, muita gente bate no peito e diz “tanto faz, o importante é competir comigo mesmo”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É bonito e pode render um texto inspirador. Aliás, acho que o tema já rendeu vários.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O problema é que “competir contra si mesmo” é uma idéia excêntrica e sem sentido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Algo como tentar sair do chão puxando os próprios cabelos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Imagine que você está em um show, na qual você pode se sentar, mas o palco está relativamente baixo e as pessoas na sua frente atrapalham a sua visão.  Você fica empolgado e sobe na cadeira para vera banda de outro ângulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Se alguém reclamar, o que é muito provável, há de se concordar que seria esdrúxulo responder “Subi na cadeiraporque estou competindo comigo mesmo para ver melhor o show”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sei, você vai discordar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Imagino que você vá dizer “ Muito simples: posso competir contra mim mesmo, quando, por exemplo, estabeleço como meta superar meu desempenhos anterior”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Huuuuummmmm....&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Imagine um sujeito que joga xadrez sozinho. Ele tem peças pretas e brancas. Quando faz um lance com as pedras brancas, ele vira o tabuleiro e joga com as pretas. Quando move uma peça preta, ele vira novamente o tabuleiro e passa a encarar o jogo a partir das brancas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em algum momento, o jogo termina e as pretas vencem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ele perdeu ou ganhou?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Você não pode dizer ele “ganhou” e ele “perdeu”. Dizer que alguém perde e ganha ao mesmo tempo é um raciocínio desprovido de lógica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Claro que nós ao estabelecermos metas procuramos um melhor desempenho. Eu posso ter como objetivo melhorar meu tempo no &lt;i&gt;Iron&lt;/i&gt; em 2012.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Entretanto, “desempenho” é uma coisa, “competitividade” outra coisa bem diferente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Então, se você continua lendo esse texto, estará se perguntando o que eu estou querendo dizer.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Pois é, também não sei. Tem algumas coisas que só descubro no fim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Principalmente quando estou com insônia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Agora, vou ser sincero: esse post vai ficar chato e longo, viu? To falando logo, porque se você tem algo melhor para fazer, como treinar ou assistir &lt;i&gt;Criminal Minds&lt;/i&gt;, não pense duas vezes...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Competitividade é, de um jeito muito simples de dizer, a busca de um desempenho superior ao dos seus concorrentes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Por definição, quem compete tem um olho no ranking.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não é legal confundir “competivididade” com “desempenho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;No triathlon, alguém pode melhorar seu desempenho de um ano para outro e ver sua posição no &lt;i&gt;age-group&lt;/i&gt; despencar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Você está menos “competitivo”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E se seu desempenho piorar e dos outros piorar ainda mais?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Você foi mais competitivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A porca torce o rabo quando a gente passa dessa definição para a prática. Como ficar mais competitivo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em uma sala de aula, quando pergunto se uma empresa que investe em tecnologia, inovação, recursos humanos e padrões de qualidade é mais competitiva que uma outra que não faz nada disso, dez em dez alunos respondem:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;SIIIIIIIIMMMMMMMMMMMMMMMMMM.....&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Dá até eco...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Antes fosse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Nós temos a tendência em confundir “competividade” com eficiência. Todo mundo esquece que existe outro tipo de competividade não se baseia nas receitas bonitinhas dos livros de administração - nós chamamos a competitividade desleal de “espúria”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Portanto, nada garante que as empresas consideradas “modernas”  terão desempenho superior às demais, pois disputam o mercado com empresas que fazem caixa dois, não emitem notas ou utilizam trabalho sem remuneração sendo, portanto, altamente competitivas (assim como são os triatletas que fazem uso do vácuo ou se dopam).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A questão agora é: o que torna os indivíduos ou as firmas mais competitivas. O que é “vantagem competitiva”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“Vantagem competitiva” é uma diferenciação e tanto maior essa vantagem será quanto menor a possibilidade de ser copiada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Simples assim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Agora pense. Nas empresas, programas de qualidade,  programa de recursos humanos, equipamentos atualizados, política de atendimento ao consumidor são elementos que dão as empresas "vantagem competitiva"?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Nove em dez professores de administração histéricos em uma sala de aula vão gritar que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SIIIIIIIMMMMMMMMMMM....&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Sério? Eles acreditam nisso? Mas isso tudo é segredo para alguém?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Pode melhorar o desempenho, mas a competitividade "são outros quinhentos".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Vou volta ao exemplo do show no comecinho do post. Na medida em que outras pessoas reagem e passam a subir nas cadeiras para também verem o palco melhor, a vantagem da primeira pessoa se esvai até o ponto que todos encontram-se novamente no mesmo patamar “competitivo”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;99,9% das coisas que são repassadas com casos de “boas práticas” nos cursos de gestão estratégica de negócios tornam as firmas melhores. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas como esses 99,9% são ferramentas de conhecimento público, o que faz a diferença é o 0,1%.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Você ainda está ai na frente do computador? Agüente, agüente firme que estou quase lá...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quase lá no meio do texto! :-)))))&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;No caso do triathlon, vejam que coisa, tudo é amplamente conhecido e divulgado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;As planilhas não são protegidas (direitos de &lt;i&gt;copyright &lt;/i&gt;são o que? proteção contra cópias!!!), você pode comprar a bike utilizada pelo Cris Lieto (ela está exposta em revistas), ou pode discutir se vale a pena ou não usar capacete aero em Kona tomando por base a discussão que a equipe do Craig Alexander fez na &lt;i&gt;Inside Triathlon&lt;/i&gt;. Você quer saber como oTopan treina? Basta olhar o Mundo Tri. Quais os suplementos que a Carla Morenoutiliza? É só descobrir o telefone da nutricionista dela!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Se quiser, pode ainda fazer uso dos melhores dos &lt;i&gt;coachs&lt;/i&gt; do mundo, como o Dave Scott ou o Mark Allen.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Então, qual o “segredo” que não pode ser copiado (ou,digamos, facilmente copiado) e que permite que alguém faça diferença em relação aos demais?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Se fosse nas empresas, o tiro certeiro seria “conhecimento”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas não todo conhecimento. Tudo aquilo que uma empresa tem em termos de conhecimento e está codificado em rotinas, manuais ou procedimentos, fórmulas de produtos ou processos e que podem ser adquiridos por outras empresas...bem, isso não será fonte de competitividade porque pode ser levado de uma firma para outra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tem outro conhecimento que a gente chama de “conhecimento tácito”. Sabe quando você tem um cara na tua empresa que resolve um problemaque nenhum outro consegue e ninguém sabe exatamente como ou consegue imitar? Se você pensou naquela pessoa que consegue entender como fazer para ligar a porra do scanner depois que você tentou apertando mil botões e ele apenas abriu e fechou a tampa e, pumbá, deu certo...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Bem, é por ai...(rs)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O que torna as pessoas tão competitivas no esporte no sentido de que estas dispõem de recursos que não podem ser copiados?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A gente poderia fazer uma discussão sobre genética x treinos. Os mais competitivos são os mais favorecidos geneticamente ou os mais disciplinados? Os dois?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Bem, não sou capaz de fazer essa discussão. Eu leio a respeito, mas não consigo ter convicção alguma sobre o assunto porque os estudos falam em tendências. E você fica confuso, pois ora esses estudos ressaltam um aspecto, ora outro. Vamos ouvir que certos africanos podem correr rapidamente longas distâncias porque tem um agrupamento de fibras com características “x”ou ”y” , enquanto outros vão ressaltar que a falta de transporte e a necessidade de percorrer longas distâncias entre a casa e a escola molda esses atletas desde de crianças. Poderíamos deduzir por essa segunda vertente que esses corredores são produto desse meio social eeconômico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E, claro, vai ter gente que vai dizer que vai agregar outro elemento – o nível de gestão ou profissionalização do esporte em um determinado pais, sem a qual de nada adianta ter um estoque de pessoas com grande determinação mental ou favorecidas genéticamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas será que não seria possível especular em outra direção? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Nem que seja só para fazer uma provocação, claro?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não minha modestíssima opinião, acho há pelo menos duas coisas importantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em primeiro lugar, tenho que certas pessoas têm características psíquicas que as tornam capazes de se auto impor sacrifícios para os quais amaioria não demonstra aptidão. Você pode pensar que o nível máximo do V02 doLance Armstrong era altíssimo em comparação com a maioria dos ciclistas contra a qual ele competia.  Mas ainda assim, vale a pena lembrar, isso não o tornava imune a dor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Essas características podem serimanentes em todos os indivíduos? Não tenho certeza. Mas quando leio sobre o método de treinamento dos dois maiores coachs da atualidade, a Siri Lindsay e o Brett Sutton, acho que essa habilidade pode ser adquirida ou “despertada”. Apesard e estilos pessoais totalmente diferentes, ambos aplicam um rotina espartana para seus atletas que, ao fim de um doloroso processo de superação de estados de extrema da fadiga física e mental, são levados a um outro nível de confiança ecompetitividade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Se é assim, se isso é verdade, essa vantagem competitiva é um tanto frouxa – mas creio que ela ainda é de domínio apenas de uma elite do triathlon mundial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Outro ponto que acho fundamental é o auto-conhecimento somado a capacidade de aprendizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não digo o “autoconhecimento” psicológico, daquelas perguntinhas insuportáveis tipo “quem sou eu”, “quais meus objetivos” e blá,blá, blá...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Falo do conhecimento que emana da experiência e de um longo processo de aprendizado baseado em erros e acertos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Uma vez, o Vinicius Santana comentava que a diabetes exigia dele e uma percepção de tal modo aguçada sobreo comportamento do seu corpo que, o que seria a princípio uma desvantagem competitiva, se transformava em uma ferramenta para competir em alto nível.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Outro exemplo que acho interessante é o do Ciro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O Ciro não utiliza planilhas ousegue uma rotina de treinos baseada em periodização. Segundo ele próprio diz “o que der na cabeça eu faço...e depende do dia”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A princípio, esse processo pode ser muito intuitivo (conhecimento sistemático + conhecimento ditado por regrasinconscientes), resultado de um longo ciclo de condicionamento. Uma espiada no currículo dele aponta para 150 provas de short, 90 olímpicos, 32 meio-iron e 5 Irons. Algo como 15 técnicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mesmo os famosos “treinos doidos” podem parecer um mistério – talvez até para ele mesmo, mas está tudo registrado em um território mental. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Pra mim, esse a intuição é um bom exemplo sobre conhecimento tácito. Além de ser de difícil interpretação, as experiências acumuladas ao longo do tempo não podem ser transferidas de um indivíduo para outro sem perdas ou ruídos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em um post mais antigo, ao escrever um pouco a curiosidade que todos nós temos sobre o que coloca as pessoas no topo das listas dos rankings da elite e dos age-groups, Ciro, Ana, Luiza...enfim, responderam algo como “não existe receita de bolo”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Receitas existem. Pencas de receitas. Mas o truque é o toque de mestre do confeiteiro que faz com que o bolo seja inimitável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-7854970996678899666?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/7854970996678899666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=7854970996678899666&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/7854970996678899666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/7854970996678899666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/09/competindo-comigo-mesmo.html' title='&quot;Competindo comigo mesmo&quot;'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-5805049282965075579</id><published>2011-08-29T13:11:00.000-07:00</published><updated>2011-08-31T12:26:39.907-07:00</updated><title type='text'>70.3 em Penha 2011. O que foi, foi.</title><content type='html'>Ufá, ainda bem terminei o post anterior dizendo que "expectativas" valem a mesma coisa que nada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque não valem mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Difícil explicar que, de uma prova para a qual eu me preparei para participar, resultado foi um PB com 18 minutos melhor que 2010.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Claro, mérito total dos profissionais que me ajudaram. Se eles me autorizarem, pretendo fazer uma lista com os emails deles e disponibilizar aqui no Blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ganhei todos os rounds - até perdi alguns. Mas faltou pouco, pouquissimo para um objetivo que persigo: fiquei a quatro minutos de um 70.3 sub-5 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há tempos, aqui mesmo nesse blog, eu dizia que minha idade me forçava a rever meus objetivos e manter o que já tinha conquistado - até bastante influenciado pela leitura do bom "Do que eu falo quando falo de corrida", do Haruki Murakami.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso a minha "fuga para frente": ao invés de enfrentar logo os problemas que me impediam de ter resultados que queria, eu postergava isso fazendo provas duras a cada dois meses com o mesmo desempenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E minha desculpa era o VO2, era a o indice de massa corporal, era flexibilidade dos tendões...enfim, o rol de fatores limitantes posto na prateleira da ciência é grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta você ir no Supermercado das idéias prontas e escolher qual você quer comprar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, você acredita nelas, se acomoda, compra uns chinelinhos e um copo para colocar a dentadura...:-))))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o triathlon é um esporte estranho. Ou talvez todos os esportes de endurance sejam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria fácil eu dizer que a idade traz mais experiência, força mental e inteligência para compensar a desvantagem física que anos trazem. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que não é isso. Esse é um caminho fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma coisa que o Marc Becker falava sobre "reprogramação" que é muito interessante. Ele dizia que as pessoas não são escravas do seu biotipo, o "hardware", pois que o que conta mesmo é "software".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sou alto, quando as pessoas me veem, por exemplo, acham que minha estatura é ótima para corrida porque posso dar passadas largas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quando corro minhas passadas são curtissimas por conta do método de treinamento do Ironguides.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E depois de aprender a correr assim, passei a correr melhor ainda que mais velho (mas nem tanto, ok meninas, nem tanto....).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então é possível melhorar,  se tornar mais rápido e forte ao longo do tempo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha experiência diz que sim (enquanto ficar "mais inteligente",  diz que não! ;-))))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem coisas que não funcionam, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, pra problemas de feiura como o meu ele não tem funcionado muito bem, não!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu já pedi uma planilha especial para o Rodrigo e estou esperando até agora...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é um problema sério no Ironguides....:-)))))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, como eu disse eu no post anterior, tinha alguns rounds para ganhar nessa prova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro deles era em relação a natação. O Rodrigo me pediu uma saida forte, voo de cruzeiro e ataque as bóias. Seria estratégico fazer um bom aquecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei com uma hora de antecidência, arrumei minhas coisas e fui para o mar fazer alguns tiros. Meu corpo se adaptou a temperatura da água e senti a musculatura mais aquecida depois das braçadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz uma boa largada, não ventilei e consegui alguns espaços para nadar forte até as duas primeiras bóias. Infelizmente, não fui feliz em atacá-las porque fiquei no engarrafamento que sempre acontece para nadadores medianos como eu quando a gente chega nelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas usei essa tática de nadar forte quando me orientei pela bóia errada e tive que retornar ao trajeto mais curto. Gostei, pois rapidamente me recoloquei na natação para fechar em 33:22 (contra 37:24 de 2011).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O transição, que o Rodrigo me pediu para fazer em, no máximo, dois minutos, não consegui. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meu wetsuit para tirar sozinho é o capeta! Ele enrosca no tornozelo e não sai! Se não tiver alguém para ajudar....Resultado da T1: 3:52 (4:56 em 2010).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Subi na bike com muito receio de me sentir exaurido logo de saida - afinal, os problemas de lombalgia e na panturilha não me deixaram treinar no Riacho Grande. Depois do Iron, fiz apenas dois treinos na rua - o resto foi rolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, surpreendentemente, me sentindo bem, cheguei na primeira hora a 36 km/hora com a cara no vento. Lembrava do Chico me provocando: "eu arriscaria algo em torno de 35 km/hora".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu pensava "Hahahaha...sêo Chico, deixa eu te mostrar o meu tempo na bike...espera pra ver!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi um belo pedal. Mas até um certo ponto...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com uma cadência média em torno de 75 rpms, e com o vento ajudando nas subidas, eu me sentia "decolando" na primeira hora. Só que a partir dai, passei a sentir o desgaste e a média caiu para 35.5 km/hora e, faltando apenas 15 km para fechar os 90 km, quebrei!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, eu não estava com aquela bola toda e fui me arrastando....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já tinha devorado tudo que tinha bike.  Tivesse mais 10 km para fazer, eu tirava o capacete e comia...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em função disso, média caiu para 34.7 km/hora fechando em 2:35:23 (em 2010, a velocidade média foi de 32,5 Km/hora e o tempo 2:45:50).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de não ter alcançado a média de 35 km/hora, depois fiquei sabendo pelo Landinho que pedalei perto do Sandro Magalhães quase o tempo todo. Bom, o Sandro, Artur e o Mota são os caras que admiro no pedal e chegar perto deles já me deixaria pra lá de feliz...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei e, ufá, bolo com coca-cola na transição! Dois tecos, um copo e tô novo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O único problema é que demorei. A T2 custou 3:45 (pior que ano passado, que foi 3:03).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na corrida...putz, eu estava com panturilha ruim, lembram?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, mas eu mesmo não lembrei!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei lá, sai correndo totalmente revigorado e lá pelas tantas é que fui lembrar da panturilha. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acho que a opinião da Janaina, dizendo que eu provavelmente eu só sentiria o esforço muscular e a aplicação do Kinésio Taping me deixaram mais seguro. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Isso sem dizer a adrenalina da própria prova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz a primeira perna para 54 minutos (foi a única vez que olhei o relógio), correndo com passadas curtas e um tanto na defensiva com medo de alguma quebra.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ai, aproveitei para me descontrair e observar um pouco a corrida. E nas provas de triathlon tem umas histórias muito engraçadas, que as vezes a gente não nota porque está a mil....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um cara, vendo o amigo andando, dá um BERRO de "incentivo".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas aquele BERRO...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"POOOOORÁÁÁÁÁÁÁÁÁ, VAMMMMMOOOOOOO LÁÁÁÁÁÁÁÁÁ CAR#@#@@HO!!!!!"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acho que até uma vaca que estava pastando ali perto ficou assustada....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O cara, que chama Edinho e estava numa boa tomando gatorade, replicou apontando para o parque:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Cara, o que é que tem? A gente vai chegar no mesmo lugar, só que você vai chegar antes...e eu, depois!"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tem sentido, né? :-))))))&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bem, voltando...Tinha decidido que somente nos últimos 10,5Km puxaria para um moderado/forte - isso, "se" puxasse...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um dos retornos, avisto o Mota. Ele me diz "Estou te esperando...".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, "estou te esperando" nessas provas é coisa de uma ponte Rio-Niterói....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faltando 6 km, emparelhamos e disse para ele "Mota, isso não é natural, você sabe. Não tem cabimente eu te passar. Isso é uma aberração..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele comentou "Tudo bem. Você não tem idéia da força que estou fazendo para correr".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repliquei dizendo que ele tinha feito coisas bem mais extenuantes como atleta e profissional e que, mesmo assim, nunca tinha cedido em nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele cresceu e começou a imprimir um pace forte. Fomos passando dezenas de pessoas e, pelo que me lembre, a partir desse ponto apenas me recordo do Roger Melo ter nos ultrapassado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Antes abre parênteses&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Isso fora o Marlus e o Dalton, que já tinham dado na minha cabeça antes, muito provavelmente a pedido da Cintia, que não estava lá mas mandou os dois para eu não esquecer "quem é que manda"....:-)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fecha parênteses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida, foi o melhor momento do ano que tive no triathlon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós não estávamos "disputando", não era um  "Ironwar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram duas pessoas correndo forte, uma buscando energia no ritmo da outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento em que fraquejei, ele aliviou dois passos, "me buscou" e voltei ao pace.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas assim podem ser solidárias, sem se servirem do outro em formas desleais de competição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "vácuo" ou a "esteira" que oferecem aos companheiros é moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sem colocar o pé no chão para correr durante quase 45 dias, fechei os 21 km para 1:47:47 (contra 1:51:36 em 2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminamos a prova juntos em 5:04 e bati meu tempo de 2010 (5:22).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ganhei o Oscar, mas se eu tirasse da manga uma carta de agradecimentos, não poderia deixar de citar o Fabiano Bispo, Janaina, Chico e o Rodrigo Tosta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, como a Deise sempre diz, grandes competições só são "grandes" se forem lembradas como um (re)encontro de amigos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não fosse a oportunidade de rever a Lisandra, Mariana, Artur, Nilma, Ana Lidia, Landinho, Joka, Zé, Jorge, Ricardo, Wlad, Kiko, Renato, ainda tive felicidades de fazer outras grandes amizades: Leila, Roger, Caroline, Renata, Zé Delena, Thiago, Lourenço, Rodrigo, Renato, Fábio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, Edinho, se você algum dia ler esse post, fique sabendo que você também é do grupo de pessoas inesquecíveis dessa prova!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-5805049282965075579?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/5805049282965075579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=5805049282965075579&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/5805049282965075579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/5805049282965075579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/08/703-em-penha-2011-o-que-foi-foi.html' title='70.3 em Penha 2011. O que foi, foi.'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-6671195167227700460</id><published>2011-08-22T14:21:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T16:18:46.974-07:00</updated><title type='text'>70.3 em Penha 2011. O que será, será.</title><content type='html'>Depois do Iron, eu e o Rodrigo fizemos alguns planos. Pensei em Cozumel, mas na cabeça do coach eu deveria aproveitar o segundo semestre para consolidar minha velocidade e participar de provas de triathlon olimpico ou meio-ironman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começamos os treinos com foco em intensidade na corrida e um pouco mais de atenção a natação - eu não nado mal, mas me falta um pouco de agressividade na água. Sou demais acomodado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu realmente estava me sentindo ótimo. Meus treinos de corrida depois do Iron estavam me surpreendendo. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, no meio de uma sessão de tiros na esteira, tive uma lesão na panturilha em meados de julho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao invés de procurar um médico imediatamente, fiquei esperando para ver o que ia dar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E deu que me dei mal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei duas semanas brigando com a lesão. Quando fui ao médico, no começo da terceira, ele me disse "não foi grave, mas a cicatrização está no tempo limite para fazer a prova. Pode ser que dê para você correr, mas pode ser também que não seja possível".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como me escreveu o Chico, "&lt;i&gt;lesão é lesão", o tempo de recuperaçao não muda muito pois as fibras (ou poucas fibras, no caso das pequenas lesoes) que sofreram lesao, levam o mesmo tempo pra se recuperar. Em outras palavras, se houve um estiramento, as poucas fibras estiradas ou as muitas fibras estiradas levarão o mesmo tempo pra se recuperar. O que muda sao os sintomas pois se sao poucas, quase nao sentimos nada mas se sao muitas aí o bicho pega."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse meio tempo, assisti, acho que na Globo, uma matéria um boxeador brasileiro que chegava a semifinal dos Jogos Militares na sua categoria sem ter feito nenhuma luta. Os adversários não conseguiam alcançar o peso e iam sendo eliminados em cascata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A matéria era uma situação armada para fazer humor a custas de alguém e tinha lá um certo grau de crueldade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava implicito "pode ser campeão sem ganhar de ninguém".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando foi perguntado o que aconteceria se ganhasse o título sem lutar, longe de aparentar qualquer constrangimento, o rapaz dizia mais ou menos assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Como "sem lutar"? Alcançar o peso para estar na categoria é o primeiro requisito para subir no ring. Se os meus adversários não conseguem ao menos isso, como vão querer lutar? Eu estou aqui..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, vendo aquilo me senti um menino mimado de apartamento, morrendo de dó de mim mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus planos foram por água abaixo, mas eu tinha uma "luta" para fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, meus objetivos passaram a ser outros - antes de tudo, estar em Penha para a prova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Rodrigo Tosta sugeriu que continuasse a seguir a planilha no que fosse possível e procurasse aulas de deep running para substituir a corrida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui atrás, mas são pouquissimos lugares em São Paulo que tem instalações e profissionais especializados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente achei o Fabiano Bispo na AREA, que fica na Pamplona e relativamente perto do metrô. Foi praticamente um &lt;i&gt;personal&lt;/i&gt;, pois mesmo quando ele sabia que só haveria eu na aula, nunca deixou de ir. Trabalhava os aspectos técnicos do deep, puxava os treinos para o ritmo não cair e sempre me cobrava para estar presente na próxima sessão de treinos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Incorporei a corrida na piscina durante a hora do almoço três dias durante a semana e um "longão" de suas horas aos sábados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora isso, duas sessões semanais de fisioterapia para a acelerar a cicatrização, fazer alongamento e fortalecimento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Resolvido? Não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando as coisas dão para dar errado, é uma noticia ruim atrás da outra: voltei a sofrer com lombalgia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em certos dias, não conseguia mais fazer os treinos de pedal - mas por medo de forçar e ter um agravamento da dor, já que na bike até que me sentia bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lá fui eu atrás de horários de um quiroprático por sugestão da Cintia Tobar e indicação do Chico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E estressa, né? Quando você tem que lidar com tantos "encaixes" de horário, trabalhar e treinar. Passei esse mês pra lá e pra cá com uma rotina insana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, enfim, isso tudo faz parte desse "estilo de vida", embora a gente só use essa expressão para falar das coisas positivas....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vezes, não é bem assim. As vezes, a gente se machuca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tem uma lição nisso tudo - eu tinha me esquecido como fazer uma prova de meio-ironman é um esforço pra lá de trivial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque depois de várias provas dessa distância procurando fazer o melhor tempo, quando não estamos bem temos a tendência de dizer "Ah, eu só vou lá para completar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;What? Como assim, "só para completar"??????&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alguém acha pouco passar em torno de seis horas nadandopedalandoecorrendo só porque fez isso mais de uma vez?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acho que muitos de nós (e ninguém em particular, diga-se) perdemos um pouco a dimensão das coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse período mais complicado serviu para me colocar novamente no meu devido lugar e pensar que sempre, sempre a maior dificuldade é conseguir treinar para estar na largada e, em segundo, completar a prova.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A partir disso tudo, pelo menos conseguirei estar na linha de largada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Minha luta terá três rounds. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No primeiro, vou tentar uma natação forte para os primeiros 300 metros e atacar novamente perto das bóias. Ainda que seja desconfortável e me arrisque a morrer afogado na praia, o Rodrigo diz que será um aprendizado para no futuro nadar mais forte.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando soar o gongo do final do primeiro assalto, vou acelerar a transição para algo em torno de dois minutos, mesmo correndo o risco de sair para o segundo round meio afogado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No segundo vou pedalar. Mesmo se estiver sem dores lombares e com as pernas fortes, vai ser complicado fazer algo além de um esforço moderado. Meu último treino no rolo hoje, três dias antes da prova, me deixou bastante desanimado - minha capacidade aeróbica deixa a desejar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No terceiro e último assalto, a estratégia é correr sem sentir dor. Se sentir dor em função do esforço, vou administrar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas se isso acontecer no mesmo local onde tive a lesão, entrego a corrida e a prova. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vai ser duro, vou ficar arrasado e querer pegar o primeiro voo direto pra casa...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas não vou comprometer o ano, que ainda tem mais um prova legal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agora, são expectativas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E "expectativa" é aquilo, né? Serve pra nada...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Lembro que em 2009, meu primeiro Iron, treinei, treinei...Deus do céu, como treinei.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cheguei na praia as 6:30, a lua no céu e sol para despontar. O mar calmo, uma brisa tranquila e uma paz interna muito grande. Minha confiança lá em cima.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pensei  "Hoje tudo vai dar certo, com certeza. Estou sentindo que hoje é o meu dia..."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(por um triz, mas por um triz não disse "hoje o universo conspira a meu favor".)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dada a largada....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tropecei, cai, levei um soco no rosto, entrou água no óculos, o wetsuit começou a sangrar meu pescoço, tomei um chute no estômago na primeira bóia, depois ninguém encontrava a segunda porque ela se soltou. Me perdi no mar e quando me achei, tive que voltar para contorna-lá,  pois já havia passado do ponto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No pedal, as marchas subiam e desciam aleatóriamente, pois o coroão estava retorcido. Nas subidas, não conseguia mudar as marchar e fiz todas no prato maior, com um ritmo mais ou menos assim: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;uuuuuummmmm.............doooooissssssss....................uuuuuuuummmmm..........dooooooisssssssss&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E morrendo de medo da corrente não aguentar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando finalmente acabei os 180k minha lombar estava toda travada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A corrida foi "sopa". O cinto de hidratação, que nunca deu problema, não parava quieto. Primeiro, ficava caindo no meu joelho. Joguei algumas coisas fora para aliviar o peso. Mas ai ele começou: virava para a esquerda, virava para a direita. Teve uma hora que pensei que enroscado um bambolê na cintura.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esse negócio de expectativa, viu....:-))))))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-6671195167227700460?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/6671195167227700460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=6671195167227700460&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/6671195167227700460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/6671195167227700460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/08/703-em-penha-2011-o-que-sera-sera.html' title='70.3 em Penha 2011. O que será, será.'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-1938150200437215397</id><published>2011-08-09T14:00:00.000-07:00</published><updated>2011-08-10T17:08:03.041-07:00</updated><title type='text'>Back to Basics?</title><content type='html'>&lt;div&gt;Dizer que o triathlon é um "estilo de vida" é uma coisa que parece um tanto inusitada quando você está conversando com alguém que não é familiarizado com o tema.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Embora seja possível reconhecer pessoas que praticam certos esportes em função de traços físicos e hábitos culturais, o que inclui um gosto musical particular ou por um certo jeito de se vestir, acho que ninguém diz que pratica futebol, corre, joga vôlei, basquete ou...sei lá, golfe, enfim, ninguém pelo menos que eu conheço diz que seu esporte preferido é um "estilo de vida".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Conversando com a Lisandra no Chile e contando sobre meu desejo de um dia poder fazer o Ultra Trail Du Mont Blanc, ela me chamou a atenção para o fato dos corredores de montanha serem talhados fisicamente pelo esporte que escolheram e pelo meio em que vivem - os olhos profundos, a pele grossa imune ao frio, os rostos envelhecidos e a expressão vigorosa. Pernas enormes. Uma relação quase metafísica com as alturas e a natureza. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O "estilo de vida" desses corredores emerge de uma emersão completa na vida cultural. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para eles, vencer as distâncias tem um significado maior. "It's not about Running", parafraseando o Armstrong.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fico me perguntando: o triathlon não seria algo mais que "nadarpedalarecorrer" também?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As vezes, fico pessimista quando percebo que nosso "estilo de vida" pode ser apenas uma ilusão construída por um padrão de consumo baseado na ostentação e sem valores comuns, cujo resultado é aquela imagem caricata dos "triatletas de boutique" - figura que se empeteca com um capacete aero, óculo oakley, macaquinho 2xu e monta em sua bike cérvello para ir na padaria.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu não sei. Recentemente vi uma discussão totalmente insana entre uma triatleta que fez uma prova insana e um sujeito insano que disse palavras insanas e ouviu coisas insanas de quatrocentas outras pessoas....bem, advinhem! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Insanas...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As pessoas desaprenderam  a expressar solidariedade ou é impressão minha? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, depois, ficam "sensibilizadas"com o Dick e o Rick Hot?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Claro, não sejamos inocentes - isso acontece também em outras esferas da vida e os triatletas não estão fora de um contexto social mais amplo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Reconheço também que em outros esportes o mesmo ocorre de forma tão ou mais truculenta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que não adianta.  Julgar o defeitos dos outros por meio dos nossos próprios defeitos é um péssimo argumento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já assumindo meu erro por ser tão genérico e injusto em querer julgar um mundo de gente que não se encaixa nesse perfil que tracei,  gostaria de perguntar: esse nosso esporte não deveria agregar a vida das pessoas, além de hábitos saudáveis, valores que as tornassem minimamente cordiais?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acho que antes de pensar em suplementos, bikes, capacetes, o preço das provas, pneus clincher ou tubular, descanso ativo etc etc etc, poderíamos nos perguntar "quando aqueles caras criaram o Ironman, o que eles queriam provar mesmo?"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-1938150200437215397?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/1938150200437215397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=1938150200437215397&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/1938150200437215397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/1938150200437215397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/08/back-to-basics.html' title='Back to Basics?'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-2062878792412365207</id><published>2011-08-04T16:49:00.000-07:00</published><updated>2011-08-20T16:51:02.142-07:00</updated><title type='text'>Treino preferido</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"O  sertão é dentro da gente.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E esse sertão não é feito apenas de aridez e  provocação,&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;mas também de veredas,&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;de estações de alívio e beleza em  meio à solidão."&lt;/span&gt;&lt;span class="GA5-CRNDNKC ugc"&gt; &lt;span style="color: rgb(68, 68, 68); &amp;quot;;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Guimarães Rosa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Kiko viu em uma entrevista da Vanessa Gianinni na Trisport e lá pelas tantas a ela é perguntado sobre "treino favorito".&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Inspirado nessa pergunta, resolveu contar sobre o dele no seu Blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou puxar esse fio porque ele, ao se referir ao filme "127 Hours", fala sobre a solidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho umas esquisitices pois, em um meio em que a maioria das pessoas curte treinar em grupo, gosto mesmo é de ficar só.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Porque uma das coisas complicadas de quem mora sozinho é achar um tempo para ficar realmente sozinho. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Sozinho com o sozinho"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não, você não entendeu mal. Na era da hiper-super-mega conexão você nunca está realmente só.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Antes, você comprava um "telefone". Agora tudo é "ACESSO". Você olha as pessoas em lugares públicos quase em estado hipnótico, digitando para uma rede em que na outra ponta está alguém que por sua vez está escrevendo para outra pessoa em um circuito infernal de MSNs.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Por isso, meu treino preferido não tem grandes paisagens ou acontece em lugares bacanas. Meu treino preferido é um ir e vir no meu bairro para ir nadar, onde resolvo minhas inquietações (ou crio outras).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um dia o Xampa se perguntava como as pessoas conseguem realizar certas tarefas para um Ironman, tal como passar seis horas em uma bike.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No meu caso, acho que não seria totalmente errado responder que os esportes de endurance, mesmo quando extenuantes fisica e mentalmente, fazem parte do rol de fatores que me ajudam trabalhar melhor com a ansiedade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tenho uma dificuldade enorme para achar um certo equilíbrio em meio a tantas coisas pessoais e profissionais ocorrendo ao mesmo tempo. Por me comprometer demais, as vezes me sinto como aquele sujeito que equilibra prato chinês: coloco vários deles girando em cima de varas, umas muito distantes das outras, e depois fico correndo de um lado para outro para que não caiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quando estou realmente sozinho parece que os pratos giram muito lentamente e, como em um sonho, posso andar entre eles sem precisar tocá-los.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As vezes aproveito para derrubar alguns, porque o motivo que me faz girá-los nem existe mais. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Levanto cedo, as 4:30 da manhã, para ir nadar três vezes por semana. Tomo uns &lt;i&gt;birinights&lt;/i&gt; (essa mania de falar giria da terceira idade não me deixa!) e uma banana com mel.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A academia abre as seis. Então volto para a cama e como a manhã é o meu melhor período de concentração, pego aleatóriamente algo para ler, mas invariavelmente uma história inspiradora nos esportes de endurance ou uma das várias revistas de triathlon que tenho guardadas para revisitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São 45 minutos em que penso simplesmente no que estou lendo, da forma mais despretensiosa possível. Não tenho que fazer uma resenha, anotar nada e muito menos polemizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, levanto, visto tudo muito rapidamente e vou para a academia nadar. São mais ou menos 20 minutos de caminhada e escolho o percurso mais demorado de forma proposital - gosto apenas de ir caminhando...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O céu escuro vai ficando azul. O ar da respiração fica visível ao se condensar. Algumas poucas pessoas estão correndo no canteiro central da Brás Leme e outras vão com passadas rápidas para o trabalho. Tem o pessoal do ponto de ônibus, tem o pessoal que fica no posto de gasolina.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chego na academia, brinco com o rapaz que guarda o material no vestiário e vou para a piscina. As vezes, sou o primeiro a chegar. Fico de pé na borda e fico feliz só de ver a sala com uma espécie de névoa e o vapor cobrindo a água quente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entro devagar na água, dou as primeiras braçadas. Nado fácil, descansado. Depois vou despertando na água quase morna...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para mim, é como um lago no topo do mundo.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-2062878792412365207?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/2062878792412365207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=2062878792412365207&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/2062878792412365207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/2062878792412365207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/08/treino-preferido.html' title='Treino preferido'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-2956556310664215247</id><published>2011-07-13T12:21:00.000-07:00</published><updated>2011-07-30T10:13:43.315-07:00</updated><title type='text'>A fase "oca"...</title><content type='html'>Uma das coisas que me prendem no triathlon e me induzem a escrever um Blog são algumas reflexões pessoais ou discussões que rolam aqui e ali com os amigos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nem sempre foi assim. No inicio, muito da falação aqui tinha como objetivo descrever os treinos e, ocasionalmente, falar sobre as provas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, tratava-se de um report público para o coach. Eu escrevia "para todos", mas no fundo havia alguém como interlocutor. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu ainda colocava algumas fotos, frase de motivação, umas gracinhas, isso, aquilo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter esse tipo de relato também é ótimo quando você quer recuperar um pouco da sua história.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; Na época dos treinos mais intensos do Iron, por exemplo, gosto de retornar no tempo para ter uma perspectiva comparada das coisas e dai uma noção mais realista de todo processo de evolução de um ano para outro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Só que cansei um pouco desse modelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque treinos viram rotina. Como os incrementos de desempenho semana a semana são pequenos, os relatos são variáveis de um mesmo tema com tamanha monotonia que....bom, as vezes me pergunto "quem se interessa por isso?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de abandonar os aparelhos que medem frequência cardiaca, calorias queimadas, dados sobre altimetria, pace etc etc etc. venho me questionando agora sobre a necessidade contar cada metro na piscina, quanto tempo eu pedalo no rolo ou estrada ou quantos quilômetros fiz no final de semana. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não tenho e não sinto falta de dados. Parece que estou me desligando desse mundo de vez. Meu Ironapp do Facebook agora é apenas um calendário de provas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não tenho idéia de nada. Apenas conta como me sinto nesses treinos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;O Rodrigo uma vez me escreveu um e-mail em que ele dizia que há coisas que "tiram sua energia".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, meu Deus, como é longa a lista de coisas que contribuem para me deixar esgotado!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como trabalho com estatísticas econômicas e sociais, o triathlon ao invés de ser um espaço de liberdade, ao ser tão "contadinho" nos seus detalhes acaba se transformando no prolongamento da minha vida profissional.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E não quero isso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, fica a questão: se eu meus objetivos mudaram e não estou medindo mais nada, por quê continuar escrevendo?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Isso também não me tira a energia? Sim, sem dúvida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas tem outra coisa, acho que mais importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que temos algo realmente relevante para contarmos aos outros quando abrimos um Blog sobre Triathlon?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E de um ponto de vista mais geral? Nos fóruns, grupos de discussão, revistas eletrônicas...enfim, será que estamos contribuindo para alguma coisa?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na Internet há informação demais, muitas coisas escritas que, paradoxalmente, pouco dizem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não porque falte inteligência ou capacidade de escrever para quem resolva expor suas idéias (ou comentar a dos outros).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pelo contrário, a frustação ocorre porque a gente quer saber mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer um exemplo? Pegue uma Revista de triathlon pós-iron.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Normalmente, as matérias abordam como alguns atletas superaram dificuldades (físicas, econômicas e sociais) ou a maneira como conseguiram bons resultados quando "chegam lá".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se lê? Fala-se muito em "superação". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E como se deu essa superação? Muita vontade, determinação, treino e foco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como as pessoas conseguiram "muita vontade, determinação, treino e foco"?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hummmmm. Continua na dúvida? Eu também. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não sai disso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Acho que todo mundo quer saber o seguinte: que treinos são esses? Como as pessoas superam o limiar da dor quase insuportável que lhes permite ter uma pequena ou uma grande margem de desempenho? Como conseguem lidar com a disciplina mental treinos longos? Qual a motivação os leva a sair para correr no final da madrugada em meio ao frio ou ao meio-dia no calor extremo? Como lidam com o medo ou os resultados frustantes? Qual o método de treinamento que lhes garante bons resultados e sem contusões? Como cuidam da alimentação? Do pouco tempo para treinar e ainda assim ainda são atletas extraordinários, como fazem?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como é que essas meninas tão leves, sem musculatura aparente, conseguem ser brutalmente fortes e competitivas?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Claro que há exceções. O relato do Topan sobre treinos de natação no Mundo Tri é um exemplo e parece uma leitura promissora. Quando falamos de Blogs, o do Max e do Ciro são outros que gosto de citar como fontes de opinião e informação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dito isso, pensei em escrever um pouco sobre algumas coisas que leio e que podem ser úteis, mas tudo por meio de uma perspectiva mais critica. Sem a pretensão de ser exaustivo gostaria falar sobre Revistas, Blogs, Fóruns que podem ser úteis.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ai, quem sabe, posso achar um pouco um caminho para esse Blog, uma maneira de falar de alguma coisa que possa ser útil ou de algun interesse para as pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vou confessar: tô numa entressafra meio "oca".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-2956556310664215247?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/2956556310664215247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=2956556310664215247&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/2956556310664215247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/2956556310664215247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/07/fase-oca.html' title='A fase &quot;oca&quot;...'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-5781801352161543008</id><published>2011-07-05T18:58:00.000-07:00</published><updated>2011-07-17T13:58:02.013-07:00</updated><title type='text'>De volta aos treinos e novos planos</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;Todo mundo sabe que depois de um Iron, a volta aos treinos demora um pouco. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;font-family:Cambria;font-size:12pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;font-family:Cambria;font-size:12pt;"&gt;Bom, pelo menos para os que voltam...;-)&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;font-family:Cambria;font-size:12pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;font-family:Cambria;font-size:12pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"   style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;font-family:Cambria;font-size:12pt;"&gt;O que nem todo mundo sabe é que voltar a escrever no blog pode demorar ainda mais...&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"   style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;font-family:Cambria;font-size:12pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"   style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;font-family:Cambria;font-size:12pt;"&gt;Na semana seguinte ao Iron, o Rodrigo pediu que a gente entrasse em regime de ETT – “Evite Totalmente o &lt;span class="SpellE"&gt;Triathlon&lt;/span&gt;” . A &lt;span class="SpellE"&gt;idéia&lt;/span&gt; era evitar ao máximo o assuntos ligados ao &lt;span class="SpellE"&gt;triathlon&lt;/span&gt; a fim de evitar algo que os vem sendo chamado de “&lt;span class="SpellE"&gt;burnout&lt;/span&gt;”, que podemos explicar como um desgaste físico e mental intenso com impactos no sistema nervoso e que pode gerar distúrbios psíquicos.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;Eu fiquei com vontade de comentar com ele que, para quem trabalha com análise econômica e coordena uma área responsável pelo cálculos do PIB do Estado de São Paulo, &lt;span class="SpellE"&gt;burnout&lt;/span&gt; é quase um estilo de vida. ;-))))&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;Mas, claro, entendi o que ele queria dizer. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;Depois de semanas treinando com foco nas provas, era necessário se desligar um pouco do assunto que gerou tanta expectativa e dar atenção a outras coisas da vida.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;Aproveitei para fazer um pouco de musculação na academia, comer broa portuguesa sem culpa sempre que passava pela padaria, acordar mais tarde e saborear o fato de que não precisava levantar cedo e passar seis horas pedalando no Riacho aos domingos.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;E, olha, até cortei o cabelo....:-)&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;Só que não pude evitar o assunto &lt;span class="SpellE"&gt;triathlon totalmente&lt;/span&gt;. Eu tinha que planejar rapidamente o que faria no próximo ano. Deixa eu explicar.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;  "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;  "&gt;Umas das coisas que comentei com o Rodrigo é que não gostaria de fazer o Iron novamente em Florianópolis em 2012.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Inicialmente, achei meu resultado lá tão bom em 2011 que fiquei com receio de voltar ano que vem e não conseguir um avanço como o que tinha acabado de experimentar.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;  "&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;  "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;  "&gt;Digo “inicialmente” porque depois que fiquei a par dos resultados mais detalhados e me pus a pensar na prova com maior clareza, haveria espaço para reduzir esse tempo com pequenos incrementos na alimentação, uma natação mais rápida e mudanças de estratégia - afinal, fazer a T2 em oito minutos é um tanto demais, não é? &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;  "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;  "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;  "&gt;Quem sabe seria possível cruzar o pórtico a luz do dia?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;  "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="Cambria" size="12pt" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;  "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Só que tudo bem. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;Até aquele momento resolvi não que não faria a inscrição e não fiz.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;As vezes é você tomar uma decisão e ir em frente do que ficar vacilando, angustiado porque não consegue fazer escolhas...&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;O Rodrigo sugeriu então algumas possibilidades de IM para ano que vem, com preferencia para aqueles que fossem realizados em meados do ano, mais ou menos na mesma época que a prova é realizada no Brasil. A razão é que poderíamos continuar com o calendário com que estou acostumado.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Sugeriu então a África do Sul, &lt;span&gt; &lt;/span&gt;Arizona, Texas ou St. George, com preferência para a primeira.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Mas, tal como no Brasil, os &lt;span class="SpellE"&gt;IMs&lt;/span&gt; ao serem realizados em 2011 abrem inscrições e essas rapidamente se esgotam em questão de horas.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;O IM da África do Sul 2012 já estava &lt;span class="SpellE"&gt;sold&lt;/span&gt; out quando fui fazer a inscrição.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Entre &lt;span class="SpellE"&gt;St&lt;/span&gt;. George e Texas....bem, depois de ver os relatos da Luiza &lt;span class="SpellE"&gt;Tobar&lt;/span&gt; sobre a prova, não pensei duas vezes e optei pelo Texas.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Tomei algumas informações sobre a prova, conferi os tempos e vi alguns vídeos. Tirando o vento, acho que a prova não apresenta dificuldades adicionais . Você dá apenas uma volta de 180 km e na natação, por exemplo, a grande maioria dos nadadores não usa &lt;span class="SpellE"&gt;wetsuit&lt;/span&gt; – como não gosto de água fria, achei esse ponto pra lá de positivo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Outra decisão importante foi a escolha do Rodrigo em fazer duas provas de 70.3 esse ano. Escolhemos Penha e Miami.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Ou seja, esse ano, não vou para Pirassununga para, no dia seguinte, escrever “que fiz a prova mais difícil da minha vida” como faço sempre.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Esse ano, não!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;E essa escolha me deixou feliz, porque tem uma turma bacana indo para Penha e outra, para Miami.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Como considero esse um critério importante, vou confessar que estava muito dividido.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Penha já conheço. Não é uma prova que me deixa feliz. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Tudo bem que a organização é ótima, mas o Brasil merecia um 70.3 em um lugar mais bonito. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;E aquele circuito de &lt;span class="SpellE"&gt;bike&lt;/span&gt; travado é um tédio danado.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Mas, por outro lado, vale lembrar que tenho as melhores lembranças das pessoas que encontrei por nessa prova e as amizades novas que fiz por lá ano passado.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Já Miami é novidade, mas estou contando com a ajuda da Deise para me auxiliar e está tudo saindo muito bem. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Em relação aos treinos, o Rodrigo voltou a trabalhar com treinos de maior intensidade, voltados para o ganho de velocidade. Também vamos fazer algumas provas de &lt;span class="SpellE"&gt;Triathlon&lt;/span&gt; &lt;span class="SpellE"&gt;Olimpico&lt;/span&gt; como parte desse treinamento.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;E eu, que achava melhor fazer exame de toque &lt;span&gt; &lt;/span&gt;ou tomar chá de boldo que topar com treinos desse tipo, vou ser sincero: está sendo ótimo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Tirando aquele período de adaptação muita chato quando se inicia a retomada dos treinos, estou conseguindo cumprir a planilha a risca e me sentindo fisicamente bem.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;E, vale notar, nem bem se passaram 30 dias do IM em Florianópolis.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;(E, vale notar também, tá um frio de lascar!)&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Mas isso é relativamente fácil de explicar – boa parte dos treinos é curta.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;span&gt;E eu não penso. Pego a planilha e sigo em frente. Se for parar para pensar...chiiiiii!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Porque como minha recuperação física é rápida, mas minha disposição mental nem tanto,&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;consigo engrenar a rotina dos treinos de forma bem disciplinada sem ficar antecipando o sofrimento.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;A única coisa que não consegui ainda foi voltar de vez a treinar no Riacho. Fiz dois treinos de três horas aos domingos no rolo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Por quê? Porque me tira energia pensar que tenho que dirigir tanto para ir e voltar de lá, &lt;span&gt; &lt;/span&gt;além de perder a oportunidade de aproveitar o máximo possível parte do dia na casa dos meus pais, lendo jornal ou brincando com a minha sobrinha que está para fazer dois anos...&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Tudo bem que as vezes brincar com a sobrinha pode ser mais desgastante que ficar no rolo seis horas de frente para parede. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Principalmente quando sua irmã te sacaneia e, com um sorrizinho,  pede para tua sobrinha, por acaso filha dela, "pegar o livro do Tarzan para o titiiiiioooooo ler para ela" e depois dá no pé te deixando sozinho!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Que Iron que nada!!!! &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Vai ler a história 4.576.4645.987 vezes, dando nome para cada personagem, e depois me conta se você tem coragem de dizer que sofreu em Florianópolis!!!! &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Isso sim é "Burnout"....&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Minha única vingança é mostrar para ela uma lesma azul e dizer "Mamãe". &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Ela aponta para a figura, olha pra mim e diz "Mamãe??????"&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;"É, mamãe....mããã-mãããã-êêêê..."&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Quando a mãe dela volta, olha para mim e dá outra risadinha...&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;E ai "o titiooooo tá lendo o livro pra Sofia, hein meu amor?"&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;Mal sabe ela...;-))))&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: Cambria;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-5781801352161543008?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/5781801352161543008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=5781801352161543008&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/5781801352161543008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/5781801352161543008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/07/de-volta-aos-treinos-e-novos-planos.html' title='De volta aos treinos e novos planos'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-8880151918083877576</id><published>2011-06-05T10:42:00.000-07:00</published><updated>2011-06-27T17:47:16.810-07:00</updated><title type='text'>Ironman 2011</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-06O7hKmfvzM/TewjECoo7RI/AAAAAAAAAtA/UDDhz0Jul0A/s1600/TBIMB00471_Alta-3600x2400pixels300dpi.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-clEj7CoKijU/TevD9aCGktI/AAAAAAAAAsY/JXxt5U-SXgQ/s1600/251428_190537677664143_100001237352680_603897_3833342_n.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 360px; height: 270px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-clEj7CoKijU/TevD9aCGktI/AAAAAAAAAsY/JXxt5U-SXgQ/s400/251428_190537677664143_100001237352680_603897_3833342_n.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5614796820175033042" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-G5VX2lJL6hw/TevCOHL3EoI/AAAAAAAAAr4/EwRnnRwy5Rw/s1600/29052011089.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O Ironman Brasil 2011 foi uma prova especial.  Não fosse o melhor resultado que obtive em Florianópolis, já ficaria feliz com dos amigos que debutaram no Iron – Deise Jancar, Presidente, Alberto, Kiko, Renato, Laurinho e o Wlad, Jorge...esqueci alguém?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a forma como eles finalizaram a prova mostra as estreias dramáticas, quase “sangrentas” como as crônicas no site do Ironman narram é uma coisa muito distante da experiência das pessoas que são bem orientadas, tem clareza dos seus objetivos e de todo trabalho que leva até eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, foi o fechamento de um período de treinos de três anos. Ainda é viva a lembrança do primeiro Iron, em 2009, quando eu pensava que 11 horas de prova era uma expectativa viável e, ao me deparar com 12:48 no pórtico tive um choque de realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010 um grande avanço, quando fechei meu segundo Iron em 11:46 minutos, mas ainda distante daquele sonho inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vezes, os saltos, uma mudança de patamar, ocorrem. Isso pode ser atribuído a disciplina ou ao talento? Quando se treina duro, muitas vezes em dois períodos quando o trabalho permite, e os resultados não correspondem meses e anos de dedicação, o que falta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os treinadores apenas pedem paciência e trabalho duro. Mas há momentos em que você acha que desperdiça o seu tempo e de quem lhe dá dedicação – parece que há um limite físico e mental que não permite ir além.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As metas parecem ambiciosas, grandes demais. E a sua mente não é organizada de forma linear como nas planilhas. Você tem apenas fragmentos de treinos longos, treinos fortes, treinos progressivos, treinos fracos, treinos intervalados, treinos de velocidade, treinos, treinos e mais treinos entremeados por muito cansaço e resultados com muitos altos e baixos considerando tanto esforço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como essas coisas se integram de forma coerente ao longo do tempo? Qual a lógica de tudo isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:large;"&gt;A Viagem&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse ano, fiz as coisas um pouco diferente. Ao invés de ir de carro, peguei um avião. E dei sorte de, já no Aeroporto, encontrar o Vinicius Santana que é o atual Head Couach do Ironguides e mora na Tailândia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrar o “Boss” é sempre bacana. Ele conhece muita gente do circuito internacional de triathlon, tem ótimas histórias e se você apertar um pouco ele te conta o que a Chrissie Wellington tomava no café da manhã e como ela se vestia quando ambos faziam parte do TBB (rs).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o Rodrigo Tosta passou a ser o meu técnico e vieram os meus melhores resultados, escrevi para o Vinicius agradecendo. Porque me sentia em débito com um cara que me deu anos de dedicação, mas nunca retribui a altura.  E esse “a altura” significa apenas cumprir as metas que eu mesmo estipulava – completar um 70.3 em menos de 5 horas e um Iron Sub 11.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei lá na quinta-feira a noite e me alojei em um Hotel em Jurêre Nacional. Pela primeira vez fui sem carro. Na verdade, tenho algumas coisas esquisitas em relação a isso: eu não gosto de fazer a viagem de ida, mas sim de volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também acho estranho, já que teoricamente a volta é cansativa e você fez a prova, enquanto na ida, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que importância isso tem? Nenhuma, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sei porque tenho essa mania de entrar em assuntos sem o menor interesse...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos cortar isso aqui...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;b&gt;Antecedentes&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dias que antecederam a prova foram completamente fora da cartilha. Fiquei batendo perna na sexta-feira na Expo, muito por conta dos amigos. Quando encontrei a Deise Jancar, que é Master em Ironman e PhD em Expo de Ironman, ai então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois fomos almoçar naquele Open Shopping bacaninha que tem lá, já que o Marden Mota tinha marcado um almoço e sugeriu um restaurante lá dentro. Depois chegou a turma do Landinho, que é da assessoria do Presidente e o pessoal sentou com a gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último dia, ainda encontrei a Amaya, o Edú Carvalho, Denise, Galah, Fernando e a Ana da Find que estavam lá para dar uma força pra Deise. Conheci pessoalmente o Paulo Cordiolli e a Cris da Mynd Sports&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei meio cansado da badalação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei, viu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso faz parte do Iron.  Você tem a oportunidade de revêr pessoas e conhecer outras que fazem parte desse mundo do triathlon brasileiro e frequentam as tais “redes sociais”. São pessoas que tem perfil no facebook, blogueiros, editores de revistas digitais, técnicos...enfim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que isso não tenha me atrapalhado, ainda que eu não recomende para ninguém ficar no fuzuê o tempo inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, fiz um “treino” no sábado. Pedal e corrida com o pessoal do Ironguides.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vejam com são as coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No pedal, nada aconteceu. Estava ansioso para testar a bike, já que tinha feito duas revisões e estava curioso para saber se o transporte do equipamento que arrumamos foi legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi. A bike continuava regulada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que sou cismado com pneu furado. Fico tenso. Tenho uma intuição para isso que me deixa maluco. Na oficina que fiz a revisão, pedi para olharem mil vezes a câmera e, principalmente, o Mr. Tuff.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quando fui entregar a bike no sábado, o técnico do Marcelo, o Landinho, levou as sacolas para a gente de carro e pediu que déssemos uma parada na casa onde eles estavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entramos em uma rua paralelepípedos, meu pneu dianteiro esvaziou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Landinho olhou e disse “Calma que eu troco para você”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele olhou e foi logo dizendo “Você usa Mr. Tuff? Eu não gosto e, se fosse você, não usava...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu fiquei meio assim. Porque Mr. Tuff para mim, se não adianta, eu sabendo que ele está lá, já me deixa mais tranquilo – porque alguma coisa estou fazendo para evitar que a câmera vá para o espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele tirou o Mr. Tuff e ele estava com um corte no meio. A câmera tinha um furo pequeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele disse “Acho que o Mr. Tuff uma porcaria, mas o problema aqui é outro – essa câmera é uma porcaria e furou por outro motivo: defeito de fabricação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai você começa a pensar que gasta uma grana com trocentas coisas inúteis e economiza na câmera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele jogou tudo fora, calibrou os pneus e disse “Vai tranquilo que nada vai acontecer”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segurança com que ele falou desanuviou todas as cismas que eu guardava.  Fui embora com a certeza de que aquilo tinha se resolvido de vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Dia da Prova&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei as 3:45 e sai da cama rapidamente. Preparei a alimentação e as coisas que iriam na caramanhola. Chegamos eu e o Presidente bem cedo, preparamos tudo sem pressa e cuidadosamente em uma sala que ainda não estava lotada – mas já tinha nêgo da organização gritando que a área da largada, na praia, já iria fechar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontramos o Mota e fomos batendo papo. Depois, perto da largada, achamos a Deise e o Landinho. Fomos todos para a área de onde seria dada a largada e ficamos batendo papo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coisa estava tão descontraída que, quando deram a largada, o Presidente disse que tomou um susto (rs).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Larguei mais ou menos no meio do povo, nem tanto a direita, nem tanto a esquerda, assim como nem tanto atrás, nem tanto na frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, larguei no meio da galera!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;b&gt;Natação&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei o começo muito tranquilo para quem esperava bofetada para tudo que é lado com o número de participantes esse ano. Mas isso não ocorreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a primeira bóia, um looongooooo caminho, as coisas aconteceram “nos conformes”. Mesmo no momento de contornar a dita cuja, que é sempre tenso, não foi das piores situações que já passei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, sempre tem gente que cruza pra cá, cruza pra lá e passa por cima mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mar estava bastante marolado, mas a correnteza jogava da direita para a esquerda, favorecendo o trajeto dos nadadores entre as bóias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz a primeira perna sem maiores problemas. Mas quando comecei a segunda, me bateu um desânimo. Já solto dos aglomerados confusos de outros nadadores, meu nado deveria se desenvolver de forma mais tranquila e rápida – só que quando levantava a cabeça e via a bóia no fundo do horizonte, na frente do sol, senti uma deprê momentânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque na natação a mobilidade é lenta e, no meu caso, lenta demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falta de paciência, claro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui atééééé lá, no fundão, e retornei. Chegando na praia, fui levantar e tomei um golpe nas costas de uma onda muito da sacana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como tive problemas de lombar nas semanas que antecederam a prova,  na hora pensei “f@$#@”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixei o corpo dentro da espuma e não lutei. Puro instinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando levantei, me movimentei um pouco e percebi que estava inteiro e sem dores nas costas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas notei também que estava a menos de dois metros de uma pedra que certamente racharia minha cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha uma menina ao meu lado e estendi a mão a ela. Acho que ela pensou que eu estava querendo ajuda-la, mas o que eu queria mesmo era que ela me puxasse de lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai, né? Zero a Zero. ;-))))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fechei aos 3,8km da natação na casa 1:11 (na primeira parcial que a Latin Sports disponibilizou, 1:09)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coisa não tinha sido tão mal assim – mas só percebi isso quando vi a Cintia Tobar tirando a bike do cavalete no mesmo momento que eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;b&gt;Bike&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi fácil localizar a bike.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O único problema é que eu não sabia para que lado correr para sair de lá!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É molé um negócio desses?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apontei pra cá, dei uma corridinha pra lá, fiquei rodando em círculos. Ai o Artur, triatleta blogueiro que estava lá vendo a prova e dando um força na organização, vendo eu perdidinho da silva, gritou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vagnão, vira para o corredor...Pra cá...Nããão, pra lá não meu filho! Onde cê tá indo? Volta! Pra cá, vira de costas! Não, não de costas pra mim, de costas pra lá. I...Is..Issôôôôôôôô, assim mesmo... para o corredor...agora corre até o fim!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi punk!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra ele, claro! Porque acho que ele ficou mais estressado que eu, coitado! ☺&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecei o pedal com um certo trânsito, mas me lembrei da orientação do Rodrigo “Vai tranquilo, mas nada de molezinha”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui passando e senti que estava indo em um bom ritmo. O vento estava bem tranquilo e não tinha encontrado pelotões até então para me encher o saco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas subidas, lembrava dos toques do Mota e resolvi subir sem fazer (muita) força – para quem treina no Riacho, fica realmente fácil e fui passando todo mundo até chegar lá em cima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cidade, na área dos túneis, meu maior medo – o vento. Só que ele não deu as caras, pelo menos com a intensidade que eu esperava!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz a primeira volta com uma média de 33,5 km/hora em cadência pesada, algo em torno de 69 rpms, quase um Time Trial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda, logo no retorno dos últimos 90, senti que o vento tinha mudado e ficado mais intenso. A ida seria com vento e a volta...com vento! (rs).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha experiência em Floripa mostra que meu desempenho cai muito na segunda volta por conta de dores lombares e do vento – claro, duas coisas que estão correlacionadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na áreas dos túneis, com o vento contra, desci a cadência e decidi não lutar. Pensei nos meus treinos no rolo, adotei uma posição aero e tive paciência. Fiquei preocupado em forçar demais a musculatura da perna. Comecei a  administrar a média de forma a achar uma marcha adequada em que eu “perdesse menos”. Na área dos túneis, quando pegava rajadas laterais de lascar e vento forte contra, descia para a coroa menor e girava mais – sem, no entanto, cansar meu sistema cardiovascular porque eu não tenho giro rápido, não treinei para isso e, sinceramente, não gosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente me passava e fui ficando, mas não abri mão da estratégia. Certamente, foi o momento de maior angústia – muita, mas muita gente me passava. Mas paciência. Eu não podia mudar minha estratégia porque, primeiro, meu objetivo era vencer a mim mesmo e, segundo, como já ouvi alguém dizer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se alguém puxa muito e se esforça demais, não esquenta que você vai passar lá na frente. Agora, se você não alcançar, é porque a pessoa é melhor e você não podia fazer nada mesmo”. (rs)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o vento ficava a favor, ahhhhh, ai era coroão e catraquinha. No momento em sai daquela ventania na área a beira mar e apontei na estrada de volta para Jurêre, estava novamente em esquema de contra-relógio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que, de repente, chega o Renato Abreu do meu lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós temos o mesmo técnico e ele estava no primeiro Iron.  Conversamos um pouco, um do lado do outro e, de repente, eu disse “E então, vamos?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clipei e, quando levantei a cabeça, o cara deslanchou uns dois quilômetros num vapt (ou vupt, sei lá eu)!!!!.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu gritei “Ôôôô Renato, pé-pérai meu velho! Ô mêêêêêuuuuuu”!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem gente que não sabe brincar! ;-))))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vim seguindo ele meio que de longe, novamente em esquema de contra-relógio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, sei que isso pode ser uma loucura para quem está em um Iron, porque parece insano fazer isso depois de ter pedalado 140 km, ter mais 50 pela frente e, depois de tudo, ter que encarar uma maratona com as “pernas pesadas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é...mas “nunca antes da história desse país” posso dizer que me senti tão forte. Minha experiência me ensina que, não importa o esforço que eu faça no pedal, minha corrida é quase independente – falo do ponto de vista muscular, lógico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sofro da “síndrome das pernas pesadas” – e acho que isso é o treinamento de anos com o Ironguides.  Mas avançar nesse ponto e entender o porquê é uma questão que me foge completamente. Passo apenas como me sinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, no mais, eu me sentia livre. Embora fosse uma “liberdade responsável”, lembrava do Chico, Edú, Artur, Colucci, Emiliano, Denys e todos os que escreveram no Blog dizendo “senta a bota”! (rs)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o pedal mais fantástico que já fiz – fechei para 5:32 com uma média de 32.3 km/hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem em duas oportunidades não tinha conseguido atingir 30 km/hora, ôpa, estava excelente. Como tive um início mais rápido, consegui ir além da meta que o Rodrigo tinha pensado, isto é, entre 31,5 e 32 km/hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o pedal do Iron não acaba quando você tira o pé do clip e põe no chão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao descer da bike estava lá o Artur novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele ”Vai Vagnão, vaiiiiii....”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhei para ele e, com o corpo totalmente degringolado, disse “Não dá Artur”....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele “Dáááááááá...vamú, vamú, vamú, rapá!!!!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu disse “Ai, ai, ai...Não dá Artur”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Putz, eu parecia uma meninha chorona naquela hora!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o pessoal da Latin Sports me vê, acho que o fulano lá vai dizer “Quem é esse cara? Tira esse sujeito da prova que isso tá avacalhando com a nossa franquia gente. Se isso ai vai parar no Youtube a gente tá f$#@#$%$”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que, pô...Ironman é IRONMAN, mas a gente também fica sensível caramba! ;-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei como o pessoal consegue descer da bike e sair correndo depois de 180 km.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As minhas pernas, estas que estão aqui, não obedecem como a desses caras, não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra falar a verdade até que tentei, mas ficava “correndo” praticamente no mesmo lugar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe “os manú“ de grupo de pagode que ficam dançando com passinhos curtinhos em roda de samba?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Substitui o pandeiro e pensa em um branquelo feio de capacete aero com bermuda colan dando passinhos à la Rubinho Barrichello.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora tira o sambinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It’s me...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, enfim, quando eu largo pedal, fico feliz. Porque o pior já passou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento, lembro de um comentário que, não sei quem fez, acho que a Ana Oliva em um vídeo, em que se diz o seguinte, “Ufá, agora só faltam 42k...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é assim, exatamente assim, que penso toda vez que faço isso esse tal de Ironman!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;b&gt;Corrida&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peguei minha sacola, fui para aquela área de troca de roupa e me troquei rapidamente.  O problema é que preciso comer bolo com Pepsi – é quase um ritual – em 2010, lembro de ter chegado com muita fome nesse ponto da prova e pensando “se está assim agora, vai faltar combustível na corrida”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, com as outras coisas que comi durante o caminho, não faltou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que, nesse ano, não levei a cinta de hidratação. Carreguei os bolsos de gel, barra energética que tinha sobrado da bike e duas garrafinhas com gel diluído. Pedi, pelo amor de Deus, para uma menina me dizer qual dos banheiros químicos foi menos usado e, depois de passar de por aquela provação, sai para correr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciei a corrida executando o jogo de passadas rápidas sem qualquer problema muscular ou sensação da fadigo, mas me senti com muitas coisas nos bolsos (minha bermuda tem quatro) e joguei as garrafinhas fora. Foi besteira...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque durante a corrida eu não consegui me alimentar com nada sólido – nem gel. Tudo foi a base de água, Gatorade e Pepsi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As garrafinhas com gel diluído, poderiam ter feito falta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segui mais ou menos a estratégia “run/walk”  - que consiste em você se programar para andar em certos trechos ou períodos de tempo, afim de não fadigar seu sistema neuromuscular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digo “mais ou menos” porque o Rodrigo tinha sugerido fazer isso em todos os postos de hidratação e caminhar entre 30 e 45 segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fiz foi andar em alguns e, na maioria deles, andar 15 e 20 segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao enfrentar as subidas para Canasvieiras, não andei nas subidas. Sei lá, pode ser ineficiente andar ali, mas eu sempre chego naquele ponto bem e subo sem grande esforço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então pra que vou andar, ué?!?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na descida, vi a Ana Lidia a frente da Mariana Borges, da Soled e da Fernanda Keller em um pega fantástico. Encontrei também o Fred e o Mota descendo, um atrás do outro, um pouco atrás das meninas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, lá em cima, já no platô, cruzei com o Sandro Magalhães.  Em 2010, quando comecei a subida, bem no comecinho, o Sandro estava indo para os últimos 21k.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei “caramba, que legal!”. O Sandro é um cara forte e encontra-lo naquele ponto mostrava que o pedal mais rápido tinha feito a diferença. Uma baita diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Canasvieiras meio que me “desequilibrou”, me tirando do ritmo. Claro que isso é natural, mas eu achei que o prejuízo tinha sido grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, ao fechar os primeiros 21 km, olhei o meu poderoso relógio da Decathlon de sessenta contos e ele mostrava 1:53!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada mal!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, de novo pensei em ser mais ousado. Diferentemente de 2009 e 2010, em dividi os últimos 21k uma duas partes, uma lenta e outra rápida, decide impor um ritmo “forte” para ver o que acontecia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corri tal como fiz nos treinos. Aliás me lembrei muito disso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu último longo, o Rodrigo pediu 2:45 divididos em seis partes. Progressivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O treino foi tão forte a ponto de ter passado aquela noite em branco. Nas duas últimas partes, eu estava muito veloz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi excepcional ter feito isso, pois me deu muita confiança para forçar, já que entendia eu que meu corpo responderia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo depois de devidamente “escovado” pela Cintia Tobar, aquela menina “ridícula” que me passou sem o menor conhecimento (rs), eu fui passando, passando, passando...Beleza!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando encontrei o Rodrigo para fechar os últimos 10,5k ele disse: “Vagner, você tá bem! Mantém o ritmo que você quebra a barreira das 11 horas!!!!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhei para ele, e disse “Tudo bem Rodrigo, mas posso te pedir um favor?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele olhou pra mim e emendei “Segura o Sol pra mim!!!!!” ;-)))))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem faz o IM Brasil, sabe o que significa isso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, voltando, olhei o relógio: 2:53!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquilo seria um sonho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um tinha uma hora e sete minutos para correr pouco mais de 10? Isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sai correndo no mesmo ritmo, mas com uma felicidade...não dá para descrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que, como nada é fácil no caminho de um corinthiano, nos últimos 5 km, dei uma quebrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não era muscular. Nem falta de gás. Era o meu cérebro olhando para o meu corpo e ligando o pisca de alerta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheço bem isso. Parece que aumenta a viscosidade das pernas as distâncias crescem exponencialmente mesmo quando elas estão diminuindo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantive a técnica de passadas rápidas – afinal, eu sei que “executar a corrida”, pura e simplesmente, já me levaria até o final com segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando entrei na reta final, foi um baque. Três quilômetros pareciam uma linha infinita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente, acho que faltando pouco mais de um quilômetro, minha velocidade voltou. Mas daria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quis olhar o relógio. Medo de me decepcionar. Quanto tempo eu teria perdido? Não parecia muito, mas essa percepção é sempre relativa e vive me pregando peças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, enfim, quando entrei no tapete, olhei o tempo no pórtico e vi 10:50 e já comecei a andar com muita vibração para fechar em 10:51:07.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Praticamente uma hora melhor que 2010 e quase duas em relação a 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei feliz. Depois de três tentativas consegui terminar um Iron em menos de 11 horas e encaixar uma maratona sub 4 na mesma prova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em um dia lindo,  as peças se encaixaram e, enfim, tudo fez sentido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#0000EE;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/-06O7hKmfvzM/TewjECoo7RI/AAAAAAAAAtA/UDDhz0Jul0A/s400/TBIMB00471_Alta-3600x2400pixels300dpi.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5614901387757939986" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 267px; height: 400px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#0000EE;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#0000EE;"&gt;Tempos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#0000EE;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#0000EE;"&gt;Natação: 39:35 (1900) e 1:11:14 (3.800)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#0000EE;"&gt;T1: 00:05:46&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#0000EE;"&gt;Ciclismo:5:35:08&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#0000EE;"&gt;T2: 00:08:08&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;/span&gt;Corrida: 3:50:51&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Total: 10:51:07&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-8880151918083877576?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/8880151918083877576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=8880151918083877576&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/8880151918083877576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/8880151918083877576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/06/ironman-2011.html' title='Ironman 2011'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-clEj7CoKijU/TevD9aCGktI/AAAAAAAAAsY/JXxt5U-SXgQ/s72-c/251428_190537677664143_100001237352680_603897_3833342_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-1655765899273080094</id><published>2011-05-18T20:21:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T13:17:24.678-07:00</updated><title type='text'>Quase lá....</title><content type='html'>Quando você tem um tempinho para acompanhar a descrição dos treinos alheios que pipocam na Internet, nota que a maioria está na fase mais dura, na reta final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que muda é um pouco em cada relato é a forma com que cada um enfrenta essa situação. Fazer treinos coletivos ou acompanhado por um parceiro faz o tempo passar um pouco mais rápido e pode ajudar na manutenção do pace para o qual você se programou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, os treinos são quase sempre um exercício solitário. Como já reportei quando estava treinando para o Ultra Bertioga-Maresias, isso não tem como resultado pensamentos elaborados ou "altas reflexões" pessoais. Eu não entro em uma corrida ou treinos longos pensando em um problema e saio deles com alguma resposta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, a resistência física é nada se comparada ao que há de se fazer em termos de disciplina mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas últimas duas semanas de treino, dei sorte nos momentos mais duros. No Riacho, o apoio dos amigos é uma coisa que nunca encontrei na USP – exceção a companhia do Edú, do China e dos longos com o Joel e pelas sempre agradáveis conversas pós-treino com o pessoal da Find, principalmente o Fernando, a cidade universitária é um deserto para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, talvez o problema seja eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Riacho, você pode contar com Luiz, Léo, Mota, Deise, Paulo, Tiago ou o próprio China entre outros que ficam ali no Clube dos Borracheiros. Você sabe que tem um manhã dura pela frente, mas ninguém perde o humor ou deixa de compensar o esforço alheio com um “Vamos lá” quando você está embaixo do sol, correndo esgotado na estrada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Deise fez um comentário muito bacana esses dias – cada Iron tem uma história porque você vai encontrar uma turma que vai marcar aquele ano. Se for falar sobre isso, vem um troço na garganta e dá vontade de chorar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também foi importante ter encontrado o Beto por lá nos últimos dois longos de bike de seis horas. Ele chegava mais tarde e, além de ser um ótimo papo, sempre acelerava o treino – sim, porque eu gosto de conversar, mas quando tem treino eu sou meio caxias e...enfim, tenho que fazer a planilha (rs).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certa forma, a parte mais difícil dos treinos terminou. Consegui fazer três longos de seis horas consecutivos no Riacho – domingo passado, encaixei um 173 km e, ontem, mais 174 – médias na casa dos 29 km/hora em cada treino, com uma cadência de 67 rpms me média.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa que me agradou bastante foi a evolução da minha corrida – na quarta-feira, corri 2:40 progressivo. Terminei tão forte que mal consegui dormir. E me senti inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz todos os treinos de natação, mas não senti a evolução que tive nos outras no pedal e na corrida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdi pouquíssima coisa nessas semanas. Foram, sem dúvida, as mais duras no ano – quando tinha as noites sem treino, as nove da noite já estava derrubado na cama, dormindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso não acabou. Ainda tenho duas semanas de treinos e outros detalhes importantes para dar conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas questões sobre a prova também começam a me fazer pensar – afinal, o que quero lá em Floripa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discuti esse assunto com o Rodrigo Tosta, com o Chico e com o Edú, estes dois últimos amigos triatletas que me acompanham desde do início dessa coisa toda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A questão agora seria...well, 3o Iron - não seria o momento de ser mais ousado ao invés fazer a prova como um treino longo com postos de abastecimento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, não sei se estou com essa bola toda. Apesar das coisas terem melhorado, ainda me falta experiência para fazer a prova com intensidade na dose certa e no momento adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Rodrigo ponderou que se trata de uma decisão importante, porque há riscos do desempenho ser pior que o dos outros anos. Mas, segundo ele, valeria a pena, sim, buscar um resultado melhor. E o Chico e o Edú são da mesma opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para tanto me deu certos parâmetros nas três modalidades, o que implicaria em um tempo total em torno de 11 horas. Se conseguir, tiraria cerca de 48, 46 minutos em relação a 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, como dizia o Marc Becker pensando na perspectiva dos que fazem esse esporte com um estilo de vida e não um meio para sobreviver,  o que há para se perder mesmo????? ☺&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-1655765899273080094?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/1655765899273080094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=1655765899273080094&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/1655765899273080094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/1655765899273080094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/05/quase-la.html' title='Quase lá....'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-5158385226764317923</id><published>2011-05-18T11:48:00.001-07:00</published><updated>2011-05-18T13:13:09.066-07:00</updated><title type='text'>O Head Coach do Ironguides chegando para o IM Brasil</title><content type='html'>&lt;iframe width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/Zn94j5F5YLc" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-5158385226764317923?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/5158385226764317923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=5158385226764317923&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/5158385226764317923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/5158385226764317923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/05/o-head-coach-do-ironguides-esta_18.html' title='O Head Coach do Ironguides chegando para o IM Brasil'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/Zn94j5F5YLc/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-2954324129354555710</id><published>2011-05-04T10:50:00.000-07:00</published><updated>2011-05-04T12:37:50.224-07:00</updated><title type='text'>Semana de Treinos</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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Motivo besta. Poderia ter se manifestado a qualquer momento, mas foi caprichoso de mostrar a cara justamente em um período critico dos treinos para a prova mais importante do ano.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Com a acupuntura que fiz com a Silvia e o Eduardo e a mudança do colchão, a situação melhorou bastante, embora ainda sinta certo desconforto quando fico sentado. Mas nada que me atrapalhe.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A rotina de treinos até aqui é uma mescla de treinos de intensidade durante a semana, transição no sábado e longos de bike de domingo. Segundas, quartas e sextas treinos em dois períodos (natação pela manhã e corrida a noite), terças e quintas faço treinos de pedal no rolo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No final de semana, recebi a planilha do Rodrigo para a reta final até Floripa. Ele ponderou que esticou um pouco os treinos em função dos dias que perdi. Isso não me deixou preocupado, já que nos outros anos ocorreu o mesmo, embora por outros motivos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como eu já comentava em um texto aqui do Blog de 2010, iniciar o polimento cedo é um erro e deriva de certa tradição entre os treinadores em que herdada dos treinadores de maratonas, na qual seus atletas, fustigados por treinos intensos, comumente entravam em &lt;i style=""&gt;overtraining&lt;/i&gt;. Conseqüentemente, precisavam de períodos mais longos de descanso. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Para mais detalhes sobre isso, ver o artigo do Vinicius no Mundo Tri, além dos ótimos textos da Ana Lidia, do Ciro e do Alexandre (http://issuu.com/mundotri/docs/mundotrimag008?viewMode=magazine&amp;amp;mode=embed)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas um pouco preocupado com o meu atraso, resolvi antecipar em uma semana os tradicionais longos de seis horas do Ironguides seguidos de uma corrida curta ao final. Como sempre, cheguei no Riacho as 6:00, encontrei a Deise, Andréia e o China, mas resolvi adiantar um pouco as coisas e sai para pedalar sozinho, já que ficaria lá até mais tarde também.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Estava me sentindo relativamente descansado, já que dei aula na Puc no dia anterior e fiz apenas um treino de qualidade no rolo pela manhã. Entretanto, ao sair da faculdade, tentei comprar caramanholas e R4, mas cadê que consegui para o carro no Center Norte para fazer isso? Para que viver em uma cidade que tem tudo se você não consegue aproveitar nada sem pegar fila...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Enfim, levei pouca água e minha alimentação pós-treino foi péssima...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nesse pedal, testei a alimentação. Seguindo a sugestão do Artur, usei apenas GU Roctane e GU Chomps. Para me hidratar, Vitargo e Água. Nada de “sólido” (pães, bisnagas, bananinha etc) &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No final, me senti bem, mas consumi apenas cerca de 100 calorias por hora, quando recomendável são, no mínimo, de 300. E o problema nem foi consumir o gel por conta do gosto, de enjôo ou sei lá o que mais. É que...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ah, sei lá eu?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas, caramba, porque eu preciso ter uma resposta pra tudo? ;-)))&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Prometo que, no próximo, vou me disciplinar para ingerir um gel a cada 45 minutos – nem que seja na marra.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O treino foi duro, como sempre é no Riacho – aquelas subidas encardidas e o vento. Em termos de aproveitamento, consegui 176 km em seis horas. Gostaria imensamente de ter feito uma média de 30 km/hora, mas quando estava quase lá, meu desempenho começou a cair, cair, cair...enfim, consegui apenas 29,3.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas, ao comparar com o ano passado, andei melhorando, pois nesse mesmo lugar, nesse mesmo período e nas mesmas seis horas, minha rodagem foi de 170 km.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ou seja, o Vagner 2011 saiu com uma vantagem de seis quilômetros sobre o Vagner 2010 quando ambos fecharam o pedal. E o Vagner 2010 não tem perna para alcançar o outro, embora mais velho...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E, pensando assim, seis quilômetros é chão, hein gente? ;-))))&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Aliás, é por isso que é legal ter um blog para registrar essas coisas. A história te dá um pouco de perspectiva.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E ao rever o que fiz ano passado, vi que a apesar da lombalgia, as coisas não estão tão diferentes assim – aliás, talvez elas estejam até melhores, já que em 2010 perdi alguns treinos longos em função da chuva me maio.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Agora, vamos ver essas semanas em que o estresse físico e mental aumenta de forma considerável.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Aliás, por conta disso, só agora começo a me dar conta da prova no final de maio – sim o Iron.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Porque, sinceramente, a prova não me pilha. E não se trata de salto alto.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É que não adianta...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como aquela frase atribuída ao Einstein:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“Eu nunca penso no futuro. Ele não tarda a chegar.”&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-2954324129354555710?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/2954324129354555710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=2954324129354555710&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/2954324129354555710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/2954324129354555710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/05/semana-de-treinos.html' title='Semana de Treinos'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-4905304771852893961</id><published>2011-04-24T12:49:00.001-07:00</published><updated>2011-04-24T19:03:35.303-07:00</updated><title type='text'>Duas semanas difíceis...</title><content type='html'>&lt;div&gt;Sempre achei que o fato de raramente ter sofrido alguma lesão é um ponto que me favorece bastante. Além de permitir que eu participe de provas dentro de pequenos intervalos de tempo, consigo também sustentar uma rotina de treinamento que me ajuda a me manter apto para essas mesmas provas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas desta vez foi diferente. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Três dias depois da prova de Caiobá, justamente no dia que deveria voltar as treinos, depois de um dia de incômodo com a minha cadeira no trabalho, cheguei em casa e me "esparremei no sofá" antes de ir correr.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, ao tentar levantar, uma dor aguda na lombar. Como uma faca quente entrando pelas costas. Mal consegui andar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Forcei um pouco e os espamos cederam. Cederam um pouco. Apenas o suficiente para eu andar pelo apartamento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Crente que sou invencível, achei que tinha sido mal jeito. Ainda que "um senhor" mal jeito...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tentei nadar no outro dia. Mas os espamos estavam lá e me fizeram abortar o treino na metade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Conversei com o Presidente, que estava na academia fazendo o treino de bike indoor. Ele tem uma certa experiência com essas dores e, depois de algumas perguntas, me disse que, pelo jeito, seria uma questão "muscular". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Engraçado que ele disse "muscular", como se não fosse grave ou algo para me preocupar muito.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois, lendo sobre o assunto, entendi o que ele quis dizer - dores nas costas podem se tornar um problema crônico em certos indivíduos e chegam a alterar o comportamento social das pessoas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma lombalgia muscular, por outro lado, é um problema passageiro e costuma cessar entre sete e dez dias de repouso e medicação baseada apenas em antiinflamatório. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mamão com açucar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E foi exatamente isso que o médico me disse naquela mesma manhã, quando procurei um ortopedista para ter uma avaliação urgente do meu problema. No meu caso, não houve sequer inflamação do ciático.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele nem se deu ao trabalho de pedir exames.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas passa pela cabeça de alguém ficar "em repouso"  45 dias antes de uma prova como o Iron, justamente quando começam os treinos com maior volume?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foi isso, e não exatamente a lesão, que me deixou bastante apreensivo. Em certos momentos, perdi completamente a perspectiva em relação a dimensão real desse problema.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chega a ser engraçado. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O médico me pediu sete dias, mas ao tomar o primeiro comprimido, eu pensava "Cáspita, ainda não aconteceu nada...será que não vai melhorar nunca ?????"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bem, isso apenas 15 minutos depois da primeira dose....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A dimensão psicológica do problema foi o ponto que o Rodrigo atacou de primeira. Relatei tudo para ele por e-mail.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E ele me respondeu "calma".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Calma?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No segundo dia, pensava que o IM de Florianópolis já era e que deveria pensar em Cozumel. No terceiro,  na possibilidade de me tornar um inválido e, no quarto, já me via em uma cadeira de rodas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Rodrigo, coitado, repetia "caaaaalmaaaa".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As dores agudas me colocavam "na defensiva", andando devagar ou me forçando a fazer pequenos movimentos de forma reticente. A lombar estava tão sensível naquele momento que andava na rua com receio que alguém me empurrasse pelas costas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até minha respiração tinha mudado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas no quinto dia, cessaram.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No sexto, comecei a fazer acupuntura com a Silvia, uma amiga de anos e anos que eu não via a muito, mas que gentilmente me atendeu de imediato.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A partir dai a melhora foi exponencial. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas meu medo ainda estava lá. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu precisava vencer a relutância psicológica para voltar a nadar, correr e, principalmente, pedalar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Exatamente seis dias depois das primeiras dores e um dia depois da acupuntura, nadei 3k com palmar e pulbóia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nada aconteceu. Depois das primeiras braçadas, minha confiança voltou e fiz o treino nadando de forma ritmada, entre moderado e moderado/forte.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No primeiro teste, eu tinha passado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No outro dia, na quarta-feira, seria o dia correr. Fiz 1:45, correndo 45 fácil, 45 moderado e 15 fácil. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A musculatura da lombar estava apenas dolorida. Entretanto, nada de espasmos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais acupuntura no mesmo dia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Decidi que era hora de encarar um treino no rolo. Me programei para fazer isso na quinta pela manhã.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesse dia, ainda pela manhã, subi na bike e deixei o pedal leve para tentar duas horas de rolo sem forçar, assistindo um incrível show do &lt;i&gt;Band of Joy&lt;/i&gt;, banda recém formada pelo cada vez melhor Robert Plant.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fiz todos os movimentos possíveis e, mesmo ao me debruçar sobre o clip, nada senti.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sexta-feira, um estímulo mais difícil: encarar as subidas e fazer força no Riacho Grande. Ainda com certo medo, subi na bike cuidadosamente e comecei a pedalar no volantinho para, depois, subir a marcha no volantão para me testar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Consegui 90 km em 3:10 minutos. Uma média de quase 30 km/hora sem parada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ótimo! Fiquei realmente feliz!!!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No mesmo dia, fui para a acupuntura e, além da acupuntura, a Silvia ainda me aplicou uma massagem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sai de lá bastante confiante. Notava que minha postura já era a de uma pessoa mais tranquila.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No sábado, que tal fazer o treino da planilha que estava programado para domingo? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pensava que domingo, pegar a Anchieta para voltar do Riacho Grande, seria um stress que eu não merecia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foram 4:30 de bike e 5 km de corrida. A dor tinha sumido completamente. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que senti o esforço e o sol me deixou com um pouco de insolação. Confesso que a hidratação também não foi das melhores.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas que alívio! Nenhuma dor na lombar!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No domingo, fui correr uma hora só para não passar o feriado em branco.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ainda terei certos cuidados na semana que se inicia agora. A acupuntura não para. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas a perspectiva mudou completamente. Estou novamente inteiro para treinar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não sei os impactos dessa semana "perdida" no resultado que vou colher no dia 29 de maio. Me coloquei a disposição do Rodrigo para fazer treinos especiais, mesmo nos dias da semana.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele, entretanto, disse que isso não seria necessário e que não havia porque mudar a programação. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vamos ser sinceros? Quando você vê pessoas que vão para Florianópolis fazendo dezenas (ou centenas) de quilômetros nos longos de final de semana, como não achar que quase dez dias parado foram fatais para uma boa prova em Floripa?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não seria o caso de correr atrás do prejuízo?????&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;NÃO, NÃO, NÃÃÃÃOOOOOO&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por dois motivos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Primeiro, porque o Ministério da Educação informa que "Correr atrás do prejuízo" faz mal para o uso correto da língua portuguesa. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; Nem como licença (anti) poética.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois isso não existe!!! Faz sentido alguém "correr atrás de prejuízo"????? :-(((((&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O segundo é a estratégia do Rodrigo. Simplesmente confio no que ele me diz.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nessa "crise" recente, ele soube lidar com a minha ansiedade de tal forma que, nos dias mais críticos, me apoiei mais na confiança dele em mim do que na minha própria.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E isso me faz refletir um pouco sobre o papel dos nossos técnicos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Infelizmente, quando leio alguns posts de amigos que estão treinando forte para o Iron, noto que as coisas não estão dando certo. Se não para todos, pelo menos para alguns. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No meu entender, há uma ansiedade desnecessária gerada por "quebras"em treinos fortes e resultados "ruins" em provas recentes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Essas frustações geram comparações indevidas e o desânimo contamina a seqüência de treinos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O resultado é que as profecias negativas podem acabar por se auto-realizar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, não, não estamos falando de pessoas que estão fazendo seu primeiro Iron.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estou falando de gente experiente, da maior categoria que, nos &lt;i&gt;age groups&lt;/i&gt;, querem mais que simplesmente terminar a prova.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como entender e lidar com a subjetividade humana é uma "arte" que nem todos os &lt;i&gt;coachs&lt;/i&gt; dominam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porque elas tem tem origem em questões pessoais, decorrentes da história de vida de cada um. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Elas não estão na sua planilha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como diz o personagem do Morgan Freeman no filme "Menina de Ouro".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;“(...) It’s the magic of fighting battles beyond endurance. It’s the magic of risking everything for a dream t&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;hat no&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;body sees but you.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-4905304771852893961?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/4905304771852893961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=4905304771852893961&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/4905304771852893961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/4905304771852893961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/04/duas-semanas-dificeis.html' title='Duas semanas difíceis...'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-7707571491395526080</id><published>2011-04-11T04:57:00.000-07:00</published><updated>2011-04-12T15:52:41.700-07:00</updated><title type='text'>Caiobá 2011</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Sempre comento com os amigos que acho o Long Distance Caiobá uma das minhas provas preferidas. &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Quando estava me preparando o primeiro Iron em 2009,  o Vinícius dizia que, além de ser uma prova bacana, era um ótimo ensaio para Florianópolis.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Na minha primeira participação quebre feio. Tentei a sandice de substituir o hidrólito que estava tomando por gatorade, que tinha beeeemmm menos calorias, além de não ter feito uma alimentação no dia que antecedia a prova de forma decente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;E isso foi fundamental para que eu, naquele ano, redirecionasse foco para das minhas atenções para a alimentação, o que certamente contribuiu para que eu terminasse o Iron 2009 sem problemas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Nesse ano, o Rodrigo pediu o mesmo tipo de atenção. Escreveu ele:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;"Imagine que vai fazer um iron e não um 70.3, teste seu ritmo nas três modalidades e veja como vai se sentir em seguida. Teste tb os equipamentos e estratégia nutricional do ironman. Não force para bater seu recorde nessa prova, pois esse não é nosso objetivo, se o PB vier, ótimo, mas não se preocupe com isso. Nosso foco é em maio, ok?"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Fomos eu e o Presidente para Caiobá ainda no sábado pela manhã. Foram entre sete e oito horas de viagem em um percurso de tantas serras e curvas que tornam as coisas muito cansativas para quem dirige.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Como faço uma propaganda danada da prova para os amigos, na pousada estavam o Marden Mota e as meninas dele, a Andréia e as filhas Maria Eduarda e Pietra - que, olha, doidera de lindas! A Pietra tem a idade da minha sobrinha, está aprendendo a falar e gosta de mostrar um umbigo e esconder quando você quer fazer cosquinhas na barriguinha dela... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Já a Maria Eduarda ficou amiga do Presidente, embora ele a ficasse irritando de vez em sempre com aquelas piadinhas  que ele aprende por ai - a gente, que é amigo, ri...mas porque é amigo  ;-))))&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Aliás, se algum dia um leitor do Blog tiver a oportunidade, perguntem a Maria Eduarda porque ela não toma refrigerante.....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;E quando ela responder, perguntem depois que ensinou aquilo pra ela!!!! ;-))))&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Também estavam lá o Alberto Peixoto, com o Fábio, que também fez a prova, e o João Fortes, técnico deles e da Assessoria &lt;a href="http://www.fortestraining.com.br/"&gt;Fortes Training&lt;/a&gt;.  O Alberto precisava resolver essa parada de nadar do mar de uma vez por  todas para fazer o Iron tranqüilo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Chegamos e fomos comer e depois fomos pegar o kit. Tudo pertinho, sem precisar usar o carro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Mas confesso que não tive uma boa semana. Quando entrei na fase de polimento, meu corpo desmoronou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Tá, pode estar um tanto exagerado esse "desmoronou". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Vamos dizer que senti cansaço e dores musculares que a muito não sentia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Além disso, uma vontade absurda de comer porcaria, como doces, cholocates e pizza...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Depois de dirigir, almoçar, ter ido na expo e coisa e tal, finalmente deitei na cama e, pumbá! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Desfaleci...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Eram cinco horas da tarde e estava morto! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Dormi um pouco, acho que meia-hora.  Melhorei. Mas lá no intimo pensava assim "ainda bem que eu o Rodrigo me tirou a obrigação de fazer qualquer coisa em termos de tempo, porque do jeito que está, não vai rolar".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;E, entre 2009 e 2010, eu já tinha tirado 16 minutos no resultado final entre uma prova e outra. Se eu fosse com expectativas de desempenho, chiiiiiii marquinho....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;No final da tarde começou a chover. Mas chovia gente! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Chovia, chovia, chovia...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Todo mundo com aquela cara...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Só que ano passado, choveu a madrugada toda e, na manhã seguinte, abriu o sol.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Eu tentava mostrar tranquilidade e dizia "podem relaxar, que amanhã o tempo melhora. Ano passado foi a mesma coisa. A gente nem dormia de madrugada por conta dos trovões. Esse ano só está chovendo, nem raio tem...."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Óbvio, ninguém acreditou (aliás, eu muito menos....)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O Sérgio, dono da pensão, providenciou uma macarronada no jantar. Ele fez até massa. Todo mundo comeu, conversou, deu risada, se conheceu melhor e &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;zupt&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; pra dormir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Eram nove da noite e nem vi mais nada. Não deu nem para ver novela. Apaguei e só fiu acordar pouco antes da 5 da matina para começar a hidratar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;E o tempo tinha melhorada muito. Algumas partes do céu estavam estreladas...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Desci para o café, olhei para o Mota, Alberto, apontei para o céu e disse..."Tá vendo, eu não disse?" ;-))))&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Fomos para a praia onde seria a largada. Só que, naquela coisa de ficar batendo papo na transição, vendo os amigos...bem, aquecimento que é bom, não deu mesmo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Fiquei no meio do povo. Olhei a posição da bóia, mirei na danada e fui. A temperatura da água estava ótima. Apesar do mar estar bastante marolado, não havia ondas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Problemas de tráfego aqui e ali me atrasaram um pouco. Fechei na casa dos 35 minutos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; Sinceramente? Esperava ter nadado mais rápido em função da evolução nos treinos. Mas, enfim, fiquei satisfeito de ter conseguido acompanhar algumas meninas - sim, porque as mulheres são melhores nadadoras que os homens - cansei de ser alcançado por elas em provas do TB, quando nossa largada era apenascinco minutos antes da largada delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adendo: com os resultados oficiais, comparei os dados com 2010 e, surprise, melhorei em cinco minutos essa natação!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais um motivo para ficar feliz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando....&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Fiz um transição mais acelerada que e um tanto mais eficiente. Não foi perfeita porque não sei sair com a sapatilha clipada. Mas não me atrapalhei com o óculos e o capacete...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O que já não é pouco no meu caso!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Sai para pedalar e logo encontrei um bom ritmo. Na ida, o vento era favorável e conseguia ir passando os que saíram da água na minha frente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Apenas me irritava o pessoal fazendo pelotões. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Alguns, como que por efeito da gravidade, iam se aglomerando ao meu redor - um deles olhou para mim e disse "vamos fazer o nosso jogo".  Tirei um pouco o pé e respondi "não, não faço pelotão...desculpa cara, mas prefiro ir sozinho".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Só que aquele ditado "quando um não quer, dois não brigam" não é lá muito adequado para essas situações. Os caras ficavam como uma nuvem na sua volta. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Quando me passavam, não abriam. Quando eu passava, eu forçava para me desvincular deles. Mas bastava ficar contra o vento contra que eles me alcançavam. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;E começava tudo novamente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Aquilo foi me irritando de um jeito...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Bom, até que, enfim, algo que acontece com todos um dia, aconteceu comigo: furou a camara.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;E foi bobeira!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Já faz algum tempo, eu não conseguia encher o pneu traseiro da roda com que faço as provas com a minha bomba de pé. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Mas, levando em qualquer bicicletaria, o pessoal conseguia. O Fernando, mecânico que cuida da minha bike, já tinha me alertado que havia necessidade de fazer pequeno ajuste no adpatador da roda. Eu ia lá para resolver isso um dia antes da viagem!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Sai de carro para ir trabalhar e depois passar na oficina. Mas o trânsito estava tão ruim, mas tão ruim que voltei para casa e pensei "ahhhh, vou encher o pneu lá mesmo, em Caiobá". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Conversei com o Mota e, já em Caiobá, levamos a roda para o Max que, sem problemas, encheu o pneu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Mas, vejam, o problema continuava lá!!!!&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Ao invés de resolver logo isso, fui "dando um jeitinho". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Não deu outra. Logo depois do retorno da primeira volta do pedal, passei em uma lombada e senti algo errado. O pneu estava mucho, o que indica que um vazamento pequeno por algum problema interno - bico com defeito, fita com ponta etc - e, quando bateu na elevação,  foi de vez...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Desci da bike, mãos suadas, sem me concentrar direito pensei "está tudo aqui para trocar a camara, mas não vou conseguir". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Mas o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.fortestraining.com.br/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;João Fortes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;, técnico do Alberto e que estava conosco na pensão, tinha acabado de chegar para ver a prova e me viu parando. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Veio correndo em meu auxílio. Começou a tirar a roda e o pneu - sem espátula!!!! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Um outro senhor, falando espanhol, também fazia questão em me ajudar. Mas sem saber direito o que fazer, coitado,  segurava a bike no alto enquanto o João trabalhava.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Por fim, mas um cara, que também tinha rodas clincher, estava por ali e veio correndo nos socorrer. Foi uma sorte danada, porque o João estava com dificuldades para mexer no adaptador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Entre 5 e 10 minutos, fizeram reparo. Pouco antes, passou o Jorge, chapa nosso e brincou, "Vagnão, você dá um traaaaabalhoooooo....". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Um deles, não sei se o João, disse, "espera ai que você vai lá buscar ele..."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Ele falou aquilo e logo pensei "Huuuummmmm, tá ai um lance legal! Será que eu consigo?"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Agradeci mil vezes os três e voltei para a prova...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Eu já tinha desistido de qualquer coisa. A troca pode demorar apenas três minutos, mas parecem 20. A gente vê tanta pessoas passando que o desânimo é avassalador. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Pensei em subir na bike e "brincar" um pouco. Ir buscar o Jorge era uma boa!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Comecei a pedalar, a pegar ritmo, alcançar um, alcançar outro. Quando vi a Cintia Tobar, amiga minha, fiquei mais animado. Ela sempre faz ótimas provas e, quem sabe, eu poderia ao menos tentar fazer um tempo parecido - mas certamente maior - que aquele feito em 2010?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Acelerei bastante, mas sem esforço grande. Passei a Cintia e, logo vi o Jorge. Passei também e dei uma risadinha, uma risadinha meio sarcástica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Já estava gostando da "brincadeira" de marcar os amigos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A alimentação estava perfeira, mas ao comer bisgaguinha com banana, quase engasguei. Tá aí algo que já descartei para o Iron. Tomei um Gu Endurance no último retorno e parece que aquilo reforçou minha base energética!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Também estava testando o capacete Aero. Tem gente que diz que não funciona e coisa e tal. Bom, eu comprei na expectativa apenas de ter algo "da tribo" porque, aqui pra nós, em termos de desempenho duvido que isso faça muita diferença no nível competitivo com que eu participo das provas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Mas, sei lá, adorei! Para mim fez mais efeito que as rodas de carbono. Tá aprovado para o Iron!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Pedalei beeeeemmmm. Cadência entre 70 e 80 rpms contra o vento. Vinha pelotão me enchendo o saco, mas quando o vento parava, eu conseguia seguir sozinho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Fechei a bike e olhei rapidamente para o Cateye: 2:22.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Mesmo sem contar o tempo do pit stop para trocar a camara, pôôôxa, nada mal!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Fiz um transição meio destrambelhada, pois tive que sentar no chão para colocar as meias. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Mas, quando sai para correr, minha pernas estavam bem soltas. Eu me sentia muito bem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Só que em 2010 foi assim: me senti forte nos primeiros 3k, dei uma "quebrada" e fui em "velocidade de cruzeiro" até o 18k. Depois eu corri o que deu para correr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que desta vez, não senti nada disso. Engatei um moderado/forte e fui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Gustavo, do Ironguides, passou por mim. Ele estava uma volta na minha frente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Resolvi marcá-lo de longe porque, claro, o eu quebraria fácil se tentasse ir na mesma passada que ele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Na verdade, isso foi mais um jogo mental. Como na meia são três voltas de 7k em um lugar plano, na orla da praia, ao correr você olha os extremos da praia e, pela distância, desanima. Eu sempre brinco que lá a melhor estratégia é correr olhando para o chão, porque o horizonte e os morros parecem estar em um distância impossível de ser percorrida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Fiz os primeiros 7k me sentindo ótimo. Pensei, daqui a pouco vem a "quebradinha". Entrei na segunda volta, tomei um GU e me senti da mesma forma que iniciei a primeira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Isso já era uma novidade! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Fiz o retorno da segunda volta e nada de quebra. Fui indo, concentrado no pace, com passadas bem curtas e aceleradas. O Gustavo na minha vista, lá na frente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Quando entrei na terceira e última volta, estava inteiro. Faltavam apenas 7 km. Logo me lembrei do depoimento do Ciro Violin, que quebrou em 2009 "como um galho seco" e já bem pertinho da linha de chegada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Se aquilo pode acontecer a ele, não seria eu que estaria imune a quebras mesmo ao final da corrida..&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Apesar de sentir "tudo em cima", não era hora para tentar algo suicida. Depois de ver tanta gente com aquelas malditas presilhas de pano (é esse o nome?) amarelas e vermelhas no pulso e eu sem nada, achava que estava fora de qualquer perspectiva de fazer uma boa prova em termos de tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Eu fiz 2:08 na parte da corrida em 2009. Baixei para 1:52 em 2010. Achava que esse era meu limite ali em Caiobá, porque tirar mais que isso, só se eu fosse outra pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Fiz o último retorno e voltei decidido a completar os últimos 3,5k correndo forte. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O Gustavo já tinha parado. Eu olhava um sujeito ou uma menina lá na frente e ia buscar. Sem me matar, ia "pescando" um a um.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Estava "brincando" com a prova de novo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Cheguei inteiro. Olhei o relógio - 1:32.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Whaaaaaat??????&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Olhei para trás meio sem jeito, cocei o queixo e dei uma disfarçada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;"Ué, será que eu pulei uma volta?"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Mas estava com as duas pulseiras. Não tinha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Uauuuuuuuu....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Apesar de tudo, já tinha valido a pena a viagem! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Minutos depois, saiu o resultado. Fui lá ver.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Eu, que pensava que seria uma coisa e tanto fazer sub 5 horas (impossível mesmo...), pois o "meu melhor" tinha sido 5:08 ano passado, fiz para 4:42 (ou 44, não lembro direito...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso tempo total, contando inclusive o período que fiquei parado com o pessoal trocando a câmara (coisa entre 5 e 10 minutos)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Claro, esse resultado não seria o mesmo sem o apoio que tive no momento que o camara furou. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Ao encontrar o João na pensão, dei a ele a camisa de finisher. Se pudesse, dava a chave do carro também... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Pelo menos a chave do carro do Presidente ;-))))&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Porque a gente não sabe o que faz para retribuir quem nos ajuda sem interesse, não é verdade?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Bom, acho que duas coisas explicam esse resultado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Primeiro, o trabalho que tenho feito com o Mario, nutricionista, que me levou a perder peso sem perder força. Estou cinco quilos mais magro se comparo meu peso hoje com Caiobá 2010.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Outra coisa é que, sem dúvida, o resultado se deve ao esforço do Rodrigo Tosta, que  pegou a base que eu trazia de anos e anos com o Vinícius e, dentro da mesma filosofia do Ironguides, trabalhou muito minhas deficiências em termos de velocidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;E eu, que sempre fui muito cético em relação a isso porque achava que "velocidade" um atributo genético e ponto, hoje estou revendo meus conceitos, já que os treinos dele estão mostrando o inverso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Agora, sim, o Iron. Vamos com tudo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Huuuuummmm, não!  Espera ai! Pra quê essa pressa!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Me dá antes um dia ou dois para descansar....;-))))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Adendo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sairam os tempos oficiais.  Fiquei feliz com a natação também!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natação: 34:04 (contra 39:04 em 2010)&lt;br /&gt;Bike: 2:34:49 (2:37:23 em 2010)&lt;br /&gt;Corrida: 1:32:49 (1:52:09 em 2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Total: 4:42:22 (5:08:46 em 2010)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-7707571491395526080?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/7707571491395526080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=7707571491395526080&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/7707571491395526080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/7707571491395526080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/04/caioba-2011.html' title='Caiobá 2011'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-4425868271114312280</id><published>2011-04-03T16:03:00.001-07:00</published><updated>2011-04-04T18:49:09.230-07:00</updated><title type='text'>Garoto de Apartamento...</title><content type='html'>Logo que comecei a pedalar novamente, porque só tinha feito isso quando criança, optei pelo mountain bike.&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma história curta. Depois de muitos tombos e nenhuma aptidão para lidar com algumas habilidades básicas desse esporte, quebrei o braço. Percebi que o estresse para ficar em cima da bike era maior que o prazer de pedalar, mesmo que fosse uma turma bacana, que todo final de semana ia para Campinas fazer trilhas.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E o pessoal do mountain é bem mais "safo"que a graaandeee maioria dos triatletas - enquanto a maioria desses mal tem coragem de pelo menos tentar tirar a roda de traseira par fazer algum reparo, os mountain bikers sabem fazer manchão e dar um jeito em um rasgo no pneu com duas embalagens de gel.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ou seja, solte em um trilha um triatleta e um mountain bike e deixe os dois ao Deus dará, sem bomba, câmara, barrinha de gel, gps, telefone celular, talher, guardanapo....(rs). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O segundo volta pra casa. O primeiro, morre.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando o Daniel Hamada andava com a gente e via aquela dificuldade toda para colocar uma corrente no lugar, trocar uma câmara ele brincava "Garoto de apartamento é brincadeira...".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Lembro dessa história porque, definitivamente, estou virando um "triatleta de apartamento".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Talvez não no sentido que acabei de descrever - ou talvez não em seu sentido pleno...;-)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Deixa eu explicar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tenho uma rotina de treinamento relativamente pesada para um amador. Mas ter quase tudo a mão facilita um pouco a minha vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vou a pé para a academia onde nado. Treino em uma boa piscina de 25 metros nas manhãs de segunda, quarta e sexta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesses dias, também corro a noite no Campo de Marte. E sem precisar fazer uso do carro para chegar lá.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas pedalar...pedalar não dá! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Morando em Santana, não tenho outra opção para a bike se não meu próprio apartamento. Usar as Rodovias, a USP ou o Riacho Grande (esse último em São Bernardo do Campo), apenas no final de semana.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Teóricamente, isso funciona bem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, fazendo as contas, tenho percebido que estou, cada vez mais, treinando dentro de casa. Entre o Iron e Penha e entre Penha e Pirassununga, ano passado, me recordo de ter feito apenas 2 treinos de pedal fora de casa. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mesmo os mais longos, foram no rolo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesse semestre, estou treinando mais em locais abertos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que o clima virou uma loteria sábado e domingo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O resultado é que estou novamente sendo obrigado a fazer treinos longos no rolo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vejamos como é minha rotina atual...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Durante a semana, os treinos de rolo visando aumentar a capacidade de VO2 e força são ótimos. Conforme venho descrevendo, esses ocorrem as terças e quintas. Como inverti a natação e a corrida segundas, quartas e sextas, nadando pela manhã e correndo a noite, a combinação ficou boa porque 1) durmo melhor e não tenho mais problemas de renite e 2) me dá um tantinho mais tempo para descansar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas houve um aumento de volume na planilha no final de semana. Aos sábados, há um treino de transição relativamente tranqüilo, pelo menos se comparado com os &lt;i&gt;sprints&lt;/i&gt; que eu fazia visando o aumento da velocidade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aos domingos, tenho um pedal de 4:30 e um corrida de 30 minutos em seguida. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A primeira coisa que fiz foi escrever para o Rodrigo, mais ou menos assim: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"E ai, se chover no domingo? O que faço para adaptar 4:30 de road para um treino no rolo?"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele, "Arruma mais toalhas"...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois é...;-)))))&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E foi justamente o que aconteceu no domingo. Fiz o treino de sábado no Riacho, vi o Mota, pedalei com a Deise e encontrei o Léo, que vive me gozando no Face justamente de tanto treino que faço no rolo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Comentei com a Deise que havia previsão de que o tempo iria virar. E virou. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acordei cedo, olhei o céu. Aquela angústia...vai continuar chovendo ou não?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na Internet: 80% de probabilidade de chuva...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Inconformado, armei o rolo e comecei a pedalar, tentando fazer o treino de 4:30. Consegui. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só Deus sabe como, mas consegui.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Apesar de algumas pessoas acharem que a dificuldade mental é grande para treinos longos, o problema nem é tanto esse. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A questão dos treino no rolo é que fisicamente ele é brutal. Você sente que, a partir de determinado ponto, sua condição se deteriora - seja porque a desidratação é tamanha que você não consegue repor os liquidos, seja porque a musculatura é exigida de forma tão intermitente que o desgaste inviabiliza a continuação do exercício.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Minha estratégia para aliviar as pernas foi parar dois minutos a cada 1 hora para pegar mais água ou comer uma bisnaguinha com banana. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que a água que sai do seu corpo é tanta que o negócio fica nojento. Toalhas e toalhas não evitavam que eu pingasse pela sapatilha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há vantagens nesse tipo de treino. Matéria recente com o Andy Pots na &lt;i&gt;Inside Triathlon &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;diz que até 2009 seus&lt;/span&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;treinos de bike  eram diários, entre uma e duas horas e basicamente &lt;/span&gt;indoor&lt;/i&gt;, voltados para ganho de potência e velocidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acho que isso é uma tendência. Treinos de qualidade no rolo tendem a ser mais eficazes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas os treinos de longa duração continuam sendo fundamentais e acho que esses devem ser feitos, na rua.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Primeiro, porque a eficiência do pedal no rolo tende a ser marginalmente decrescente...ops...deixa eu colocar a tecla SAP para os não economistas: quando se passa de um determinado ponto, cada minuto a mais de treino tem ganho menor que o minuto imediatamente anterior, até o momento em que o esforço tem efeito nulo e não trás benefício algum.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Segundo, na rua se passa mais tempo clipado, fortalecendo os músculos do pescoço que serão utilizados na posição aéro durante o pedal o Iron. No rolo, quando se faz mais força ou o desgaste é grande, há uma tendência de se pedalar com a cabeça baixa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bem, por essas e outras, tentarei retomar uma distribuição mais equilibrada dos treinos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-4425868271114312280?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/4425868271114312280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=4425868271114312280&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/4425868271114312280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/4425868271114312280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/04/garoto-de-de-apartamento.html' title='Garoto de Apartamento...'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-2752513543617919005</id><published>2011-03-27T11:06:00.001-07:00</published><updated>2011-03-27T14:36:10.150-07:00</updated><title type='text'>Ou tudo ou nada...</title><content type='html'>Essa semana, mudança de planilha.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como comentou o Kiko no videoblog dele, duas coisas mudam um pouco nessa nova fase de preparação para o Iron: um pouco mais de volume e alguns treinos passam da intensidade "máxima" para a intensidade"forte".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outra inovação interessante foram os treinos com uma fita nos pés durante a natação, na sexta-feira. Um treino de 10 x 300 metros com pulbóia e palmar. Foi estranho no inicio, senti maior necessidade de usar o core para sustentar os pés mais próximos da superfície da água. Entretanto, logo depois me senti a vontade e nadei sem sentir esforço muito diferenciado, como se o corpo encontra-se por si mesmo um ponto de estabilização.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E foi uma semana de trabalho duro. Treinei durante todos os dias, sendo segunda, quarta e sexta-feira durante dois períodos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os melhores dias foram, sem dúvida, o treino de pedal no rolo na terça e a corrida na quarta-feira. No treino de rolo, depois de uma aquecimento de 25 minutos,  3 x 15 minutos, sendo estes divididos entre 5 moderados, 5 moderado/fortes e 5  fortes - essa é a parte central do treino.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois que encontrei a cadência correta, a distribuição do esforço foi perfeita para achar um ponto de equilibrio entre força e resistência necessária para fazer o treino. Sai com a sensação de que não tinha feito um esforço cardiovascular descomunal, mas que tinha conseguido deixar minhas pernas mais fortes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Logo na quarta-feira pela manhã, fiz o longo de 1:45 - 45 fácil, 45 moderado, 5 forte e 10 fáceis. Me senti tão bem,  sobretudo correndo de forma moderada, que puxei um pouco mais do que devia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O resultado é me senti cansado até sexta-feira. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas creio ter feito o exercício corretamente. Lembro de um texto do Gordo Byrn em que ele diz que sentir-se cansado dois ou três dias depois do treino é uma coisa normal - aliás, se você não se sentir assim, quer dizer que seria possível acrescentar algo a mais ao seu esforço.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na quinta-feira voltei para os treinos de rolo, que achei sensacional. Você faz um aquecimento de 20 minutos leves, depois faz um cinco séries de esforço bem distribuidos, algo do tipo 1 minuto moderado/forte, 1 de descanso; 45 forte e 1:45 leve; e 30 máximo e 1:30 fácil. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esse esforço deixa suas pernas fortes, mas não força seu sistema cardiovascular. A sensação é ótima - só não é mamão com açúcar total porque depois são 30 minutos forte no Big Gear com cadência entre 50 e 60 rpms.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, aqui, a concentração é realmente fundamental porque o esforço é grande, tanto físico como mental - sim, porque o rolo no pedal a força é maior e constante, sendo que não há muitos elementos de distração que permitem que os minutos passem e você não perceba.    &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sai do pedal lavado e fiquei com vontade abortar o treino de sexta-feira pela manhã.  Eu estava cansado, dormi mal...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas tratava-se de um hora de corrida fácil, com 10 x 30 segundos fortes distribuidos aleatóriamente. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E eu odeio perder treinos fáceis. Porque se me mato para fazer coisas difíceis, não posso perder a oportunidade de fazer exercícios mais leves. Mas não me senti tão bem. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A noite de sexta-feira, na natação com as tiras no pé, foi tranquilo como já comentei.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas duro mesmo foi o final de semana, que não consegui treinar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sábado, o Rodrigo preparou um treino que transição que dá água na boca. Trinta minutos de natação, uma hora de pedal no Big Gear e 30 minutos de corrida ritmo de prova 70.3. Já domingo, seria um treino longo de 4:30 de bike dinâmico: 1:00 fácil, 1:30 moderado, 1:30 moderado/forte, 30 minutos fortes no Bir Gear. Para terminar, uma corrida de 30 minutos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bom, mas na sexta-feira eu tinha decidido não fazer o treino sábado para resolver os problemas do dia-a-dia que me liberariam de vez até Caiobá. Mas, domingo, eu estaria forte e firme treinando no Riacho, porque o sol já estava garantido por uma massa de ar quente que está sobre São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além disso, estava louco para testar o capacete Aero que comprei e que acabara de chegar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas uma gripe e uma infecção na garganta que começaram a me incomodar no sábado vieram com tudo no domingo. Levantei de madrugada, mas com a garganta queimando. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se eu me medicasse, seria possível pedalar. Não sei em que condições. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O problema é que, se me decidisse a fazer o treino, certamente eu iria até o fim, independentemente das minha condições. É quase uma compulsão não deixar um metro ou um segundo para trás. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por outro lado, poderia não treinar. Mas dois dias parado para indíviduos ultradisciplinados é quase como crise de abstinência.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então, o dilema - ou treino, e me arrisco a piorar, ou não treino e fico consternado o final de semana todo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois é, esse é o problema das pessoas "ou tudo ou nada". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas pensei na semana de treinos que fiz. Pensei ainda que, apesar dos treinos longos serem importantes, há uma certa revisão de conceitos que associam bons desempenhos na provas de endurance a simples quantidade de quilômetros rodados nos chamados longões.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao que parece, os treinos de intensidade, mesmo que mais curtos, são tão ou mais importantes que os longos de final de semana. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, se for assim, pensei que seria melhor não arriscar os outros dias da semana por um treino sofrido no domingo que viesse a atrasar ainda mais minha recuperação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por isso, achei melhor encarar a abstinência do que colocar em risco os treinos que começam na segunda-feira.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-2752513543617919005?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/2752513543617919005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=2752513543617919005&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/2752513543617919005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/2752513543617919005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/03/ou-tudo-ou-nada.html' title='Ou tudo ou nada...'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-1028773790886673619</id><published>2011-03-15T09:20:00.000-07:00</published><updated>2011-03-16T10:44:05.420-07:00</updated><title type='text'>Um minuto...</title><content type='html'>Um dos objetivos da atual periodização dos meus treinos é o desenvolvimento da velocidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ter trabalhado esse aspecto em anos anteriores, o contexto sempre fora as provas longas - 70.3 ou o Iron. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já vão anos que eu não faço provas com distância de sprint.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, realmente, foi uma opção. Em primeiro lugar, são pouquissimos os atletas (age group ou não) para os quais a distância é um tanto indiferente e são capazes de conseguir ótimos resultados em provas curtas e longas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu não sou esse tipo. Como não canso de repetir, provas assim são para aqueles capazes de tolerar uma dor intensa em uma proporção que não me imagino fazendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, minha rejeição pelas provas é tão grande que tenho a tendência de achar que o circuíto ITU de triathlon Olimpico chega a ser um esporte diferente. Não acompanho, não sei quem é quem e muito menos gosto de ler sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, interessante que a Triathete Magazine dê um espaço muito modesto para discussões técnicas sobre modalidade mais curtas. Uma vez, acho que o MPR na ESPN, comentou que nos EUA o triathlon é identificado muito mais com o Iron do que pelas prova olimpicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o Rodrigo comentou que eu deveria começar a fazer provas mais rápidas, lá no intimo fiquei com medo de ficar desanimado. Eu sempre tenho algo dentro de mim que diz que, quando eu estaciono em determinada modalidade, o melhor a fazer é aumentar a distância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus melhores resultados nos sprints do TB foram na casa dos 1:16. E eu não me via capaz de reduzir esse tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, quando passei para o Olimpico, meus tempos começaram a ficar entre 2:32 e 2:35. E a sensação era a mesma: eu tinha estacionado e a questão era seguir em frente, tentando outro tipo de superação - que no caso seriam percursos com distâncias maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, mas eu já tinha lido um texto do Vinicius indicando a necessidade dos triatletas de longa distância se voltarem para provas mais curtas - além de desenvolverem a velocidade, é extremamente importante para sairmos de uma certa "zona de conforto".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando passei a trabalhar com Rodrigo, ele reavaliou minha periodização e inovou, incorporando os simulados aos sábados e que tenho narrado aqui toda semana. Nos outros dias de treinos, ele também dá enfase a velocidade, sobretudo na natação e no pedal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu primeiro sprint no Riacho foi 1:18. Um resultado bom, considerando que não faço polimentos e não fazia treino ou prova assim a pelo menos três anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, as distâncias não são exatamente as mesmas:  o percurso da natação tem algo em torno entre 850 e 900 metros e eu faço 21 km no pedal. Fora o quê, a altimetria não é plana, como em Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu segundo simulado, mesmo cansado, consegui diminuir esse tempo para 1:15, tirando praticamente um minuto em cada modalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui para o Internaciona de Santos e outro bom resultado: 2:27. Meu melhor tempo em um olimpico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de duas semanas, consegui fazer um simulado "limpo" (no carnaval, não contei o tempo porque me perdi no meio da represa e, óh, miou tudo...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse último sábado, consegui 1:12 no simulado. Um enorme avanço na natação e mais garra na corrida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou realmente nadando melhor e fiz os 750 (ou 900, sei lá) em 13:24, quando estava fazendo acima de 15 minutos. Mas eu já tinha sentido uma melhora nos treinos. Na sexta-feira, ao fazer os tiros de 50 metros, o treinador que fica na piscina veio conversar comigo porque tinha notado que, naquele treino especificamente, eu estava mais rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bacana!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que a planilha é 90% responsável por essa melhora, mas tem um dado importante - depois de anos nadando com palmares grandes, agora estou trabalhando com alguns bem pequenos. Estou conseguindo maior velocidade de braçadas sem perder o deslize na água que tinha antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na corrida, fui ajudado por um pacer involuntário de um corredor que estava lá no Riacho e fiz para 24 (estava fazendo 25).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ter dado tudo na bike, repeti o desempenho das outras semanas e fechei em 35 e uns quebradinhos. Fiz muita força nas subidas, mesmo girando mais, e gemi como um condenado! Só que não consegui aquele "um minutinho" para melhorar também no pedal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho muito interessante o impacto desses treinos no meu condicionamento físico, mas sobretudo mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como tenho insistido, dividir os treinos tem facilitado encarar  a maior intensidade que cada pedacinho exige.  As vezes, meu objetivo é me concentrar exclusivamente em pedalar forte por 2 minutos, sem pensar se o treino está no inicio, no meio ou no final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando faço o simulado, me concentro em tentar arrancar um minuto de cada modalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas e tão somente um minuto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E já fico feliz da vida se ganho se consigo um 60 segundos em uma modalide sem prejuizo das outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, nessa fase do ano, quando tudo mundo fala em terminar o Iron abaixo ou acima das 10 ou 11 horas, meu único foco no momento é "tirar segundos" em uma disputa acirrada que tenho contra um percurso duro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falam que faltam x dias para a largada em Florianópolis, bom...que dia vai ser a prova mesmo? ;-))&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-1028773790886673619?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/1028773790886673619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=1028773790886673619&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/1028773790886673619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/1028773790886673619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/03/um-minuto.html' title='Um minuto...'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-8869812111821742686</id><published>2011-03-06T13:58:00.001-08:00</published><updated>2011-03-06T16:13:51.446-08:00</updated><title type='text'>Treino é Treino, Jogo é jogo...Mas será?</title><content type='html'>Essa semana de treino foi bem mais difícil que a semana anterior. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na quarta-feira, quebrei.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nada diferente em relação a carga de treinamento, ao nível de esforço ou problemas trabalho.  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Logo na segunda-feira, não me senti bem fazendo os tiros de 100 metros. Terça, fiz um trabalho de rolo voltado para velocidade a noite. Na quarta-feira, pela manhã, fiz um longuinho de 1:30. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas a noite, não consegui ir nadar. Fiquei extenuado, desanimado e culpando a chuva pelo fato de ter que ficar em casa. No outro dia, mal consegui sair para ir ao trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, nessa situação, por uma condição psicológica estranha, fico mais propenso a comer porcaria. Parece que a sensação de energia baixa pode ser compensada com comida pesada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Obviamente, isso não resolve nada. Aliás, só piora...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Claro, cansaço natural ou mesmo alimentação inadequada- minha suspeita é que tenho deixado os carboidratos um pouco de lado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas na quinta-feira, mesmo não me sentindo 100%, fiz o treino no rolo. Um pouco de intensidade e, depois, força.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Terminei o treino totalmente refeito. Fiz uma corrida leve na sexta-feira pela manhã e nadei bem a noite. Domingo, com receio da chuva e com a possibilidade concreta de ficar com a bike sem condições de uso no feriado, preferi fazer as três horas de treino no rolo e arriscar o sprint no domingo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Deu certo. Quer dizer, médio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na natação, me perdi na Billings - me orientei pelas bóias, mas cometi um erro comum entre as pessoas que nadam lá e fui parar no meio da represa. Até me localizar....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que seria um treino de 15 minutos em 900 metros virou 54 e sei lá quanto metros a mais. Fui para a bike meio cansado do esforço do rolo do dia anterior, mas fiquei perto do tempo da semana passada. Fiz uma boa corrida para os padrões do Riacho, onde há muitas subidas fortes e fechei para 24 minutos. O total, fico devendo...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo no lugar novamente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas quando essas quebras ocorrem, fico pensando como o encaixe de certa rotina de treinos pode ser mais desafiadora que as provas. Para aqueles que fazem o Iron, isso já é um tanto óbvio - o período de treino é um desafio tão grande ou maior que a prova em si.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando mais penso no assunto, mais tenho a convicção de que vencer um período de treinos continuo e/ou atividades desafiantes, implica que o jogo tem que ser jogado todo dia, não depois.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Treino é treino, jogo é jogo" é algo muito propalado no futebol. Normalmente, se refere a certos jogadores fora de série que podem se dar ao luxo treinarem pouco, mas serem decisivos nas partidas marcando gols. Foi criada os jogadores do Brasil quando, antes da Copa de 1958, o técnico Feola barrou alguns jogadores no time principal em função do pouco esforço nos treinos. Dizem que Didi teoria dito a tal frase, que virou senso comum.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, se pode ser verdade no futebol (e eu disse "se"), no triathlon isso não existe...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-8869812111821742686?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/8869812111821742686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=8869812111821742686&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/8869812111821742686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/8869812111821742686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/03/treino-e-treino-jogo-e-jogomas-sera.html' title='Treino é Treino, Jogo é jogo...Mas será?'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-8021833115321766926</id><published>2011-02-27T09:37:00.000-08:00</published><updated>2012-01-20T02:35:58.774-08:00</updated><title type='text'>Semana de Treino Pós-Internacional de Santos</title><content type='html'>Todo mundo sabe que semana de treino pós-prova é sussá: natação leve, pedal curtinho e algumas corridinhas de 30 minutos regenerativas, alternando com dias de descanso...&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Se você acredita que o que está escrito no parágrafo acima realmente ocorreu comigo, deve ser a primeira vez que você lê esse blog! Ou então não conhece a moçada de Ironguides...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A perspectiva do Rodrigo era encaixar o Internacional em uma sequência de treinos com intensidade e volume ascendentes, todos com foco na velocidade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A prova de Santos não seria o ápice desse período, mas justamente o início da parte mais dura dessa fase.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então, imagina ai...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tirando o day-off de segunda-feira, iniciei já na terça um pedal pesado no rolo. Aquecimento de 20 minutos, seguidos de oito moderados e dois leves. Depois, 2 x 4 FORTES e 4 x 2 no MÁXIMO. Para soltar, 10 minutos leve.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando o pessoal do IG coloca as palavras em maiúsculas, o negócio não tá pra brincadeira....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não senti cansaço em relação a prova de Santos. Simplesmente fiz o que pude. Esse "o que pude" tem um significado preciso para os mais disciplinados: significa que ao tentar fazer no MÁXIMO cada série eu chego no finalzinho sem quase conseguir fazer o exercício. Pelo menos na bike!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Me imagino subindo uma ladeira por dois minutos. Lá em cima, quase tenho que descer da bike...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dói.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como escrevi recentemente, me identifico mais como uma pessoa que gosta provas de endurance e tenho dificuldade para lidar com a dor decorrente de treinos de intensidade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então estou fazendo duas coisas para lidar com esses exercícios duros: construo imagens (como essas que acabei de relatar, de uma subida e...vou confessar para vocês, normalmente nelas tô pau a pau com o Lance Armstrong...;-) e estou pensando em cada etapa do treino apenas quando vou executá-la.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esse segundo ponto é o mais ou menos assim: se leio a planilha completa antes do treino começar eu antecipo as partes ruins; mal estou na metade do pedal moderado, já tá doendo, e eu começo a chorar pensando que ainda falta o pedal FORTE e o MÁXIMO!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Isso já me abate...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então eu sento no rolo (sem duplo sentido moçada!!!!), leio apenas a primeira linha da planilha e me concentro exclusivamente no que me mandam executar, como se o treino acabasse ali. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Terminei? Faço exatamente o mesmo até o ler aquela frase abençoada..."10 minutos fácil"!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Obviamente, semana após semana, você vai decorando os treinos e isso vai perdendo eficácia. Mas, como eu já estou ali, na terceira idade, minha memória não é tão boa assim...;-)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A quarta-feira começou com um longo de corrida de 1:30 pela manhã, sendo 45 fácil e 45 moderado.  No início, senti o treino da noite anterior. Mas a sensação de desconforto foi passando e, como sempre, termino esse tipo de treino mais inteiro do que estou no começo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na parte da noite, natação. O aquecimento são tiros de 50 metros, mas a parte principal do treino são tiros de 100 metros - 100 metros no MÁXIMO! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como esse treino é com palmar e pulbóia, não tenho grande dificuldade, mesmo agora que passei a usar um palmar pequeno. Meu melhor esforço não me deixa com dor nos braços, nem asfixiado, como é meio típico nesses treinos....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quinta-feira é dia de rolo, mas com a maior parte do treino voltado para força. Vinte minutos de giro leve, 10 tiros de um minuto e mais 20 no Big Gear (50-60 rpms). Esse treino eu tiro de letra. Não é fácil, mas tem intensidade limitada. Portanto, tuuuudoooo bem!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sexta-feira começa com um corrida de 40 minutos pela manhã, como foco regenerativo. Faço uma volta de 7 km no Campo de Marte e capricho nas velocidade da passadas. A noite, um treino de natação progressivo, que me deixou com os braços lá na piscina ;-)))&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Você inicia com tranquilos 16 x 50 metros, com fazendo tiro MÁXIMO a cada 4. Depois, 12 x 50, com tiro a cada 3, e assim até chegar a 4 x 50 todos no MÁXIMO. Apenas 20 segundos de intervalo. Poderia ser um treino complicado para mim, mas a distribuição progressiva do esforço permite que eu entre no ritmo a cada série e seja capaz de manter praticamente o mesmo esforço até o final ( o mesmo esforço não significa, necessariamente, a mesma velocidade)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sábado, dia de simular um sprint no Riacho Grande. Levantei bem as 5:00 da manhã, tomei café, fiquei lendo algumas coisas da Triathlete Magazine para fazer a digestão, preparei toda nutrição, arrumei as tralhas, troquei o pneu da bike, levei tudo para o carro e....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E o carro não pegou....:-((((&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No inicio, pensei que fosse o motor de arranque e passei parte da manhã tentando arrumar um SOS. Já estavam mandando um guincho para a minha garagem quando chega o meu pai. Ele queria ver o carro e me perguntou se não era a bateria.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Claro que não, né pai!? Eu não sei quando tem problema na bateria....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Mas cê tem certeza?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Tenho, já tá chegando o guincho...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só para mostrar minha superioridade, fomos lá no carro. Meu pai abriu o capô, pegou uns cabos, bateu na bateria. Faiscou...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Falei mal humorado:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Viu ????? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- É bateria. Liga o carro...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ai o motor &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Tátátátátátá&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Tá na cara que o problema é o motor de arranque, né pai?! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; - É bateria. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Mas o farol tá funcionando...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- É a bateria.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Contra a minha vontade, foi lá em baixo, trouxe o carro dele, alinhou com o meu na garagem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Pai, já vai chegar o guincho e vamos ter que tirar o carro do senhor...vai dar aquele trabalhão mêêêêuuuuuu.....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele nem me ouviu. Pegou os cabos para fazer uma chupeta. Eu puto da vida porque achava aquilo uma perda de tempo...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Dá a partida...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entrei no carro contrariado. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas aiiiiii...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Ruuuuummmm, Ruuuuuummmmm, RUUUUUUMMMMMMMMMMM.....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Abaixei a cabeça, fingindo olhar para o painel e....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Uéééééé??????!!!!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ainda bem que o meu pai é meio quetão....;-)))&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bom, contei essa histórinha para colocar algo no sabado, porque óbviamente foi off!!!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Domingo, fui para o Riacho fazer um treino de 3 horas, sendo 1:30 fácil, mais uma hora moderado BIG Gear e, depois, para terminar, 2 x 10 minutos Time Trial com 5 de intervalo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De cara, não consigo fazer a parte fácil do treino. Eu meio que encaixo um ritmo de cruzeiro no Big Gear e, no máximo, como no Riacho relevo é quase um tobogã, consigo fazer um pouco mais de giro nas subidas para me enganar que estou pedalando "fácil".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesse sentido, tenho um pouco de dificuldade para separar a parte tranquila e a parte moderada do treino. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Isso explica em parte a boa média que fiz hoje lá, na casa dos 30 km/hora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas esse aspecto, creio eu, não atrapalha o TT. Fiz os dois pegando os trechos de subida, o que me deixou com as pernas bambas. O primeiro foi consideravelmente melhor que o segundo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No final do treino me senti ótimo! Difícil para alguns acreditar que uma semana que começou com o Internacional de Santos tenha sido tão puxada e, ainda assim, eu possa estar me sentido tão bem!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No mais, testei o macaquinho da Asics que comprei em promoção (achei ótimo) e fiz inscrição para Caiobá.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas tô na dúvida: Miami ou Penha?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-8021833115321766926?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/8021833115321766926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=8021833115321766926&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/8021833115321766926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/8021833115321766926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/02/semana-de-treino-pos-internacional-de.html' title='Semana de Treino Pós-Internacional de Santos'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-4872570709439216552</id><published>2011-02-22T18:17:00.000-08:00</published><updated>2011-02-22T18:19:47.694-08:00</updated><title type='text'>Trisuit para o Internacional de Santos 2012!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-AyM4Iji_dtE/TWRuu0AovfI/AAAAAAAAArY/EyXCuWmcQNs/s1600/Trisuit%2Bcontra%2BVagnao.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 279px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-AyM4Iji_dtE/TWRuu0AovfI/AAAAAAAAArY/EyXCuWmcQNs/s400/Trisuit%2Bcontra%2BVagnao.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5576703989105868274" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-4872570709439216552?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/4872570709439216552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=4872570709439216552&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/4872570709439216552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/4872570709439216552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/02/trisuit-para-o-internacional-de-santos.html' title='Trisuit para o Internacional de Santos 2012!'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-AyM4Iji_dtE/TWRuu0AovfI/AAAAAAAAArY/EyXCuWmcQNs/s72-c/Trisuit%2Bcontra%2BVagnao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-5937828673163108518</id><published>2011-02-20T12:24:00.000-08:00</published><updated>2012-02-06T14:35:57.430-08:00</updated><title type='text'>Internacional de Santos 2011</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-sea4HQ9EaiE/TWG0WgR7cVI/AAAAAAAAArQ/LWQQA79D9dk/s1600/Internacionalsantos_2011.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 267px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-sea4HQ9EaiE/TWG0WgR7cVI/AAAAAAAAArQ/LWQQA79D9dk/s400/Internacionalsantos_2011.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575936112376639826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Apesar do Internacional ser uma prova dura, essa semana não teve polimento.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A idéia do Rodrigo era fazer um "treino de luxo" no Internacional de Santos, já que estamos trabalhando velocidade nessas últimas semanas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A princípio, eu não gosto da organização do Internacional de Santos. Há problemas para fazer os bloqueios funcionarem, o kit e a medalha são incrivelmente ruins e, putz, de um mal gosto.... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além disso, esse ano ainda faltou água, segundo me relataram os amigos...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Apesar de ter uma história importante, passa a impressão de um amadorismo impressionante - se comparada as provas da franquia Iron, esse contraste é ainda mais evidente. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Internacional parece que não quer se modernizar...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Isso, claro, nada a ver com o povo de Santos. Ano passado, quando tive um capote no centro da cidade, moradores (crianças e senhores, mulheres e homens) não sabiam o que fazer para me ajudar...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas o Internacional, sendo referência histórica que é, é o lugar onde quem curte triathlon se encontra. No meu caso, que conheço muita gente por ai, é um oportunidade impar para rever as pessoas que fazem Penha, Pirassununga, Caiobá, Floripa, Pucon e por ai vai...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bom, para a prova esse ano, pude descansar um pouco no sábado. O Edú fez a gentileza de pegar meu kit. Nos encontramos pela manhã e fomos para o Boqueirão, onde seria a largada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Comecei a natação sem aquecimento. Logo nos primeiros metros, senti os braços um tanto doloridos (mas não pesados). Falta de aquecimento? Pode ser, mas treino assim no Riacho e não constumo sentir isso...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Demorei um tempinho para pegar ritmo, mas me orientei bem entre as bóias, perdendo pouco tempo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E só tive alguns problemas de tráfego com o pessoal retardatário da outra bateria. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, olha, sobre isso vou ser antipático. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando as pessoas decidem fazer uma prova de triathlon e não tem grande experiência, não tem importância de que elas congestionem a natação.  Não mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dos fundamentos do triathlon, acho essa parte é, no meu modo de ver, a mais complicada - sobretudo no mar, porque você está em meio inóspito e com poucas referências de orientação. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E todo mundo passa por isso. Então, paciência dos mais experientes é o mínimo que se pede.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entretanto, outra coisa bem diferente são as pessoas nadarem como  se ninguém mais estivesse ao seu lado. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Gente, ao fazer o contorno das bóias, não vale bater a perna com violência. Também não vale usar a perna para dar golpes de karatê em quem está atrás, como fazem alguns que nadam de peito nessa parte.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não vale nadar sem, pelo menos, tentar olhar para frente, evitando cruzar na frente de todos distribuindo socos. Não vale tentar passar por cima de outros, nadando como se você estivesse sozinho na raia da piscina do seu clube.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hoje, dois retardatários me colocaram a nocaute: o primeiro, me pesada na barriga e o sujeito nem olhou para trás. E ele sabe que fez isso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outro, desferiu um chute no meu peito, bem no contorno da segunda bóia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando emparelhei com um rapaz, esse da minha faixa etária, fomos nos batendo até que eu e ele parássemos. Eu, estressado por ter apanhado do pessoal retardatário,  fiquei puto e chinguei (atitude típica do sujeito "besta quadrada", admito). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O sujeito parou de nadar e me encarou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas continuamos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quem era? Sei lá, todo mundo de toca e óculos....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que, para meu azar, entre 1.300 pessoas nadando, o tal sujeito era o Edú Carvalho - apenas o sujeito que me apresentou ao triathlon e que me motivou a fazer a Ultra Bertioga-Maresias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E a minha sorte é que ele estava feliz (vai ser pai) e me poupou de uns tabefes...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E eu merecia, porque o que eu fiz, não se faz...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Terminei a natação naquele mar (sem correnteza) para 27:4.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fiz aquelas transições xexelentas que eu costumo fazer e fui para o pedal. O Rodrigo tinha pedido um contra-relógio de 40k e, o que viesse depois na prova, seria lucro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Comecei o pedal com giro para me equilibrar e, quando me achei, logo desci para uma cadência pesada. Minha sensação foi que o vento, esse ano, estava mais tranquilo - ao contrário dos pelotões, que ano sim, ano sim, sempre estão lá.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Gostei do meu pedal. A despeito de me embananar naqueles trechos com curvas dentro da cidade, fiz um média de 34,5 km/hora (dados do Cateye), embora o tempo anotado na prova seja idêntico ao de 2009, isto é, 1:11:04 (média de 33,7 Km/hora) - explicado pelo acréscimo do tempo da transição.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pedalei forte e senti as pernas também fortes. Ultrapassei mais do que fui ultrapassado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando sai para correr, que é o mais tranquilo para mim, não sentia as pernas pesadas. Segurei um pouquinho para sentir a prova e, com o estômago cheio de líquidos, não era prudente (na verdade, é que não dava mesmo -rsrsrs).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como sempre, cadência alta de passadas. Me senti muito bem nos primeiros cinco quilômetros. Mas, na segunda parte, tive dificuldades. Quando digo "tive dificuldades", isto significa que não consigo sustentar minha cadência de passada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alarguei a passada por mais ou menos trinta segundos - li sobre cansaço neuromuscular nos textos do Ironguides, algo sobre a pertinência de você mudar a cadência na bike ou mesmo andar nas provas por alguns instantes. Isso dá um "restart".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nas duas vezes que isso aconteceu, mudei um pouco a corrida e minha passada "voltou". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Passei muita, mas muita gente, sobretudo nesses últimos quilômetros! A maior parte não aguentava o calor e andava. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fechei a corrida para 49:44.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já a prova para 2:27:53, cerca de quatro minutos abaixo do meu melhor tempo em triathlons Olimpicos até então. PB. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Óbviamente fiquei satisfeito com o resultado. Olhando para os caras que mandam bem (Sandro, Caio, Flávio entre outros), estou em boa companhia, ali pertinho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na minha faixa etária, entre 102 pessoas, fiquei em 30. Em 2009, também fui 30, mas tinham  apenas 74 pessoas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para completar,  331 no geral.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas esse meu lado mais crítico diz assim: alguns minutos não indicam que você mudou de patamar. Para isso, o ideal teria sido na casa dos 2:20. ;-)))&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-5937828673163108518?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/5937828673163108518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=5937828673163108518&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/5937828673163108518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/5937828673163108518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/02/internacional-de-santos-2011.html' title='Internacional de Santos 2011'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-sea4HQ9EaiE/TWG0WgR7cVI/AAAAAAAAArQ/LWQQA79D9dk/s72-c/Internacionalsantos_2011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-1274985329296738099</id><published>2011-02-13T12:09:00.000-08:00</published><updated>2011-12-02T07:21:35.100-08:00</updated><title type='text'>Você ouve o seu corpo? Então não ouça.</title><content type='html'>Essa semana, dando prosseguimento a planilha nova que o Rodrigo montou, não houve grandes alterações nos treinos - apenas a adição de um tantinho mais de volume a cada dia.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, em resumo, a grande diferença em relação a semana passada é que não tive mais alterações de humor, embora me sinta um tanto mais cansado - principalmente quando corro pelas manhãs.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Trata-se de uma sensação física, não mental - o que é relativamente positivo, pois quando meu corpo reclama...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bem, quando o meu corpo reclama....eu não tô nem ai (rs).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ai alguém ai atrás do teclado pode pular e ficar bravo comigo ao profanar uma das verdades mais conhecidas e repetidas em revistas de especializadas, textos da internet, conversas de triatletas e por ai vai...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois é, eu não "ouço" o meu corpo...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quem ouve o corpo, na verdade, vive do auto-engano que a mente prega nele.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dúvida?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então vai ai a prova dos nove...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Me senti cansado essa semana. A diminuição do volume e o aumento da intensidade tem um custo que se traduz em alterações hormonais que me deixaram meio que prostado ao longo do dia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mesmo sabendo que para os amadores o descanso dos treinos se dá justamente no trabalho (fico sentado quase o dia todo, lidando com outros problemas), quando treinava pela manhã, não me parecia que fosse chegar ao final do dia apto para o treino da noite. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E quando treinava a noite, parecia que um período de sono não seria o suficiente para correr no outro dia pela manhã, mesmo que fosse apenas uma corrida leve.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, óia!!!!!! Treinei sempre! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E melhor que semana passada. E não foi só apenas durante a semana.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando chegou na sexta-feira, lembrei que tinha os simulado de sábado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meu ceticismo teimava contra os fatos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pensei: vou até tentar, mas vai ser pior que no sábado anterior. Estou realmente cansado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Melhorei em 3 minutos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A natação foi melhor. A bike, foi melhor. A corrida, foi melhor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma vez li uma matéria na Go Outside sobre o Brett Sutton e lá pelas tantas um atleta dele dizia exatamente isso, que o Brett pedia certas coisas e a primeira impressão dele ao ouvir o roteiro de treinos era "impossível".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas sempre era possível.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu não gosto de ficar escrevendo sobre assunto técnicos sem conhecimentos para tanto. Não sou formado na área e meus conhecimentos do corpo humano se resumem ao aporte de coisas que leio em publicações que estão longe de apresentar qualquer "prova científica".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas é relativamente conhecido o fato de que o que sentimos é uma interpretação do cérebro sobre as informações que ele recebe do corpo humano.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ninguém "ouve o corpo". O que "ouvimos" é o cérebro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E o cérebro tem lá seus mecanismo de defesa. Ele pode ser extremamente conservador.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Claro, sem exageros. Ninguém vai achar que eu esteja sugerindo que o sujeito, mesmo sentindo sintomas de um ataque cardíaco, continue correndo porque o cérebro estaria fazendo arte...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas o que ninguém considera é que sempre há uma grande possibilidade de confundirmos os sinais ou nos sujeitarmos ao auto-engano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Ouvir o corpo" é uma daquelas noções que se transformou em verdade absoluta, mas muito utilizada por aqueles que tem um repertório de desculpas bem pequeno para não ir treinar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em termos de banalidade, só perde para aquele outro chavão:"descanso também é treino"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pronto, falei!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-1274985329296738099?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/1274985329296738099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=1274985329296738099&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/1274985329296738099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/1274985329296738099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/02/voce-ouve-o-seu-corpo-entao-nao-ouca.html' title='Você ouve o seu corpo? Então não ouça.'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-2604402741610795499</id><published>2011-02-06T13:10:00.000-08:00</published><updated>2011-02-08T00:30:03.437-08:00</updated><title type='text'>Semana de Treino</title><content type='html'>Chegou a planilha do Rodrigo e a coisa mudou mesmo!&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A primeira coisa que ele fez foi dar um "cavalo de pau" nos meus treinos de volume.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Houve um forte redução do número de horas de treino e a aplicação de mais intensidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Desde do Iron do ano passado e com a sequência de provas que vieram posteriormente, todas elas com no mínimo 5 horas de duração, eu estava bastante habituado a fazer treinos longos. Não apenas fisicamente falando, mas sobretudo no aspecto mental.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E foi essa a maior dificuldade que tive na semana, isto é, "me acostumar" com a redução do volume. Por outro lado, meu corpo também reagiu de forma estranha, um tanto "esquizofrênica".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na segunda-feira, treino em dois períodos. Pela manhã, um treino curtinho, com 10 minutos de aquecimento, 4 x 4 minutos forte e 10 de trote. Fiz, mas não me senti confortável - mas decorrente do treino de bike do dia anterior, que foi bem puxado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A noite,  piscina: treino com com séries de tiros de 25 e 100 metros, com períodos de descanso bem tranquilos entre as séries. Bom, eu vinha de treinos intensos (séries com 800 metros TT) na piscina e não foi fácil me segurar na borda da piscina. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Senti uma irritação braba e uma angústia infinita - por instantes, pensei em ceder para o lado escuro da força ;-)))).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que esses treinos compensam. Depois de tudo, ao sair da academia, me senti bastante revigorado e até feliz. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Isso é uma arte entre no IG - eles são capazes de propiciar treinos que estão no limite de te deixar com uma certa sensação de euforia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois bem, na terça-feira, treino de rolo a noite. Resolvido o mistério de tanta câmera furada no rolo (era a porcaria da fita que estava com ponta), fiz um treino progressivo bem curto, sendo que pela primeira vez experimentei treinos no rolo com cadência de 100 ou mais rpm´s no inicio, sendo seguida de alguns poucos minutos (8, 4 e 2 minutos) com intensidade moderada, forte e máxima. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outra vez gostei do treino. Intensidade, mas sem aquela coisa se sentir asfixiado, muito comum em treinos de VO2.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quarta-feira, começa com uma corrida pela manhã, tal como na segunda. Uma hora fácil. Aproveitei para correr no Campo de Marte, só que desconfio que meu corpo puxou um tantinho mais do que deveria. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sempre que começo um treino livre, eu deixo o ritmo fluir. Mas meu corpo estava entendendo "fácil" diferentemente do meu cérebro.  Corri aparentemente em ritmo confortável. Aparentemente....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A noite, natação. Aquecimento de 12 x 50 (sendo 3 fácil e 1 forte) e 18 x 100 metros, com palmar e pulbóia, com 1 minuto de intervalo. Quando olhei pensei: isso tá muito, mas muito fácil mesmo! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E um minuto de descanso é quase uma eternidade....bem, como diz o Jorge, se é para treinar só isso, não vale a pena nem sair de casa...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu fiquei de mal humor. De novo!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas terminei o treino com os braços tão pesados e, diferentemente do treino de segunda, minha percepção sobre o cansaço se alterou radicalmente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu estava me sentindo um lixo! Será que puxei muito a corrida pela manhã?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fui trabalhar na quinta e me senti muito cansado. Mal tinha dormido na madrugada anterior. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A noite, havia na programação um treino com o rolo.  Por um triz não fiz. Cheguei em casa, sentei no sofá e tirei um cochilo. Acordei e fiquei com a má vontade - mas era treino de força, curtissimo, Big Gear...tá ai um treino que gosto bastante e, quase sempre, me deixa bastante revigorado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fiz! E me senti um pouco melhor. Mas isso não durou muito....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tinha uma corridinha de 40 minutos fácil na sexta-feira pela manhã. Só que foi duro!!!! Não me senti bem. Os primeiros 20 minutos foram de grande desconforto. Nada de dor ou algo no estômago...o corpo apenas não queria correr.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na metodologia do IG, quando isso acontece, eles te pedem para tentar 20 minutos. Se ainda assim você se sentir mal, ai você para mesmo porque não vai rolar...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A sensação de desconforto não desapareceu, mas depois desses minutos iniciais diminui o suficiente para eu terminar a corrida. Fui trabalhar e me senti péssimo...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas para quem não vive do triathlon, enquanto se trabalha se descansa. E a noite eu estava melhor para fazer as séries de 50 metros bem tranquilas na piscina. Todas fáceis.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A sensação de cansaço tinha sumido novamente - mas nada garantiria que ela não voltaria no final de semana. Fiquei meio de zóio....;-))))&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sábado será dia de simulados de swinbikerun (sprint) que passarei a fazer no Riacho Grande. Quando comentei com o Rodrigo que tinha a disponibilidade do Clube do Borracheiros, ele não pensou duas vezes em indicar esse treino para aproveitar a infraestrutura do lugar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Mota e o Luiz, que treinam lá, me deram as indicações (thanks Fellows!!!) e fui para lá com um pouco de receio em função do meu estado. Cheguei cedo, encontrei o Júlio Vicunha, que é responsável pelos simulados lá e que me falou do percurso entre as bóias e coisa e tal...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estava um dia bonito pra burro e a água estava sensacional. Mas deixei a bike ali, encostada no carro, o tênis perto...enfim, apesar do Rodrigo ter pedido para fazer a transição como nas provas, eu vi que ali não dava. Resolvi marcar apenas os tempos da natação, da corrida e do pedal....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(Semana que vem, vi onde o pessoal deixa as bikes ou comprar meu próprio suporte....)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bom, a natação eu quase gostei, mas não sei se deveria. Ao invés de fazer um aquecimento, iniciei o simulado já nadando forte, aproveitando que outras pessoas tinham pulado na água.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas considero que até nadei bem, na casa do 15 minutos, apesar da sensação de braços cansados. Por quê não sei se deveria ter gostado? Porque eram esses os meus tempos no TB. Parece que não evolui.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Claro, bem sei que poderia ter feito outro raciocínio, mais ou menos assim: apesar de ter feito meu último sprint a pelo menos 2 anos atrás, continuo mantendo minha velocidade na natação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, faz parte da minha psicologia a opção número um (rs).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fui para a bike e tinha pouquissima gente no Riacho. Dava para fazer um pedal limpo (aliás, que diferença em relação ao congestionamento de carros, corredores e ciclistas da USP!!!!!).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; Puxei forte, mas sem o aquecimento das pernas, essas também sentiram o esforço e ficaram pesadas - fiz 21 km com média de 33,8 km/hora - mesmo considerando que o trajeto do Riacho é duro, mostra que eu preciso melhorar demais. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois tem gente que faz isso lá para 100 km e acha que treinou mal...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sai para correr e, como sempre, o pedal nunca compromete a corrida (pelo menos de um jeito que eu perceba imediatamente) e já comecei forte com as pernas soltas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No Riacho, descendo e subindo, 5 km em 25 minutos. Gostei médio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Finalizei todo simulado em 1:18 (sem transição). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em Santos, lembro que fazia em torno de 1:16 com as transições.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas sai de lá feliz, porque o dia estava realmente bonito e você fazer um treino curto sem problemas de consciência no sábado é uma coisa a qual eu estava completamente desabituado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No domingo, estava previsto apenas um pedal de 3 horas fáceis. Outro dia no Riacho e outro dia bonito. Aproveitei a companhia da Deise e fizemos um pedal relaxado, as vezes explorando mais o giro, as vezes explorando uma cadência baixa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O saldo da semana foi bastante positivo. Apesar do meu corpo ter reagido de forma meio errática com a redução dos treinos, eu realmente estava precisando diminuir o volume.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As vezes, você só percebe essa necessidade quando efetivamente põe isso em prática. Depois de um fase longa de esforço longo, fazer um treino de uma hora e ainda se sentir motivado é muito bom!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até a vontade de ir treinar no final de semana voltou. Quantas vezes substitui as idas ao Riacho por treinos de três ou quatro horas de rolo? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só espero que o tempo se mantenha assim, firme. Eu gosto do frio, mas para treinar nada é melhor que o tempo que está fazendo agora....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-2604402741610795499?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/2604402741610795499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=2604402741610795499&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/2604402741610795499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/2604402741610795499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/02/semana-de-treino.html' title='Semana de Treino'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-5578002615816298996</id><published>2011-01-30T13:28:00.000-08:00</published><updated>2011-12-14T17:01:25.455-08:00</updated><title type='text'>Mudanças</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/TUtVmwiiq2I/AAAAAAAAAq4/Dg-mn3UXrOw/s1600/Sw-lukeforcetrain.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 278px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/TUtVmwiiq2I/AAAAAAAAAq4/Dg-mn3UXrOw/s400/Sw-lukeforcetrain.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569639488526920546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:19px;"&gt;"Deus nos dá pessoas e coisas,&lt;br /&gt;para aprendermos a alegria...&lt;br /&gt;Depois, retoma coisas e pessoas &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:19px;"&gt;para ver se já somos capazes da alegria&lt;br /&gt;sozinhos...&lt;br /&gt;Essa... a alegria que ele quer"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:19px;"&gt;Guimarães Rosa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Ao retornar de Pucón, recebi um e-mail do coach . Enfim, depois de pouco mais de três anos, não seria mais possível continuar sob a orientação do Vinícius ou, como se diz por aí entre os mais globalizados, do Vinnie Santana.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Desde da morte do Marc Becker, o Vinícius se transformou no Head Coach do Ironguides. Naturalmente, outras responsabilidades se colocaram para ele desde de então, pois a gestão de uma marca internacional ligada ao esporte exige atenção a questões que vão desde da certificação de outros treinadores, até a formação de parcerias com outras empresas, passando ainda pela administração do IG e a formação de outros mestres&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/TUtTapPRJOI/AAAAAAAAAqo/TYSngEBslng/s400/jgroup.jpg" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 369px; height: 336px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569637081385346274" /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foi como que um apagão. Espernei. Afinal, o Vinicius não era apenas o cara que me repassava planilhas, mas alguém que despertou a paixão por um estilo de vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E quando você pratica um esporte que vira estilo de vida, a coisa é séria...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agia como um tutor que me orientava, dizendo sim, dizendo não. Sempre realista, foi simplesmente perfeito colocando limites nas minhas ambições mais malucas, mas ao mesmo tempo era capaz de viabilizar projetos que pudessem me desafiar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Isso tudo sem que eu, uma vez sequer, tenha me machucado ou entrado em estado de overtraning. E olhem que não faço musculação, nem alongo, nem nada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Apenas segui as orientações do Boss, como eu e o Ronaldo falávamos do cara de&lt;/div&gt;&lt;div&gt;sde do Iron 2009. Quem se lembra do filme Menina de Ouro sabe o que o "Boss" significa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, as coisas tem um fim. Como também dou aulas, sei que ciclos fazem parte da profissão que escolhemos. Além do mais, a amizade está ai e sempre é possível mandar um torpedo para a Tailândia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O próprio Vinicius, teve o cuidado de trabalhar essa transição, com a indicação do Rodrigo Tosta, treinador do Ironguides do Brasil, para assumir o lugar dele.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/TUtU1H_haWI/AAAAAAAAAqw/CAsXZKzn_SU/s320/ki-adi_mundi.jpg" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 225px; height: 320px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569638635829029218" /&gt;&lt;div&gt;Isso seria fundamental, já que trabalhando a tanto tempo dentro da filosofia do Ironguides, eu teria problemas em me adptar com assessorias com outro approach.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Conheci o Rodrigo no Iron de 2010 e tenho dele as melhores referências desde então. Já conversamos um pouco e já estamos trabalhando juntos. Estou bastante otimista e tenho certeza de tudo vai dar certo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4959372217173629110-5578002615816298996?l=tribessa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribessa.blogspot.com/feeds/5578002615816298996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4959372217173629110&amp;postID=5578002615816298996&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/5578002615816298996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4959372217173629110/posts/default/5578002615816298996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribessa.blogspot.com/2011/01/mudancas.html' title='Mudanças'/><author><name>Vagner</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12416878911409326697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/SUhSOh0Ce2I/AAAAAAAAATI/k1BBpAM_QEg/S220/AD582286-60.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/TUtVmwiiq2I/AAAAAAAAAq4/Dg-mn3UXrOw/s72-c/Sw-lukeforcetrain.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4959372217173629110.post-557429118239118714</id><published>2011-01-19T15:58:00.000-08:00</published><updated>2011-01-24T06:30:30.922-08:00</updated><title type='text'>Pucon 2011</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/TTyf7JP5-II/AAAAAAAAApc/YmtgxxfG53g/s1600/179307_182270101805791_120371851328950_508368_4491323_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 266px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/TTyf7JP5-II/AAAAAAAAApc/YmtgxxfG53g/s400/179307_182270101805791_120371851328950_508368_4491323_n.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5565499077966821506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/TTx5taaTX7I/AAAAAAAAApU/hMsZYKl1t7Q/s1600/LOGO_PUCON_AGROSUPER.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/TTx5taaTX7I/AAAAAAAAApU/hMsZYKl1t7Q/s400/LOGO_PUCON_AGROSUPER.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5565457060613808050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das coisas que vem me incomodando nos últimos tempos é que sempre que faço uma prova, escrevo aqui no Blog "nunca antes na história fiz uma prova tão difícil, tão dura, tão isso, tão aquilo..." e blá-blá-blá....&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E desta vez não será diferente: Pucon foi a mais difícil de todas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se Pirassununga o calor e a umidade arrebentaram comigo, no Chile cheguei no limite da hiportemia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas vamos do começo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A idéia de fazer Pucon nasceu quando estava bisbilhotando as fotos do orkut da Ana Lidia e da "Tia Roberta", que me contou com um pouco mais sobre o lugar e, bem, não preciso dizer que fiquei impressionado - tanto que comecei a fazer planos. Além da prova em si, havia ainda a possibilidade de conhecer o vulcão Villarica.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em Penha, conheci a Mariana Henning, que também me incentivou bastante, assim como o Sandro, este aqui de São Paulo, e que fez a prova em 2010. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu sou meio "maria vai com as outras", mas como as "outras" não se decidiam ou tinham outros projetos, resolvi ir sozinho. Para quem me conhece, sabe que não é trivial tomar de uma decisão desse tipo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A "Tia Roberta", que é tia da Ana Lidia, escreveu para ela pedindo informações sobre a viagem. A Ana foi super gentil e deu todas as dicas em relação a companhia de turismo que tinha o melhor pacote. Fui pela Xtravel, que foi bastante eficiente nos arranjos com passagens, estadias e tudo mais. Até ai, me preocupei muito pouco.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No caso da Bike, a Deise me indicou a Ciclovece, que faz o aluguel do case. Entrei em contato com eles e estava difícil arrumar um, já estavam atendendo a 30 pessoas.  Mas ainda assim consegui um Thule rígido. Fizeram uma revisão, desmontaram a bike e guardaram no mala-bike. Tudo certo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No Riacho Grande, pouco antes da prova, encontrei o Luis Gustavo, que já foi logo me dizendo "Cara, essa prova é dura. O Mota foi ano passado e disse que o negócio é punk"....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bom, se o Mota disse que "o negócio é punk" para ele....bom, algo me dizia que eu deveria começar a me preocupar com algo para a qual eu não tinha até então pensado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Mota é um cara que tem um pedal fantástico e é bastante conhecido entre os que treinam no Riacho por ser um triatleta muito forte. Nós nos conhecemos rapidamente em Pirassununga e tão logo ele ficou sabendo que eu iria para lá, me escreveu dando todos os detalhes de como aproveitar a estadia no Chile e, mais ainda, o que eu precisava saber da prova em sí.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Imprimi tudo, tomei os detalhes e peguei o avião para Pucon, dia 16, uma quinta-feira.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já no aeroporto, foi possível identificar outras pessoas que estavam indo para Pucon. Fácil: todo mundo que faz Iron viaja de tênis, jeans e alguma camisa de competição - fora o tênis. São magro(a)s e você tem a impressão que a roupa é um tanto maior que o número correto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A viagem dura praticamente um dia. Você faz uma escala em Santiago, onde pega um outro avião até Temuco. De lá, aluga uma vã e entre 45 e 60 minutos chega em Pucon.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No Hotel, logo na entrada, comecei a me dar conta de que essa conversa de que "espanhol é fácil"ou  "dá para entender numa boa" é um conceito muito relativo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fui atendido primeiramente por um rapaz que não deve está na Hall da Fama dos recepcionistas mais pacientes do mundo....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O menino começou a me perguntar sobre a reserva e outros detalhes, emendando as palavras quase sem respirar e mal olhando para mim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Mepodríadecirsunúmerodetarjetááááá?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- ?????????????????????&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Senõr, meprodríadecirsunúmerodetarjetá?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- ???????????????????????????????????&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Númerodetarjetá?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- ????????????????????????????????????????????????&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Tarjeta senõr!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bom, algo eu tinha entendido. Talvez "número", talvez "tarjeta".... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agora, exatamente práááá quêêêêê....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Olhei meio de lado para a minha mala, procurando ver alguma  tarjeta específica entre as tantas que colocaram lá durante a viagem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas ele resolveu me ajudar (ou achou que estava), fraccionando a cada palavra e mais pausadamente ("mais pausadamente" é licença poética):&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Nú-me-rôôôôôô tarje-tááááááá....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao perceber que eu continuava a olhar para a mala, ele tentou outro caminho....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Cartón!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Cartón! Sí, Cartón!!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Si, cartón senõr...Internet!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Ahhhh, você está querendo me dar um cartão para internet? Claro que quero!!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- NOOOOOOOOO......&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Engraçado, eu não entendia picas do que ele queria, mas ele reconhecia cada besteira que eu dizia em português...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Interesting....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Comecei a perceber um tiquinho de impaciência&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por um minuto ele se retirou. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entrou por uma porta que ficava atrás do balcão e voltou puxando uma menina pelo braço. Apontou para mim, levantou os ombros, sacudiu a cabeça e disse coisas que, devo supor, seriam mais ou menos assim: "Você fala você com esse xarope porque eu não ganho para isso, não!". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Talvez também tenha acrescentado um ou outro palavrão que não pude distinguir...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A menina sorriu e disse em um inglês meio titubeante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Credit Card Number.....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;HÁÁÁÁÁÁÁÁÁ....Credit Card Number!!!!!! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Num átimo, tirei o cartão do bolso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O rapaz sorriu. A menina sorriu. Eu sorri. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E o mundo parecia ter alcançado novamente o equilíbrio perfeito e a paz entre os povos que falam português e espanhol estava, enfim, reestabelecida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A menina voltou para dentro do Hotel. E o rapaz, voltando a falar na velocidade da luz, disparou:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Senõrnúmerodajartá, por favor...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Olhei o cartão, virei, revirei...coloquei o plástico contra a luz. E disse meio que displicente...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Mas não tem número na tarjeta do cartão!!!!!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele me olhou impávido, colocou a mão na testa...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- NOOOOOOOOOOOOOOOO......&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;- ???????????????????????????????????????????????????&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com uma precisão impecável, tirou o cartão da minha mão e começou a copiar o número frenéticamente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nos outros dias, sem motivo algum, quando chegava no balcão para pedir alguma informação, ele abaixava a cabeça ou fingia que eu não estava lá....;-)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um dia conto o que deu na Policia Federal de lá quando o rapaz comparou meu nome com o que estava escrito no campo FIRMA da minha fichinha de entrada....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Well, vamos voltar e deixar de lado as questões de tradução simultânea.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pucon é realmente bonita. Lembra Campos do Jordão, mas sitiada entre vulcões e lagos maravilhosos. O Grand Hotel sediava a prova e conta uma infra-estrutura de se tirar o chapéu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/TTyiUNqD16I/AAAAAAAAAp0/oNu5CKBK3AM/s400/Picture%2B040.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/TTyiHtVgGuI/AAAAAAAAAps/zHS8GRI7BBI/s400/Picture%2B001.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Instalado, a primeira coisa foi procurar alguém para montar a bike. Tranquilo. Em dez minutos ela estava na minha mão, com o câmbio regulado e tudo. Mas eu ainda teria que testá-la no dia seguinte.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aproveitei a gentileza da Cris, que conheci ainda no aeroporto de Cumbica, que me convidou para um rolê de bike, seguido de uma corridinha para conhecer o percurso da prova. Na foto estão as pessoas que foram nesse treino. Da esquerda para a direita: Cris, Lisandra, Ana Lidia e Mariana. Ao fundo, Luis Tinelo e a Giuliana.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/TTx4iIexMaI/AAAAAAAAApM/6M0aC7xzWk8/s400/164168_489974560778_593415778_6521852_2050347_n.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O dia estava lindo. A bike estava perfeita e foi possível confirmar o que o Mota já havia avisado: o piso da estrada não tem buracos, só que é muito áspero. Em certos trechos, há constantes mudanças de altimetria. Passa-se de subidas, para falsos planos, descidas, subidas novamente e por ai vai. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesse mesmo dia, ouvimos que a previsão do tempo era de mudança, com chuvas no dia da prova.  No jantar de massas - que, só para deixar registrado, é muuuuuitooooooo superior aquele feito no Ironman Brasil - o zum-zum-zum era de que o tempo abriria um pouco na segunda. No domingo, a previsão era de pancadas de chuva.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aliás, vamos voltar ao jantar com um adendo: jantar de massas com uma pequena fonte de chocolate no salão. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quer mais?!?! ;-)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No sábado, pegamos um belo Kit da prova e fomos levar as bikes para a área de transição, que ficava em uma rua ao lado do Hotel. Mas estava chovendo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chovendo muito! A área de transição era coberta, mas tinha algumas possas e a água se acumulava nas laterais. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O quadro não era bom.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Olhamos novamente a previsão do tempo na internet: 50% de possibilidades de pancadas pela manhã de domingo.  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;50% é meio copo cheio, meio copo vazio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tentei ser otimista. Lembrei que em Caiobá 2010, mal dava para dormir em função do temporal que caia durante toda a madrugada. Pela manhã, subitamente parou e, no final, a prova foi perfeita.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que no dia seguinte nós e algumas centenas de pessoas se juntaram no hall do hotel e olhávamos uma chuva forte e intermitente atrás da grande vidraça do salão. E muito vento. O Santiago Ascenço comentava que era provável que o início da prova fosse adiado para as 9:00 da manhã, além de suprimirem a natação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fomos para o auditório e lá a organização da prova alegou que não haveria condições de manter os caiaques no lago e que, portanto, não seria possível garantir a plena segurança das pessoas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A prova seria transformada em um Biathlon: 5 km de corrida, 90 km de pedal e 21k de corrida. A largada seria por categorias e faixa etária - mas, no final isso acabou não acontecendo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bem, como eu nunca tinha passado por isso, o que fazer? Correr forte? Moderado?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meio perdido, fiz uma corrida moderada-forte, na casa dos 23 minutos. Nada assiiiimmm, extraordinário, mas eu sei lá o que iria dar? Todos os nossos treinos de transição são na sequência bike-corrida. Corrida, depois bike...enfim, resolvi ser meio conservador.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O tempo já tinha melhorado muito ao final dos 5k. Dava para ver parte do céu azul e metade negro - a história do 50% para lá ou para cá. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como já tinha chovido, acreditei que as condições climáticas tinham virado e resolvi sair para o pedal apenas com um manguito. Um grande erro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O inicio da bike você sai da cidade e entra na estrada do aeroporto. O piso é realmente ruim e o falso plano encobre uma subida chata, um pouco desgastante. Depois entramos em outra via, com o mesmo tipo de piso, mas com uma altimetria mais irregular. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na ida, o pedal ficou pesado. Achei que era o vento. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, quando fiz o retorno, descobri que o vento da ida estava, na verdade, a favor!!!!! :-((((&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como pedalo sozinho, perdi contato com aqueles que se agrupavam nas pragas dos pelotões. Percebi ainda que o vento não era apenas frontal,  pois rajadas laterais me davam a impressão de que eu estava na Bandeirantes, quando aqueles caminhões passam a mil e a estabilidade da bike fica bastante comprometida. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas depois encontrei um certo ritmo. Consegui fazer a primeira volta em torno de 32 km/hora - como sei que com a minha eficiência na bike é "marginalmente descrescente" para 90 km, eu já tinha alcançando o teto. A tendência seria a redução dessa média...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além do vento, já tinha chovido um pouco. Mas pouco. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Iniciei a segunda volta. Achei um bom ritmo e estava gostando do meu pedal. Mas, no quilômetro 70, dei uma "quebrada" - os trechos de subidas, descidas e falsos planos em sequência me desorganizaram e o pedal ficou pesado. Muita gente me passava nesse instante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entretanto, voltei para prova quando estava em um longo falso plano em descida. Ali, alcançava-se fácil 50 km/hora pedalando forte.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Exatamente nesse trecho começou uma chuva infernal. Você vai dizer: vento e chuva, por mais chato que seja, não são coisas estranhas para quem tem certa experiência. E, presume-se, quem está numa prova de 70.3 já passou por isso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O problema é que a chuva era, diferentemente do que acontece quando somos pegos desprevenidos pelos temporais de verão aqui em São Paulo, muito gelada!  Comecei a sentir certa dificuldade para trocar as marchas, porque os dedos estavam enrijecendo rapidamente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aiiiiiiiii, de repente...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Toc...Toc...Toc...TocTocTocTocTocTocTocTocTocToTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocToc&lt;/div&gt;&lt;div&gt;TocTocTocTocTocTocToTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocToTocTocTocTocTocTocToTocTocToc&lt;/div&gt;&lt;div&gt;TocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocToTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocTocToTocTocTocToc&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Era o barulho infernal das pedras de granizo batendo no capacete. Quando olhei para cima, uma veio diretamente na lente do óculos. A chuva vinha da esquerda e de frente - o jeito era virar o rosto para a direita tentando, mesmo tempo, manter os olhos na estrada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pensei que o piso poderia ficar coberta de gelo e acelerei para sair dali. Mas ao acelerar, aumentava o impacto do granizo no corpo - as áreas que estavam mais expostas, como os ombros e as pernas, queimavam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Apesar de tudo, não perdi a calma. Realmente, até me surpreendi com a naturalidade que encarei aquela situação. Nessas horas, você vê que um bom equipamento e acessórios, como óculos que não embaçam e pneus em dia, fazem de fato diferença nessa situação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Ao sair da chuva de granizo, entramos no retorno final, um trecho de mais ou menos 15 km. Mas ai o vento e a chuva voltaram, sendo que as rajadas de vento eram laterais. Segurava a bike para que ela não saisse de lado e nesse ponto já notava que a stress já superava o efeito da adrenalina descarregada no corpo no momento da chuva de granizo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao terminar o pedal, desclipei. Mas eu não sentia o pé no chão. A bike escorregou por baixo da minha cintura e por um triz não fui ao chão (foto). Parei, respeirei e tentei mover as pernas, que estavam ok.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;          &lt;/span&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_XF9-FFZAOXU/TTygXec0uOI/AAAAAAAAApk/1VVTTSnmzNs/s400/167133_182223381810463_120371851328950_507006_880865_n.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O problema se restringia aos pés, que estavam anestesiados pelo frio. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando tentei tirar o capacete, notei que os dedos das mãos estavam rigidos e não consegui abrir a fivela. Pedi para alguém da org
